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  • No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Michelle Bolsonaro.

    No dia 24 de junho, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou dois vídeos acusando seu enteado, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro, de traí-la, desrespeitá-la e maltratá-la por telefone. Flávio pediu desculpas publicamente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-la. No dia seguinte, Michelle adotou um tom conciliatório, dizendo que não guarda rancor de ninguém.

    O episódio pegou os aliados de Flávio de surpresa e revelou problemas internos ainda maiores do que já se sabia. É, certamente, um revés para quem precisa conquistar apoio entre as mulheres e consolidar sua vantagem entre os evangélicos.

    Já Eduardo Girão (Novo-CE), senador e pré-candidato ao governo do Ceará, agradeceu o apoio de Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira, 25. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o senador disse trabalhar sem “negociatas” e que princípios são inegociáveis.

    As declarações são um recado a integrantes do PL que decidiram apoiar Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo do Ceará, contrariando a posição de Michelle.

    “Tenho fé que os cearenses mereçam um governo que não troca princípios por cargos mas que coloca a verdade e a justiça acima de tudo”, afirmou o candidato.

    No Governo, o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, comemorava que sua estratégia de redução de danos havia funcionado com o anúncio da saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo no Senado.

    Mas nem em seus melhores sonhos Sidônio poderia imaginar o vídeo em que Michelle Bolsonaro disse ter levado uma “punhalada” do enteado Flávio.

    A ex-primeira-dama deu um presente de valor inestimável para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição ao escancarar a crise nas fileiras do bolsonarismo. E o PT saberá explorar bem o episódio para obter dividendos políticos.

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  • No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que transformou um possível apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em acerto de contas.

    Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira, 24, a presidente nacional do PL Mulher relatou que o enteado a humilhou por telefone.

    Não deixou dúvidas de que a relação entre eles se dilacerou de vez.

    O pano de fundo mencionado foi a briga, que se arrasta desde dezembro, em razão das articulações para a composição do palanque no Ceará.

    “Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone.

    E eu não tinha feito nada contra ele.

    Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido.

    Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, afirmou Michelle.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira, 24, que “nada nem ninguém” o aborrece. A declaração foi dada após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatar ter sido humilhada pelo pré-candidato à Presidência.

    A tranquilidade de Flávio seria por conta do jogo do Brasil pela Copa do Mundo. A fala ocorreu durante transmissão ao vivo pré-jogo.

    Na live, Flávio apareceu ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro e usou uma máscara com o rosto do jogador Neymar Jr.

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  • No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master.

    A declaração, dada em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master.

    Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados.

    Na avaliação de juristas ouvidos pelo Estadão, as declarações do ministro no programa ultrapassaram os limites impostos a magistrados pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), norma que veda a juízes comentar publicamente processos pendentes de julgamento ou fazer juízo depreciativo sobre decisões judiciais.

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  • No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a coordenação da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, que avalia que o escândalo envolvendo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) no caso Master, já contamina o presidente.

    Em reunião a portas fechadas nesta segunda-feira, 22, dirigentes decidiram recomendar a saída de Wagner o mais rápido possível da liderança para se defender fora do cargo. Não é só: o PT vai adotar o discurso de que apoia as investigações relativas às falcatruas do Master contra quem for, seja oposição ou aliado.

    Pesquisas analisadas pela cúpula do partido indicam que a disputa à Presidência está mais apertada do que mostram os atuais levantamentos de intenção de voto. Embora o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula, tenha perdido apoio após a revelação de suas ligações com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trackings do governo indicam que essa queda estancou.

    Ainda líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 22, recurso para tentar anular a decisão que permitiu a operação de busca e apreensão em suas moradias.

    A defesa do senador sustenta que houve “erros graves” e que Wagner não atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

    O Estadão teve acesso com exclusividade a trechos inéditos da investigação. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero sob suspeita de receber propinas do Master por meio de um apartamento de R$ 2,5 milhões e um repasse de R$ 3,5 milhões a uma empresa de seu enteado, além de outras supostas vantagens indevidas.

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  • No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master e sua influência na disputa eleitoral de 2026.

    Já se sabia que o escândalo do Banco Master tinha potencial para se espraiar por todo o espectro político brasileiro.

    A estratégia do banqueiro Daniel Vorcaro era justamente a de cultivar um grande número de “amigos” influentes em Brasília, se possível nos Três Poderes e com indiferença aos matizes ideológicos.

    O fato das investigações agora alcançarem o petista Jaques Wagner, líder do governo no Senado e político de confiança do presidente Lula — depois de já terem chegado a Ciro Nogueira, do PP, e das revelações sobre Flávio Bolsonaro, do PL, entre outros políticos citados —, deixa a sensação, para os cidadãos que acompanham o noticiário político de que estão todos no mesmo barco.

    A exatamente um mês da abertura do prazo das convenções partidárias, as pré-campanhas presidenciais entram em uma fase decisiva para resolver pendências antes da largada formal da eleição.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terão de ajustar estratégias, acomodar aliados, organizar palanques e definir o tom com que pretendem chegar ao período em que as candidaturas, alianças e chapas passam a ser oficializadas pelos partidos.

    No PT, a prioridade passa por alinhar a comunicação digital, reforçar bandeiras e entregas do governo, aparar arestas jurídicas e destravar palanques estaduais ainda sensíveis, como São Paulo e Minas Gerais.

    Para Flávio Bolsonaro, o desafio é chegar às convenções menos associado ao desgaste do caso Master e mais vinculado a propostas próprias, especialmente nas áreas econômica e de segurança pública.

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  • O uso de Inteligência Artificial nas empresas brasileiras passou de 13% para 17% em apenas um ano. Entre as grandes empresas, a adoção saltou de 38% para 50%. Já entre as pequenas, o índice cresceu de 10% para 15%. Os números são da nova edição da pesquisa TIC Empresas, do Cetic.br, e ajudam a entender o estágio de desenvolvimento da IA no ambiente corporativo brasileiro. O que explica esse avanço? Em quais setores a tecnologia está ganhando mais espaço? O Brasil está acelerando sua maturidade digital ou ainda estamos nos primeiros passos dessa transformação? Esses são alguns dos temas da entrevista de hoje no Start, que recebe Leonardo Melo Lins, coordenador da pesquisa TIC Empresas. Na conversa com o apresentador Daniel Gonzales, ele analisa os resultados da pesquisa e o que eles revelam sobre competitividade, produtividade e o futuro da Inteligência Artificial nas empresas brasileiras. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.

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  • No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre a ação da Polícia Federal, a nona fase da Operação Compliance Zero que teve como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado.

    A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação do parlamentar no esquema.

    A assessoria de Jaques Wagner divulgou nota sustentando que não atuou a favor do Master e que está à disposição das autoridades.

    A PF suspeita que Jaques Wagner recebeu um imóvel de R$ 2,5 milhões e pagamentos de propina que totalizaram R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a um de seus familiares.

    Segundo os investigadores, a estrutura teria sido utilizada para ocultar vantagens indevidas supostamente pagas no contexto das fraudes investigadas na Compliance Zero.

    Alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, o senador Jaques Wagner (PT-BA) já havia se pronunciado sobre o caso na tribuna do Senado após acusações de Flávio Bolsonaro (PL).

    O discurso ocorreu em 13 de maio, mesma data em que o Intercept Brasil divulgou conversas do filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro.

    Na ocasião, Flávio fez declarações em que associa o Master ao governo do PT na Bahia e cobra Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades no esquema de Vorcaro.

    “A gênese do Banco Master aconteceu no governo de Jair Messias Bolsonaro e não na Bahia”, declarou o senador, que citou a aprovação da compra do banco por Vorcaro, feita pelo Banco Central durante a gestão do ex-presidente do BC Campos Neto, indicado por Bolsonaro.

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  • No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, suas disputas internas e as reações dos ministros as falas de diversos setores da opinião pública.

    Enquanto Alexandre de Moraes votava no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pela condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por coação, na Segunda Turma André Mendonça defendia que o pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, continuasse em prisão preventiva.

    As duas turmas ficam em um anexo do Supremo, uma no terceiro andar e a outra, no quarto. No terceiro andar, Moraes afirmava: “Processo penal não é palhaçada”. No andar de cima, Mendonça usava de ironia para citar a frase célebre dita por Moraes nos processos da tentativa de golpe: “Não foi um passeio no parque”, declarou para se referir ao escândalo do Banco Master.

    No Supremo, Mendonça tem dois apoiadores fiéis, que concordam com ele em matéria penal: Kassio Nunes Marques e Luiz Fux. Coincidentemente, os dois integram a Segunda Turma.

    Depois que Dias Toffoli se declarou impedido para julgar o caso Master, o caminho de Mendonça rumo à maioria ficou menos tortuoso. Apenas Gilmar Mendes defendeu que os investigados fossem transferidos para a prisão domiciliar. Nas sessões de turma, Gilmar costuma fazer uma dobradinha com Toffoli. Dessa vez, ficou isolado.

    O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta quarta-feira, 17, para ser o relator da notícia-crime apresentada pelo senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ameaça e incitação ao crime.

    A ação, protocolada em 4 de junho, pede a abertura de inquérito para investigar discurso em que Lula falou sobre enforcamento de “traidores da pátria” em Catalão (GO).

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  • No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, nesta terça-feira, 16, a prisão de Felipe Cançado Vorcaro e Henrique Moura Vorcaro, primo e pai do dono Banco Master, Daniel Vorcaro, respectivamente. Relator da Operação Compliance Zero, o ministro André Mendonça havia determinado medidas cautelares contra os réus em maio e defende a prisão dos parentes do banqueiro.

    O ministro Gilmar Mendes, que pediu vistas do processo em maio por entender que o não teve acesso integral às informações do caso, divergiu dos demais e defendeu a flexibilização das cautelares, com domiciliar para Henrique e soltura de Felipe.

    Ele foi vencido pelo restante dos magistrados, que decidiram manter os réus presos. O resultado da votação foi 3 a 1.

    Os julgamentos estavam suspensos desde 23 de maio, quando Gilmar pediu vista. Antes da interrupção, André Mendonça e Luiz Fux haviam votado pela conversão das prisões temporárias em preventivas. Com isso, o placar parcial é de 2 a 0 pela manutenção das prisões dos dois investigados.

    A tendência é que o posicionamento de Gilmar seja decisivo para o desfecho dos casos. Como o ministro Dias Toffoli se declarou impedido, caberá a Kassio Nunes Marques proferir o último voto da Turma. Se Gilmar divergir dos colegas e for acompanhado por Nunes Marques, o julgamento poderia empatar, o que favoreceria Felipe e Henrique Vorcaro.

    Ao votar pela prisão preventiva de Felipe Vorcaro, André Mendonça destacou indícios de que ele continuou adotando medidas para ocultação patrimonial mesmo após o avanço das investigações da Operação Compliance Zero.

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  • No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a novela em torno da delação premiada de Daniel Vorcaro.

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dias após a Polícia Federal também ter rechaçado um acordo com o dono do Banco Master.

    Com isso, os investigadores fecham o cerco contra Vorcaro e sinalizam que, ao menos por ora, não há mais espaço para uma negociação.

    A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi apresentada nesta segunda-feira, 15, e aponta que as informações apresentadas por Vorcaro não trazem provas novas e teriam pouca utilidade para as investigações.

    Na semana passada, a Polícia Federal também chegou a uma conclusão semelhante e comunicou à defesa de Vorcaro que não tinha interesse na sua proposta de colaboração premiada.

    Como mostrou o Estadão, Vorcaro chegou a justificar aos seus advogados que fez pagamentos a políticos por causa de sua relação de amizade com eles.

    A primeira proposta foi recusada pela Polícia Federal e pela PGR, mas a equipe de Paulo Gonet deixou a negociação aberta e pediu à defesa de Vorcaro que completasse as lacunas do acordo.

    Depois disso, o banqueiro chegou a acrescentar mais fatos no acordo e mudou parte dessas narrativas, mas o material não foi suficiente para convencer os investigadores.

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  • A profunda transformação da IA também chegando com força ao setor público. O CPQD, uma importante fundação privada brasileira focada em inovação, tecnologia e transformação digital, apresentou os primeiros resultados do projeto INSPIRE, uma iniciativa que reúne Governo Federal, academia e centros de pesquisa para criar uma infraestrutura nacional de dados e inteligência artificial voltada aos serviços públicos, baseada em agentes de IA que vem sendo desenvolvidos no País. Entre os destaques estão o Chat GOV.BR, novos sistemas inteligentes de atendimento ao cidadão e a criação de uma plataforma nacional de Inteligência Artificial para o Estado brasileiro. Para entender o alcance desse projeto e o que ele pode representar para o futuro dos serviços públicos no país, o Start recebe, nesta semana, Paulo Curado, diretor do projeto no CPQD. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras.

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  • No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre a rejeição da Polícia Federal à segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro.

    Os investigadores comunicaram a recusa ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e à defesa do dono do Banco Master.

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda está analisando a proposta de colaboração e não deu uma resposta formal até o momento.

    O procurador-geral Paulo Gonet orientou à sua equipe a analisar o material com cautela e não tem um prazo definido para finalizar essa análise.

    A avaliação dos investigadores da Polícia Federal foi que as informações apresentadas pelo dono do Banco Master não traziam novidades diante das provas já colhidas na investigação, como do próprio telefone celular de Vorcaro.

    Ainda sobre a delação do banqueiro, na segunda proposta de Vorcaro teria, segundo relato da revista Veja, uma acusação de pagamento de propina ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

    Um dos temas que o dono do Banco Master teria oferecido aos investigadores para fechar o acordo menciona uso de conta no exterior para repassar recursos ao senador do Amapá.

    De acordo com a revista, o banqueiro teria feito um pagamento de US$ 30 milhões, o equivalente hoje a cerca de R$ 153,5 milhões.

    A cifra fora depositada numa conta secreta e repassada a Alcolumbre em troca de apoio para assuntos de interesse de Vorcaro. A revista Veja diz que a operação financeira foi feita por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.

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  • No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre o cenário das eleições para presidente de 2026.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes acuado pelo baixo desempenho nas pesquisas e pela popularidade em queda, começou a anunciar medidas eleitoreiras que, embora causem um rombo nas contas públicas, cumpriram seu objetivo de direcionar a discussão nacional em temas a favor do governo.

    Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 10, captou os primeiros resultados da estratégia. 

    Houve uma inversão na curva de percepção do eleitorado sobre as notícias serem mais positivas ou negativas ao governo Lula. 

    O levantamento aponta que o petista oscilou dois pontos porcentuais para cima desde a rodada passada, divulgada em maio, indo de 42% para 44%, enquanto Flávio Bolsonaro caiu de 41% para 38%.

    Antes, o presidente e o senador estavam em empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais. Agora, Lula lidera por seis pontos porcentuais de vantagem.

    Além disso, o presidente liderou as narrativas contra seu adversário Flávio Bolsonaro (PL) no caso do Master e do novo tarifaço dos Estados Unidos.

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  • No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre o STF e as ações do ministro Alexandre de Moraes, que é cobrado pela Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de Janeiro (Asfav), que representa as pessoas condenadas pelos ataques à sede dos Três Poderes, em Brasília, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que dê andamento à análise da Lei da Dosimetria.

    A entidade afirma que “não existem providências processuais pendentes que impeçam a análise do caso”.

    Aprovada pelo Congresso Nacional após derrubada de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a norma reduz as penas aplicadas aos envolvidos e beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Ela está suspensa há cerca de um mês por decisão cautelar, de caráter provisório e urgente, do ministro Alexandre de Moraes.

    Ainda na esfera jurídica, ao menos dois dos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criticaram a decisão do presidente, Kassio Nunes Marques, de suspender a divulgação da pesquisa da AtlasIntel que aponta queda de seis pontos percentuais nas intenções de votos do senador Flávio Bolsonaro (PL) para as eleições presidenciais de outubro.

    A intenção do presidente do TSE, ainda segundo pessoas próximas, é não deixar que as pesquisas eleitorais virem “ringue” de candidaturas.

    Aliados de Nunes Marques acreditam que a decisão será confirmada. Se isso acontecer, deve ser apresentado recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), com chance de reversão.

    Em conversa com o Estadão, um integrante do TSE lembrou que, segundo uma regra aprovada pelo próprio tribunal, seria necessário haver um laudo técnico para comprovar a manipulação alegada pelo candidato.

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  • No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender a pesquisa da AtlasIntel que apontou uma queda de seis pontos percentuais na intenção de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL).

    O ministro do STF atendeu a um pedido dos advogados do Partido Liberal e determinou a suspensão da pesquisa da AtlasIntel que aponta queda na intenção de voto do filho de Bolsonaro em segundo turno contra o presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de outubro.

    Nunes Marques entendeu que há “suspeitas de indução ao eleitor” nas perguntas formuladas pelo instituto.

    A decisão monocrática tem validade imediata e foi colocada na pauta do TSE desta terça-feira, 9, para referendo dos demais integrantes da Corte, a pedido do ministro.

    Eles poderão mantê-la ou derrubá-la.

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  • No Estadão Analisa desta segunda-feira, 8 de junho, Carlos Andreazza comenta a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que rejeitou o pedido de suspeição apresentado por quatro senadores contra o ministro Kassio Nunes Marques. O magistrado foi sorteado para relatar o mandado de segurança relacionado à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar o Banco Master.

    Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Alessandro Vieira (MDB-SE), Marcos Pontes (PL-SP) e Plínio Valério (PSDB-AM) argumentaram que Nunes Marques não deveria atuar no caso devido à sua proximidade com o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O parlamentar está entre os citados nas apurações que envolvem suspeitas de participação em um esquema de fraude financeira associado ao banqueiro Daniel Vorcaro.

    Andreazza também comenta sobre o caso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, que acionou o STF para pedir o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da análise de um requerimento ligado a Daniel Vorcaro e ao Banco Master. O pedido ocorre após o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) solicitar a ampliação de uma investigação que já envolve Eduardo Bolsonaro, incluindo também Flávio e o ex-presidente Jair Bolsonaro no escopo das apurações.

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    O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.

    Apresentação: Carlos Andreazza
    Edição/Produção: Jefferson Perleberg
    Coordenação: Renan Pagliarusi

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  • A inteligência artificial, há muito, já deixou apenas de ser uma promessa no atendimento ao cliente. O foco agora está em como empresas de grande porte estão estruturando agentes autônomos baseados em diferentes tecnologias de IA para ampliar eficiência, personalização e escala. Mas até onde a automação pode ir quando o assunto envolve mobilidade, segurança e experiência dos consumidores, ainda mais numa empresa que se relaciona com milhões de pessoas, de diferentes perfis, todos os dias? Nesta edição do Start Eldorado, a conversa é com Maurício Quintela Tortosa, diretor de Experiência do Cliente da Motiva, a antiga CCR. Ele explica como a empresa está usando IA para automatizar atendimentos, criar agentes autônomos e transformar dados em decisões estratégicas, sem abrir mão do fator humano quando ele é mais importante, dentro de um tema tão fundamental para a sociedade. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras.

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  • No Estadão Analisa desta quarta-feira, 3 de junho, Emanuel Bomfim e Ricardo Corrêa tratam da reação e das estratégias de Lula e Flávio Bolsonaro para lidar com a ameaça de novo tarifaço anunciada pelos Estados Unidos.

    O presidente brasileiro fez seu mais duro discurso contra o senador.

    Já Flávio, elogiado por Donald Trump no mesmo dia, negou ter relação com o episódio e divulgou uma carta que teria enviado ao secretário de Estado americano Marco Rubio.

    Enquanto isso, Tarcísio de Freitas criticou a postura americana e os candidatos da chamada terceira via pouparam Flávio e miraram as críticas em Lula.

    O programa também analisa a revelação de novas conversas de Daniel Vorcaro nas quais ele dá prioridade máxima aos pagamentos para o filme Dark Horse, que conta a história da eleição de Jair Bolsonaro em 2018.

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  • No Estadão Analisa desta terça-feira, 2 de junho, Emanuel Bomfim e Ricardo Corrêa falam sobre o debate do fim da escala 6x1, agora no Senado.

    Na Câmara, a aprovação se deu após uma mudança de posição da oposição e com resultado elástico.

    No Senado, contudo, a apresentação de uma nova PEC, já apoiada por cerca de metade dos senadores, tende a levar a um debate um pouco mais aprofundado entre aqueles que propõem uma intervenção para limitar a escala a no máximo 5 dias e os que propõem uma flexibilização para que empregador e empregado possam negociar a escala, considerando um pagamento proporcional ao número de horas trabalhadas.

    A discussão também pode ser influenciada pela relação entre o governo Lula e Davi Alcolumbre e pelas articulações de Hugo Motta junto aos senadores.

    Além disso, o Estadão Analisa também trata da operação da polícia que, nesta segunda-feira, mirou na ONG da produtora de Dark Horse, o filme de Jair Bolsonaro, ampliando a atenção sobre o tema.

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  • No Estadão Analisa desta segunda-feira, 1º de junho, Emanuel Bomfim e Ricardo Corrêa falam sobre a expectativa da conclusão da chamada Seção 301, que pode levar a novas sanções contra o Brasil por parte dos Estados Unidos.

    Empresários brasileiros estão na expectativa de que haja novas tarifas sobre produtos por meio dessa investigação, que hoje cita também o Pix e a 25 de março.

    Após Flávio Bolsonaro pedir publicamente e conseguir a designação de PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas, Trump acabou entregando a Flávio um discurso mais fácil do que o de Lula.

    Também o entregou o ativo de ter voz junto ao governo americano.

    Mas como fica esse discurso se vierem novas tarifas que podem impactar a economia brasileira?

    O programa fala também sobre as novas suspeitas envolvendo a ONG da produtora de Dark Horse, o filme de Jair Bolsonaro, e seus possíveis impactos na disputa eleitoral.

    O Estadão revelou nesta segunda que a ONG direcionou emendas de Mário Frias para uma empresa de uma doadora de campanha, para o advogado do deputado federal e para o sócio de Karina Gama, que é aliada dele, incluindo recursos para a compra de livros que nunca foram entregues.

    No programa, também uma análise sobre os efeitos de futuras novas ações esperadas dos Estados Unidos contra o Brasil com a aproximação do momento de conclusão da chamada Seção 301.

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