Avsnitt
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Blues Breakers é o melhor álbum do blues britânico e o melhor trabalho de John Mayall. Marca também o surgimento definitivo de um novo guitar hero: Eric Clapton, aos 21 anos, num interlúdio entre os Yardbirds e o Cream.
Embora a guitarra de Clapton domine a maior parte do disco, a banda ainda contava com o futuro cofundador do Fleetwood Mac, John McVie, no baixo e do baterista Hughie Flint, numa cozinha sólida e igualmente intensa.
Chegando aos 60 anos, esse discaço é o assunto do nosso episódio de hoje.
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Gravado durante e logo após a turnê de Monster, o álbum New Adventures in Hi-Fi não nega ter sido registrado na estrada: letras que falam de deslocamentos e viagens, sonoridade crua e uma banda à beira da exaustão.
Mas o resultado é belo e brilhante, melancólico e intenso.
Chegando aos 30 anos, New Adventures in Hi-Fi é o assunto deste episódio
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Peso, melodias grandiosas e experimentação. Rock alternativo, eletrônica e progressivo. Tem tudo isso e ainda mais em Black Holes and Revelations, do Muse, que está completando 20 anos.
Com a participação de Renata Costa, do Rock na Mesa, nosso papo de hoje é sobre esse novo clássico.
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Nos Drops temos episódios mais curtos e em trabalho solo.
Nesta edição, Rodrigo Melão indica cinco álbuns de indie rock dos anos 90 que tiveram lançamento no Brasil.
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O terceiro disco dos Titãs surpreendeu público e crítica: um trabalho agressivo, intenso e genial.
Completando 40 anos no dia 25 de junho, Cabeça Dinossauro é o assunto deste episódio, que contou com a participação de Gleydson Alves.
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Depois de dois discos recebidos de maneira morna por público e crítica, os Paralamas voltaram aos holofotes em 1995 com o ao vivo Vamo Batê Lata. Em seguida, consolidam sua recuperação de prestígio com um de seus melhores trabalhos da carreira - Nove Luas.
Lançado em 2 de julho de 1996, Nove Luas tem pop latino, reggae, rock e uma banda no auge de sua criatividade e talento.
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Lançado no auge do enorme sucesso solo de Phil Collins, Invisible Touch foi visto por muitos como um álbum de Collins disfarçado de Genesis. Não é difícil entender o motivo: trata-se do disco mais pop da carreira da banda, marcado por bateria eletrônica, sintetizadores e uma produção elegante e altamente acessível.
Mas mesmo com a coleção de grandes hits que define o álbum, Invisible Touch tem momentos que nos lembram que estamos diante de um dos grandes nomes do rock progressivo de todos os tempos.
Chegando aos 40 anos, Invisible Touch é o assunto do nosso papo de hoje.
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Completando 40 anos no dia 2 de junho, A Kind of Magic traz várias canções da trilha sonora do clássico cult-trash Highlander, e também alguns das melhores composições do Queen em seus últimos anos. Mas que não fazem feio diante da obra completa da banda.
A Kind of Magic é o assunto do nosso papo neste episódio.
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Voltamos a falar de discos que detestamos feitos por bandas que amamos!
Desta vez, vamos conversar sobre álbuns que apareceram no nosso instagram, na odiada série Quando o Rock Errou.
Escolhemos para esta edição os discos Thank You, do Duran Duran, Mardi Gras, do Creedence, e Hot Space, do Queen.
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Nos Drops temos episódios mais curtos e em trabalho solo.
Nesta edição, Rodrigo Melão indica cinco discos ao vivo de punk e hardcore.
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So é o álbum mais vendido da carreira de Peter Gabriel e tem alguns de seus maiores hits. Mas não é meramente um álbum mais pop e acessível. É elegante, intrigante e muito original, e por isso é uma obra-prima
Completando 40 anos em 19 de maio, So foi o assunto do nosso papo neste episódio.
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Mais que uma coletânea, Standing on a Beach/Staring at the Sea foi o álbum que apresentou o Cure ao mundo, se tornando seu trabalho mais vendido.
Resumo perfeito da carreira da banda até 1985, o álbum traz hits de todas as fases e mostra como a banda surgiu, quase acabou e ressurgiu ainda melhor em menos de sete anos.
Completando 40 anos, essa coletânea essencial é o assunto do nosso papo de hoje
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O terceiro álbum da banda The Cranberries é, para nós, uma obra subestimada. Mais complexo e diverso musicalmente, com peso, melancolia e beleza, To The Faithful Departed merece ser celebrado como o melhor disco da banda, na nossa opinião.
Chegando aos 30 anos, o álbum é o assunto do nosso episódio de hoje.
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Lançado no dia 24 de abril de 1986, Selvagem? é o terceiro álbum dos Paralamas do Sucesso e consegue ser o maior sucesso comercial da banda, dentre os discos de estúdio, e um dos trabalhos mais aclamados do rock nacional de todos os tempos.
Reconhecidamente inovador e ousado nas suas mudanças sonoras e líricas, Selvagem? foi o assunto do nosso papo, onde analisamos o impacto do álbum em seu lançamento e o legado dessa obra.
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Lançado em 1972, Argus é o terceiro e mais bem-sucedido álbum de estúdio da banda britânica Wishbone Ash.
Além de uma eficiente combinação de folk, progressivo e hard rock, Argus traz belos arranjos vocais e o uso pioneiro de guitarras gêmeas, técnica que influenciou profundamente Steve Harris, do Iron Maiden.
Argus é um dos cinco álbuns que o nosso convidado de hoje, Rômulo Konzen, levaria para uma ilha deserta.
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Evil Empire é uma fusão agressiva de hip-hop, rock e funk, além de um manifesto político contra a opressão e o sistema capitalista.
Segundo disco do Rage Against The Machine, Evil Empire está completando 30 anos em 16 de abril e soa mais atual do que nunca.
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Astral Weeks é um fluxo de consciência musicado. Aqui, Van Morrison abandona completamente a estrutura tradicional do rock e mergulha em algo entre folk, jazz, soul e música de câmara. É um disco sobre memória, espiritualidade, infância, desejo, transcendência. E tudo ao mesmo tempo.
Neste episódio contamos com a luxuosa participação de Daniel Rezende, do perfil altrockbrasil do instagram.
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Presence foi gravado em pouco mais de duas semanas e surgiu num momento turbulento: Robert Plant estava se recuperando de um grave acidente de carro na Grécia, gravando boa parte dos vocais em uma cadeira de rodas.
Sem baladas acústicas e sem teclados, o que deixa Jimmy Page dominando a paisagem sonora, o disco é um retorno a um Zeppelin mais cru, pesado e centrado na guitarra. Ao mesmo tempo, é um trabalho tenso, introspectivo e por vezes sombrio.
Chegando aos cinquenta anos no dia 31 de março, Presence é o assunto deste episódio.
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Lançado em 31 de março de 1986, o álbum 5150 marca a estreia de Sammy Hagar como vocalista da banda após a saída de David Lee Roth. A troca de vocalista veio junto com uma sonoridade mais polida e acessível.
O disco equilibra riffs marcantes de Eddie Van Halen com teclados mais presentes, consolidando uma nova fase, comercialmente bem-sucedida e musicalmente ainda vibrante
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Neste Drops, Rodrigo Melão dá cinco dicas de coletâneas que saem do óbvio lançadas nos anos 90!
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