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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para apurar repasses do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, trocou mensagens com Vorcaro pedindo dinheiro para ajudar bancar a produção. Mensagens por escrito e áudio dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foram reveladas pelo site Intercept Brasil. Flávio afirmou que a solicitação foi para patrocínio e não houve irregularidades.
Mendonça autorizou a instauração da investigação a pedido da PF e com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entendeu ter elementos para a abertura da investigação.
E a Polícia Federal também tem suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas dos recursos utilizados para financiar o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro.
O valor vultoso e o complexo caminho do dinheiro despertou dúvidas entre os investigadores.
São mais de R$ 61 milhões que saem da Entre Investimentos, que pertence a Daniel Vorcaro, do Banco Master, e chegam a um fundo no Texas, controlado por advogado próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para depois retornar ao Brasil para a Go Up Entertainment, ligada à empresária Karina Ferreira Gama.
A PF quer saber a origem dos recursos, se vêm das fraudes perpetradas pelo Banco Master, e no que foram realmente utilizados, se acabaram pagando as despesas de Eduardo nos Estados Unidos.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a fase que vive o filho 01 de Jair Bolsonaro.
O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro.
A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador.
O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contábil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA.
A empresa tem como sócio-administrador Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da Copenhagen e Assessoria e Consultoria S.A, empresa do conglomerado do Master.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador confirmou ter prestado serviços de advogado para Contabil Correa por meio de um contrato privado e legal.
O presidenciável, porém, não explicou quais teriam sido os serviços jurídicos e disse que estão tentando “marginalizar a advocacia”
Em outra frente, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram as declarações do senador sobre urnas eletrônicas em encontro com embaixadores.
Flávio, que também é pré-candidato à Presidência, participou nesta terça-feira, 21, em Brasília, de encontro com embaixadores estrangeiros.
Durante o evento, o senador pediu que os países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para as eleições.
Já no Rio de Janeiro, o ex-governador do Estado, Anthony Garotinho (Republicanos-RJ), disse à Coluna do Estadão que gravou um vídeo negando a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na chamada “noite das astronautas”, uma suposta festa sexual promovida por Daniel Vorcaro, a pedido do próprio presidenciável do PL.
Procurado, Flávio não se pronunciou.
O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu, durante um encontro com embaixadores estrangeiros, que seus países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para supervisionar as eleições brasileiras em outubro.
“Não estou questionando o sistema de eleição brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para nossa eleição e pessoas que têm conhecimento sobre essa tecnologia”, declarou, durante reunião organizada pela agência Novo Selo Comunicação e pelo site The Brazilian Report, nesta terça-feira, 21, em Brasília.
Representantes das embaixadas no Brasil dos Estados Unidos, China, Israel, Alemanha e Reino Unido - além de outros 35 países - estavam presentes no evento.
Em seu discurso, Flávio afirmou que um documento da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, apontou manipulação nas eleições venezuelanas de 2010: “Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, uma das suspeitas é que tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010”, disse.
“Só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”, frisou.
Em 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota em que nega o uso de aparelhos da Smartmatic: “São falsas as mensagens que circulam nas redes sociais segundo as quais a empresa Smartmatic fornece urnas eletrônicas ou softwares utilizados em urnas no Brasil.
Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país”, escreveu a Corte.
Flávio disse ainda que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está preso justamente por um encontro com diplomatas.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a relação turbulenta entre o judiciário e o legislativo.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) classificou como “mais uma tentativa absurda e ilegal de intimidação” um despacho de Paulo Gonet.
O procurador-geral da República encaminhou à Procuradoria Eleitoral de Sergipe uma representação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o parlamentar.
“Tomei ciência através da imprensa de despacho do PGR que encaminha à procuradoria eleitoral regional a representação feita pelo ministro Gilmar Mendes que me acusa de abuso por conta da proposta de indiciamento por crime de responsabilidade que apresentei no relatório da CPI do crime organizado”, afirmou Vieira no X.
Gilmar Mendes disse ainda que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”.
O ministro Dias Toffoli, por sua vez, defendeu que a justiça eleitoral cassasse políticos com atuação voltada à intenção meramente eleitoral.
O senador também foi processado pela família do ministro Alexandre de Moraes, mas por uma declaração que deu em entrevista ao SBT.
O parlamentar afirma que a advocacia do Senado pediu para acessar os autos, mas não conseguiu.
Uma cópia, porém, teria sido enviada à imprensa.
O Ministério Público Federal diz que o processo corre em sigilo.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre as restrições impostas ao ex-presidente Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro descumpriu medidas cautelares e, com isso, proibiu que ele receba visitas e também faça a divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, independente dos meios utilizados.
Os únicos autorizados a se encontrar com Bolsonaro, além dos familiares que moram com ele, são médicos e advogados que já prestam atendimento.
O ministro, porém, manteve Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária.
A decisão deve inviabilizar a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que aconteça no sábado, dia 25.
A decisão de Moraes foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ler nas redes sociais uma carta em que Bolsonaro o coloca como porta-voz.
Após questionamento de Moraes sobre a possível violação da determinação de não se manifestar nas redes, inclusive por terceiros, a defesa de Bolsonaro alegou que ele não sabia que a carta seria “publicizada”.
Moraes, porém, rejeitou os argumentos.
O ainda senador Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, lançou uma ferramenta de inteligência artificial (IA), a MarIA, com o mesmo nome da inaugurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2024, durante a presidência do ex-ministro Luís Roberto Barroso.
A “coincidência” surpreendeu magistrados, acostumados às críticas que o senador faz à Corte.
Procurado, Flávio ainda não respondeu.
A MarIA da campanha do senador é uma assistente virtual de IA voltada para o público feminino.
Como explicou o pré-candidato no X, ela vai “acompanhar medidas protetivas, agendar mamografias, encontrar apoio psicológico”, além de ajudar em oportunidades de emprego.
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Imagine um serviço público que funciona antes mesmo de o cidadão precisar pedir. Essa é a proposta do chamado "Governo Zero Clique": usar dados, integração entre sistemas e inteligência artificial agêntica para reduzir ao mínimo a burocracia e fazer com que muitos serviços aconteçam de forma automática, simples e quase invisível para a população. Mas até onde esse modelo pode chegar? E quais são os desafios para transformar essa ideia em realidade? Uma das empresas que está à frente desse movimento é a Gove, uma govtech fundada em 2016 que desenvolve soluções para a gestão pública. Presente em 22 estados brasileiros, a empresa atende centenas de municípios e estima já ter impactado mais de 16 milhões de pessoas com plataformas que automatizam serviços públicos e utilizam IA, inclusive pelo WhatsApp. Para entender como essa tecnologia está mudando a gestão municipal e quais são os próximos passos do governo digital, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, o CEO da Gove, Rodolfo Fiori. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, em comunicado publicado no fim da noite de quarta-feira, 15. A taxação é uma punição por práticas comerciais consideradas desleais pelo governo americano. A entrada em vigor da cobrança está programada para a próxima quarta-feira, 22.
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Depois da corrida para experimentar a inteligência artificial, diversos segmentos de negócios já vivem uma fase mais importante: a de gerar resultados concretos. No episódio do Start desta semana gravado no Construsummit - um dos principais eventos brasileiros dedicados à inovação, tecnologia e transformação digital na construção civil, que reúne líderes do setor para discutir inteligência artificial, dados, industrialização, novos modelos de negócios e o futuro das cidades - você ouve a conversa com três especialistas sobre como a IA está mudando a gestão do setor, da análise de dados ao planejamento de obras, da redução de custos ao uso de agentes inteligentes, passando pelos desafios de formar profissionais preparados para esse novo cenário. O apresentador Daniel Gonzales recebe Guilherme Quandt, Gabriela Torres e Gustavo Martins, que compartilharam insights sobre inovação, produtividade, cidades inteligentes e o futuro de um dos setores mais importantes da economia. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal Kassio Nunes Marques e seu filho, o advogado Kevin de Carvalho Marques.
Informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), encaminhadas à CPI do Crime Organizado do Senado e reveladas pela Folha de S.Paulo, indicam uma forte expansão do patrimônio do advogado filho do ministro em 2025.
Em pouco mais de dois anos de carreira, Kevin de Carvalho Marques, passou a deter R$ 27,7 milhões aplicados em fundos de investimento.
Outro caso envolvendo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Nunes Marques, determinou o retorno do deputado federal Alex Manente (SP) à presidência nacional do Cidadania até as eleições.
A liminar atendeu recurso diretório nacional do partido e suspendeu os efeitos de uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) da semana passada, que invalidou a eleição para o comando da legenda.
Para o ministro, manter o entendimento da Justiça do Distrito Federal poderia comprometer a organização interna da sigla para as eleições, uma vez que as convenções partidárias estão marcadas para começar em 20 de julho.
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No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes e de Flávio Bolsonaro.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, usou seu perfil no X para postar uma mensagem sobre a eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2026.
Sob a presidência de Samir Xaud, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manteve a tradição de empoderar cartolas ligados a lideranças políticas e envolveu nas suas principais iniciativas o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro citou e agradeceu a todos os jogadores titulares e reservas da seleção, e elogiando o técnico Carlo Ancelotti.
Gilmar também declarou que Neymar emocionou o Brasil com talento, categoria e gols que marcaram época.
“Ao representar o Brasil em quatro Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026), nos emocionou com seu talento, categoria e gols que marcaram época.
Já na política, a participação do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública em Washington (EUA) sobre a investigação de supostas práticas desleais adotadas no comércio pelo Brasil foi “deslocada do ambiente técnico”.
A avaliação é de empresários brasileiros e representantes do setor privado que participaram dos painéis do dia, ouvidos pelo Estadão/Broadcast.
Alguns interlocutores classificaram a atuação do senador como “constrangedora”.
Flávio Bolsonaro apostou em um discurso político e de ataques ao governo Lula durante a sua apresentação.
De acordo com interlocutores, o senador focou a fala em três temas: regulação das redes sociais, a corrupção no Brasil e a defesa do Pix.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a disputa polarizada na eleição deste ano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro inventam narrativas falaciosas sobre o provável tarifaço dos Estados Unidos para enrolar os eleitores brasileiros, que vão escolher entre os dois no pleito de outubro.
Em diversas manifestações públicas, Lula se refere a Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro, como “traidores da pátria”.
Em nota recente nas redes sociais, o presidente disse que a família “defendeu publicamente o aumento de tarifas contra produtos brasileiros”.
Em outra frente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou R$ 33,89 bilhões em emendas parlamentares em 2026 até o dia 4 de julho.
É o maior valor da história em um período pré-eleitoral e supera tudo que foi repassado no ano de 2022 inteiro, nas últimas eleições presidenciais.
Procurada, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirmou que a “execução de recursos orçamentários é feita de acordo com a legislação e as determinações do Supremo Tribunal Federal, observada a aprovação técnica das propostas pelos órgãos responsáveis pela sua execução, bem como a disponibilidade orçamentária e financeira”.
Do outro lado, a Justiça do Distrito Federal negou dois pedidos do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) para apagar vídeos de opositoras que lhe chamaram de “o filho mais corrupto de Bolsonaro” e ser indenizado em R$ 160 mil por danos morais.
Nas decisões, os dois juízes alertaram para o risco de censura.
Flávio moveu as ações em maio contra Manuella Tyler, pré-candidata a deputada federal pelo PSB da Bahia, e Camila Moreno, secretária-adjunta de Comunicação do PT.
Os processos continuam tramitando.
Procurado, o presidenciável não comentou.
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No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as investigações sobre os vazamentos das informações dos ministros do STF no caso do Banco Master.
A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material.
As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional.
Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou o dedo do meio para quem “acha que pobre não gosta de coisa boa”.
O ato aconteceu nesta sexta-feira, 3, durante evento no Palácio do Planalto.
“Nós vamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles. Nós gostamos de ‘coisa boa’.
Nós queremos tudo de primeira: comida de primeira, roupa de primeira, viajar de primeira, dentista de primeira, médico de primeira”, disse o presidente.
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O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta um desafio conhecido por milhões de brasileiros: filas longas para consultas e exames. Mas existe um problema menos visível que agrava esse cenário: o não comparecimento de pacientes, que deixa médicos ociosos, equipamentos parados e vagas perdidas, enquanto outras pessoas continuam esperando atendimento. Uma plataforma brasileira baseada em inteligência artificial promete mudar essa lógica: a tecnologia já recuperou mais de 658 mil vagas no SUS, economizou mais de R$ 53 milhões aos cofres públicos e ainda usa IA para prever quem tem maior chance de faltar e reorganizar a fila em tempo real. Para falar dessa tecnologia inovadora, o apesentador Daniel Gonzales conversa com Levi Nóbrega, fundador da Beyond, no Start dessa semana. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre as investigações do Caso Master e suas ramificações com ministros do Supremo.
A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material.
As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional.
Ele foi afastado de suas funções após a operação.
Os documentos compilaram diálogos e menções aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli presentes no celular do banqueiro.
Um deles incluía trechos do contrato de R$ 129 milhões do Banco Master com a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Os depoimentos de policiais federais que faziam parte da investigação apontam que Nabas, após produzir os documentos, sugeriu à equipe o vazamento à imprensa.
Os investigadores não concordaram com a sugestão, mas dias depois os detalhes do contrato da esposa de Moraes foram divulgados pela imprensa.
Como mostrou o Estadão, Viviane encaminhou o contrato diretamente no WhatsApp do banqueiro.
Na política, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, fez críticas a membros do clã Bolsonaro nesta quinta-feira, 2.
Ele repreendeu Michelle e Flávio por condutas relacionadas a Daniel Vorcaro e ao caso Master.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro vivem uma guerra familiar e política. Ela publicou vídeos onde acusa o parlamentar de a humilhar, o que gerou uma crise na campanha à Presidência do enteado.
Na última sexta-feira, 29, em meio ao conflito, Michelle republicou trecho de um outro vídeo, mas que foi interpretado como uma indireta provocativa à Flávio.
Tratava-se de um corte do podcast onde Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro, afirma possuir vídeo de festa sexual promovida por Daniel Vorcaro.
No post, Michelle escreveu: “a verdade de Jesus vai prevalecer”.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro.
A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro.
Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens.
A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”.
O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira.
“Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar.
Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou.
As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta.
Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”.
“Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live.
Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”.
A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.
Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento.
Ele nega.
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