Avsnitt
-
O calor não está a dar tréguas nos últimos dias e a Catarina conta-nos como sobreviveu a um casamento às 16h30 com 40 graus. Já o João confessou a sua guerra pessoal com gravatas “de avô” e óculos de sol que parecem saídos da discoteca. A sinergia do painel alinhou-se quando se falou de festivais. Desde pedras no chão a regras VIP, o livro de reclamações ficou cheio. Por fim, os ouvintes partilharam qual a palavra portuguesa que acham mais feia.
-
A Catarina chegou radiante! Levou o carro à inspeção e… passou com distinção. O João entra em modo sobrevivência por causa de uma vespa com "basófia” presa entre janelas e a conversa descamba para alergias, amendoins e dramas dignos de novela. Em jeito de continuação do programa de ontem, perguntamos qual o menu perfeito para ver Portugal no Mundial, com entradas, prato principal, petiscos e cerveja a acompanhar.
-
Saknas det avsnitt?
-
O João quase que não chegava ao estúdio… tudo por causa de um “quase-desmaio” na passadeira do ginásio, com inclinação no máximo e um susto que podia ter acabado em dentes partidos. Pelo meio, há um áudio delicioso da Vitória, diretamente da Serra da Estrela, e a conversa inevitável sobre a honestidade brutal das crianças (e os comentários que deixam qualquer adulto em silêncio). E ainda, a grande batalha para decidir a melhor forma de ver Portugal no Mundial — sozinho, no café, em casa com amigos ou numa fanzone.
-
A Catarina aparece com pestanas azuis para combinar com os ténis e com uma história sobre o sítio onde saiu traumatizada: a lavagem de carros. E ainda: o João conta como é viver a televisão com um “menino” no ouvido e a responder à régie em direto, a confusão (e os preços) dos Santos Populares e uma praia em Espanha onde chapéu de sol é proibido… mas a entrada custa 10€.
-
A Catarina está de volta e o João também… só que não por inteiro. Uma história que inclui uma corrida à estação de serviço, um direto na televisão e uma caixa de Imodium. Mesmo depois de na semana passada, ter-se discutido o tema casamentos, hoje voltaram com mais dúvidas. Há ainda relatos dos ouvintes com buquês atirados com força para outra quinta, prendas em moedas de 5 cêntimos… e um casamento com trapezista. Sim, um trapezista.
-
Crossover insano nas tardes da Cidade FM: Pedro Góias junta-se ao João Miguel Costa. O tema que deu pano para mangas: dinheiro. O Pedro e o João não sabem onde investir nem percebem o que isso significa. Até o termo "longo-prazo" os deixa confusos. Depois disso, casamentos: mas afinal quanto é que se dá? Deu tempo ainda para falar de baratas de Madagáscar avaliadas em 122 mil euros e o hype do Mundial com música do IShowSpeed.
-
A Leonor Carvalho junta-se outra vez ao João Miguel Costa com uma pergunta importante: quantas filas de público um comediante quer mesmo ver… e porquê? Pelo caminho, há uma dúvida urgente de mecânica, um dilema à Black Mirror sobre uma app que avalia pessoas, e outro sobre um amigo que escreve artigos “científicos” com IA e recebe uma proposta de 100 mil euros. Ainda há cavalos à solta em Roma, um elefante fugitivo em Madrid, histórias caricatas de trabalho… e um desabafo épico sobre TVDEs elétricos que parecem montanha-russa.
-
A Catarina Silva está de férias e a Tarde Livre fica diferente: o João recebe a Leonor Carvalho e a emissão começa logo com aquela energia de “isto vai correr bem… acho eu”. No Dia da Criança, fez-se uma batalha para perceber quem é a “criança mais icónica”. Pelo meio: carrinhos miniatura no supermercado, gomas, cromos do Mundial e criancices que ninguém quer largar.
-
Entre despedidas e croquetes na mão, a Catarina e o João transformam o estúdio num verdadeiro “até já”: é o último dia da Asize Topal e os ouvintes só podem resumir a emoção em… duas palavras. Depois, o João entra em modo The Voice da Cidade FM e canta músicas que os ouvintes pedem. Nos temas do dia estiveram coisas como hotéis que recusam água da torneira, debates sobre pH e a guerra eterna do estacionamento.
-
A Catarina chega atrasada, o João tenta sobreviver sozinho ao arranque da emissão e os ouvintes garantem: foi o momento mais caótico da rádio. Pelo meio, uma gaivota que mia para roubar comida de gato deixa toda a gente perturbada, fala-se das pessoas irritantes da praia e a Catarina volta a chocar Portugal… desta vez por comer uvas com areia.
-
O João passou calor sem perceber porque ligou o ar condicionado… no quente… com 32 graus. A emissão virou uma coleção de histórias absurdas de casas arrendadas, senhorios invasivos e cauções perdidas por causa de um estendal partido. Mais tarde, o João entrou em modo revoltado com pessoas que ignoram conselhos, passam frio de propósito e ainda querem roubar casacos e bifes aos outros.
-
A Catarina quer provas de que os ouvintes não estão na praia, enquanto a emissão se espalha por mensagens de vários países. Depois, o João lança uma batalha de programas de humor portugueses e a escolha do vencedor fica nas mãos dos ouvintes. No fim, ainda sobra tempo para discutir regras do lugar do pendura e quem manda no carro.
-
Entre suor, francesinhas, polémicas e histórias de escola, o João confessou que uma vez apresentou um trabalho sem o ter feito… e acabou castigado por ser honesto. A Catarina revelou que vendia cábulas escondidas em batons hidratantes e os ouvintes juntaram-se com as melhores histórias de testes, professores e psicotécnicos completamente ao lado da realidade.
-
O João tentou refazer a convocatória da seleção à sua maneira. Ainda ligou ao famoso Sr. Vítor para perceber o impacto da fama repentina e acabou a discutir amizades que duram há décadas com a Catarina. Ainda se falou de hobbies e da obsessão de transformar tudo em trabalho, desde fazer pão a criar negócios do nada.
-
O João descobriu que o verdadeiro luxo da vida é meter gasolina sem sair do carro. Mais tarde, a emissão ficou completamente caótica quando revelou os hábitos da namorada durante as suas idas à casa de banho… e os ouvintes perceberam rapidamente que já ultrapassa o conceito de amor. Pelo meio, ainda se falou das manias irritantes que criticamos nos outros mas fazemos igual, e termina tudo com uma mota pendurada em cima de semáforos.
-
Entre chaves perdidas e um carro quase a morrer sem gasolina, a emissão foi um verdadeiro teste à paciência do João. A Catarina abriu o debate sobre boleias e dinheiro: há quem ache obrigatório dividir a gasolina e quem prefira fingir que não ouviu falar em MB Way. O programa acabou ainda por entrar oficialmente na era da “cenourada”, depois do João perder as chaves do carro… que afinal estiveram no carro o tempo todo.
-
A conversa sobre a eternidade voltou à Tarde Livre e os ouvintes continuaram a tentar perceber até que idade aguentavam viver para sempre… desde que houvesse dinheiro, viagens entre planetas ou condições muito específicas. Mais tarde, o amor tomou conta do programa com histórias de loucuras feitas por paixão. Ainda houve tempo para descobrir que o interior do carro de uma pessoa diz muito mais sobre ela do que parece… especialmente quando há pipocas espalhadas, chávenas de café e um mini buffet escondido no banco de trás.
-
Um turista entra numa fonte em Roma para nadar… e isso acaba por abrir uma conversa completamente inesperada no estúdio. Mais tarde, a pergunta muda: afinal, o que é estar “bem vestido”? Camisa e sapatos chegam? Ou depende completamente da pessoa? Ainda sobra tempo para imaginar como seria viver para sempre… ou pelo menos até deixar de compensar.
-
A emissão passa rapidamente de desejos às 16h16 para massa carbonara… e daí até às cadernetas do Mundial foi um instante. O João assume o vício nos cromos, fala da obsessão de colar tudo perfeito e acaba até por influenciar ouvintes a irem a uma loja específica comprar saquetas. Ainda há adeptos supersticiosos, fumo nos estádios e um momento estranho onde confundem o João com… outro João Miguel.
-
O programa começa com uma missão complicada: encontrar defeitos na Tarde Livre. Os ouvintes tentam ajudar… mas sem grande sucesso. Depois disso, a conversa passa por robôs budistas, invenções tecnológicas que supostamente facilitam a vida mas só irritam, e termina com um verdadeiro consultório de invenções de desculpas…desde faltar a aniversários até escapar a casamentos e crismas sem parecer má pessoa.
- Visa fler