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Quando o Marquês do Pombal delimitou a Região Demarcada do Douro, a 10 de Setembro de 1756, não teve dúvidas em decretar que os melhores vinhos eram produzidos em ... Oeiras. Parece anedota, mas não é. Dono de vinhedos de altíssima qualidade na região de Lisboa, Sebastião José de Carvalho e Melo era homem de poucos pruridos no que à defesa dos seus interesses dizia respeito. E não hesitou em integrar as suas terras naquela que é uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo. À luz dos valores democráticos dos dias de hoje, a atitude do Marquês é altamente censurável mas, neste episódio das Histórias do Porto, vamos perceber melhor o papel do "déspota iluminado" no desenvolvimento de um dos nossos principais produtos de exportação.
O jornalista Carlos Rico conversa com o historiador Gaspar Martins Pereira e com Isabel Narrana, a diretora executiva da Associação das Empresas do Vinho do Porto. Que, já agora, se devia chamar Vinho "de" Porto. Venha saber porquê.
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Ilha do Padeiro, Ilha do Doutor, Ilha da Aninhas, Ilha do Galo Preto, Ilha do Américo das Balanças...
A lista é longa e remete-nos para um tempo muito antigo, em pleno século XIX, quando o Porto sentiu necessidade de acolher milhares de operários das vilas e aldeias vizinhas que demandaram a cidade em busca de melhores condições de vida. Com o passar do tempo, as ilhas tornaram-se um problema para as autoridades públicas, mas melhor ou pior, sobreviveram até aos nossos dias e hoje são um símbolo do bairrismo tripeiro.
Jorge Ricardo Pinto, geógrafo do ISCET, e José Rio Fernandes, geógrafo da Faculdade de Letras e especialista em ordenamento do território, conversam sobre esta realidade tão portuense com o jornalista Carlos Rico em mais um episódio das Histórias do Porto.
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Saknas det avsnitt?
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No alto da Penaventosa, com vista desafogada sobre o Douro, ergue-se a primeira sede de poder do Porto. A Sé Catedral, iniciada por um bispo de origem francesa de nome D. Hugo, foi, durante 286 anos, o símbolo maior do governo da cidade. Portugal ainda não era nação quando D. Teresa, mãe de Afonso Henriques, doou o burgo e o couto portucalense à Igreja. As relações dos bispos com a coroa e com a burguesia emergente da cidade sempre foram conturbadas. Coube a D. João I, o "de boa Memória", romper com o poder da Igreja e iniciar um novo período de expansão do Porto para fora das muralhas.
Neste episódio das "Histórias do Porto", o jornalista Carlos Rico conversa com Luís Amaral, especialista em povoamento e organização do território do noroeste da Península Ibérica da Universidade do Porto.
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Seis pontes ligam as cidades do Porto e Gaia e há uma sétima a ganhar corpo entre as duas margens do Douro. As travessias mais antigas foram construídas há quase 150 anos e são, ainda hoje, duas das mais importantes referências mundiais da chamada “arquitectura do ferro”. Gustave Eiffel e Théophile Seyrig foram os grandes obreiros das pontes Maria Pia e Luís I. Neste episódio das “Histórias do Porto”, falaremos dos projectos, das relações de trabalho e das razões que levaram à separação destes dois génios da engenharia. Sem esquecer, claro, a importância das pontes de ferro no desenvolvimento das duas cidades. O jornalista Carlos Rico recebe o arquiteto Domingos Tavares, professor emérito da Faculdade de Arquitetura do Porto, e o engenheiro Manuel Matos Fernandes, professor catedrático da Faculdade de Engenharia do Porto.
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No primeiro episódio de Histórias do Porto, gravado ao vivo no Expresso Podfest Porto by Toyota 2026, o jornalista Carlos Rico e o historiador Germano Silva percorrem as ruas que moldaram a identidade da cidade Invicta.
Desde o Morro da Pena Ventosa, berço do Porto, até à emblemática Avenida dos Aliados, a conversa revela séculos de história, comércio e resistência. Ruas como a do Infante Dom Henrique, das Flores e dos Mártires da Liberdade ganham vida através de episódios marcantes, figuras ilustres e expressões populares. Uma viagem histórica que celebra o carácter único e indomável do povo portuense.
A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.
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Quantas histórias cabem no Porto? No episódio de apresentação de Histórias do Porto, abrimos as páginas de uma cidade onde, como escreveu Eugénio de Andrade, “daqui houve nome Portugal” e deixamos o convite para uma viagem pelas suas ruas, memórias e momentos decisivos.
O primeiro episódio sai já na próxima terça-feira, 2 de junho, com o historiador Germano Silva, para um percurso por algumas das ruas que ajudaram a fazer o Porto. O episódio será gravado ao vivo esta sexta-feira, dia 29, no Rivoli. Se quiser assistir, saiba mais aqui.
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