Avsnitt
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Último dia de junho e a Tarde Livre começa logo com… drama: o João ignora a Catarina, exige uma garrafa de água e ainda leva nas orelhas dos ouvintes. Depois, a conversa descamba para a filosofia do “ahah” (maiúsculas ou minúsculas?). O tema que mete o estúdio a "arder": faz sentido conversar com cães como se eles respondessem? Spoiler: o João irrita-se, a Catarina revolta-se e o WhatsApp entra em guerra. E ainda: pessoas sem sentido de urgência, decisões inspiradas por filmes/séries e a Bola FM a caminho da Guarda e Viseu.
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A semana começa com uma aula sobre o Mundial: a Catarina tentar perceber o que está a acontecer…e o João diverte-se a ser professor. Depois o João conta a sua experiência no festival do fim-de-semana e volta com o seus dilemas morais que metem a moralidade da Catarina à prova. Há ainda um pequeno regresso do Mini Buzinão.
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Saknas det avsnitt?
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Sexta-feira é dia de dilemas: sair para abanar o capacete até de manhã… ou ficar no sofá? A Catarina e o João puxam pela nostalgia, pelas festas da terrinha e pelas míticas paragens pós-noitadas, com os ouvintes a contarem em que idade é que a vontade de discoteca começou a desaparecer ou se nunca existiu. Pelo meio, há uma história inacreditável com um estafeta, uma mensagem mal enviada, boxers molhados na rádio e um mal-entendido internacional. E ainda: a Bola FM continua a viajar pelo país e há Batalha de Memes.
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Em dia de chuva, surge a conversa inevitável sobre quando é que percebemos que virámos “adultos”. Por exemplo, ficar triste não pela chuva, mas porque a roupa não seca. Depois, um colecionador com centenas de camisolas do Cristiano Ronaldo abre a discussão: coleção é para usar ou para ficar a ganhar pó? E ainda: o drama dos sites que “adivinham” demais, um consultório improvisado de colesterol e a grande batalha de músicas nostálgicas, com os ouvintes a decidir tudo.
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A Catarina traz o fenómeno fascinante de ir ao cabeleireiro e haver quem nem precise dizer o que quer e o João sente o mesmo nos cafés. Após uma conversa em off, a Tarde Livre quis saber como é que podia ter sido o teu nome. Por exemplo, a Catarina quase se chamou Paulo. O João fica indignado como é que os malabaristas de rua ainda não são famosos no TikTok. A indignação levou à pergunta: o que é fazes para impressionar?
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O calor não está a dar tréguas nos últimos dias e a Catarina conta-nos como sobreviveu a um casamento às 16h30 com 40 graus. Já o João confessou a sua guerra pessoal com gravatas “de avô” e óculos de sol que parecem saídos da discoteca. A sinergia do painel alinhou-se quando se falou de festivais. Desde pedras no chão a regras VIP, o livro de reclamações ficou cheio. Por fim, os ouvintes partilharam qual a palavra portuguesa que acham mais feia.
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A Catarina chegou radiante! Levou o carro à inspeção e… passou com distinção. O João entra em modo sobrevivência por causa de uma vespa com "basófia” presa entre janelas e a conversa descamba para alergias, amendoins e dramas dignos de novela. Em jeito de continuação do programa de ontem, perguntamos qual o menu perfeito para ver Portugal no Mundial, com entradas, prato principal, petiscos e cerveja a acompanhar.
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O João quase que não chegava ao estúdio… tudo por causa de um “quase-desmaio” na passadeira do ginásio, com inclinação no máximo e um susto que podia ter acabado em dentes partidos. Pelo meio, há um áudio delicioso da Vitória, diretamente da Serra da Estrela, e a conversa inevitável sobre a honestidade brutal das crianças (e os comentários que deixam qualquer adulto em silêncio). E ainda, a grande batalha para decidir a melhor forma de ver Portugal no Mundial — sozinho, no café, em casa com amigos ou numa fanzone.
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A Catarina aparece com pestanas azuis para combinar com os ténis e com uma história sobre o sítio onde saiu traumatizada: a lavagem de carros. E ainda: o João conta como é viver a televisão com um “menino” no ouvido e a responder à régie em direto, a confusão (e os preços) dos Santos Populares e uma praia em Espanha onde chapéu de sol é proibido… mas a entrada custa 10€.
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A Catarina está de volta e o João também… só que não por inteiro. Uma história que inclui uma corrida à estação de serviço, um direto na televisão e uma caixa de Imodium. Mesmo depois de na semana passada, ter-se discutido o tema casamentos, hoje voltaram com mais dúvidas. Há ainda relatos dos ouvintes com buquês atirados com força para outra quinta, prendas em moedas de 5 cêntimos… e um casamento com trapezista. Sim, um trapezista.
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Crossover insano nas tardes da Cidade FM: Pedro Góias junta-se ao João Miguel Costa. O tema que deu pano para mangas: dinheiro. O Pedro e o João não sabem onde investir nem percebem o que isso significa. Até o termo "longo-prazo" os deixa confusos. Depois disso, casamentos: mas afinal quanto é que se dá? Deu tempo ainda para falar de baratas de Madagáscar avaliadas em 122 mil euros e o hype do Mundial com música do IShowSpeed.
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A Leonor Carvalho junta-se outra vez ao João Miguel Costa com uma pergunta importante: quantas filas de público um comediante quer mesmo ver… e porquê? Pelo caminho, há uma dúvida urgente de mecânica, um dilema à Black Mirror sobre uma app que avalia pessoas, e outro sobre um amigo que escreve artigos “científicos” com IA e recebe uma proposta de 100 mil euros. Ainda há cavalos à solta em Roma, um elefante fugitivo em Madrid, histórias caricatas de trabalho… e um desabafo épico sobre TVDEs elétricos que parecem montanha-russa.
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A Catarina Silva está de férias e a Tarde Livre fica diferente: o João recebe a Leonor Carvalho e a emissão começa logo com aquela energia de “isto vai correr bem… acho eu”. No Dia da Criança, fez-se uma batalha para perceber quem é a “criança mais icónica”. Pelo meio: carrinhos miniatura no supermercado, gomas, cromos do Mundial e criancices que ninguém quer largar.
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Entre despedidas e croquetes na mão, a Catarina e o João transformam o estúdio num verdadeiro “até já”: é o último dia da Asize Topal e os ouvintes só podem resumir a emoção em… duas palavras. Depois, o João entra em modo The Voice da Cidade FM e canta músicas que os ouvintes pedem. Nos temas do dia estiveram coisas como hotéis que recusam água da torneira, debates sobre pH e a guerra eterna do estacionamento.
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A Catarina chega atrasada, o João tenta sobreviver sozinho ao arranque da emissão e os ouvintes garantem: foi o momento mais caótico da rádio. Pelo meio, uma gaivota que mia para roubar comida de gato deixa toda a gente perturbada, fala-se das pessoas irritantes da praia e a Catarina volta a chocar Portugal… desta vez por comer uvas com areia.
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O João passou calor sem perceber porque ligou o ar condicionado… no quente… com 32 graus. A emissão virou uma coleção de histórias absurdas de casas arrendadas, senhorios invasivos e cauções perdidas por causa de um estendal partido. Mais tarde, o João entrou em modo revoltado com pessoas que ignoram conselhos, passam frio de propósito e ainda querem roubar casacos e bifes aos outros.
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A Catarina quer provas de que os ouvintes não estão na praia, enquanto a emissão se espalha por mensagens de vários países. Depois, o João lança uma batalha de programas de humor portugueses e a escolha do vencedor fica nas mãos dos ouvintes. No fim, ainda sobra tempo para discutir regras do lugar do pendura e quem manda no carro.
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Entre suor, francesinhas, polémicas e histórias de escola, o João confessou que uma vez apresentou um trabalho sem o ter feito… e acabou castigado por ser honesto. A Catarina revelou que vendia cábulas escondidas em batons hidratantes e os ouvintes juntaram-se com as melhores histórias de testes, professores e psicotécnicos completamente ao lado da realidade.
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O João tentou refazer a convocatória da seleção à sua maneira. Ainda ligou ao famoso Sr. Vítor para perceber o impacto da fama repentina e acabou a discutir amizades que duram há décadas com a Catarina. Ainda se falou de hobbies e da obsessão de transformar tudo em trabalho, desde fazer pão a criar negócios do nada.
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O João descobriu que o verdadeiro luxo da vida é meter gasolina sem sair do carro. Mais tarde, a emissão ficou completamente caótica quando revelou os hábitos da namorada durante as suas idas à casa de banho… e os ouvintes perceberam rapidamente que já ultrapassa o conceito de amor. Pelo meio, ainda se falou das manias irritantes que criticamos nos outros mas fazemos igual, e termina tudo com uma mota pendurada em cima de semáforos.
- Visa fler