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O nosso convidado ficou famoso em Portugal, mesmo tendo nascido no outro lado do Atlântico. Ganhou 13 títulos em solo luso, em dois clubes. Combativo, fiel à sua personalidade, era daqueles jogadores que deixava os adversários com os nervos em franja. Saiu a custo zero de um grande para outro, esteve em três mundiais e venceu uma Copa América. Maxi Pereira.
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O nosso convidado colocou um ponto final há dias. Internacional jovem por Portugal várias vezes foi descendo no terreno de jogo, ao contrário da geografia da vida que o fez começar num dos pontos mais ocidentais da europa e terminar no região transmontana. Viveu uma formação de luxo e esteve inserido numa troca entre dois grandes que surpreendeu muita gente. Diogo Viana.
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Saknas det avsnitt?
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O nosso convidado fazia da força e da combatividade a sua imagem de marca. Deixou de jogar em Espanha em 2021, num emblema que já disputou a Liga dos Campeões. Venceu taças em três países diferentes e uma liga. Foi internacional A e somou várias internacionalizações jovens. Homem de golos e de muito mundo. Orlando Sá.
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O nosso convidado deixou de jogar em 2015/2016 numa ilha do mediterrâneo. O seu futebol tinha golos e muitas assistências. Foi campeão em Portugal, mas também celebrou no estrangeiro. Vestiu a camisola portuguesa e apesar de ser de uma localidade com pouca expressão futebolística, conseguiu ser grande no meio dos grandes. Nuno Assis.
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O nosso convidado cresceu no meio campo para a frente e fez da grande área o seu espaço natural. Deixou de jogar na Liga 3, mas o seu futebol levou-o a festejar títulos em Portugal, mas também em dois países europeus. Foi internacional jovem por Portugal e durante algum tempo conviveu com Ronaldo num feito onde só estavam dois portugueses. Rui Pedro.
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O nosso convidado despediu-se do futebol com 42 anos e com uma festa nacional. A sua carreira sénior só foi vivida em três clubes, mas viveu conquistas importantes em todos eles. Destemido, audaz, rápido e ágil. Celebrava de perto o desespero de uns, vibrava de longe com o sucesso dos seus. Internacional português em toda a linha e um título por Portugal na formação.
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O nosso convidado deixou de jogar aos 41 anos e teve a estreia na 1ª Liga com 19 anos. Terminou na distrital, mas na sua carreira ouviu a música da Champions, da Liga Europa e até o hino de Portugal nas seleções jovens e inclusivé numa edição dos Jogos Olímpicos. No palmarés ostenta oito títulos todos conquistado numa das maiores ilhas do mediterrâneo. Mário Sérgio.
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O nosso candidato fez parte de um dos plantéis mais vitoriosos do futebol português. Deixou de jogar em 2015/2016, com 40 anos. Representou três campeões nacionais, venceu duas provas europeias e teve lar em duas ilhas do Atlântico. Terminou a carreira em casa, depois de mais de 700 jogos nas pernas. Tiago.
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O nosso convidado deixou de jogar na Distrital do Porto, já depois dos 40 anos. No palmarés guarda medalhas de cinco títulos conquistados em dois países diferentes. Brilhou nas seleções jovens e na formação conquistou dois títulos nacionais. Jogou competições europeias e ganhou uma prova internacional por Portugal. Começou a extremo, mas desceu no terreno. A pergunta antes do Ponto Final: Manuel José.
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O nosso convidado terminou a carreira aos 42 anos. Não nasceu em Portugal, mas tem a nacionalidade portuguesa. Conquistou títulos importantes em dois países, mas jogou em três. Mais de 500 jogos na carreira e sempre com grandes missões, talvez as mais difíceis. Rafael Bracali.
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O nosso convidado deixou de jogar no final desta temporada, com 35 anos. Natural de Vila Nova de Gaia, este médio ganhou o estatuto de deus na terra dos deuses. Ganhou títulos em dois países, os dois em que jogou futebol profissional. Representou sete clubes. Uma carreira de bravura, duelos e muita intensidade. André Simões.
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O nosso convidado foi um dos mais promissores defesas da sua geração. Formado por um grande, foi noutro que se tornou referência. No palmarés quatro títulos nacionais conquistados em Portugal e seis no estrangeiro. A somar a tudo isso um título por Portugal. Um jogador com cabeça para o golo. Tonel.
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O nosso convidado deixou de jogar em 2019 na 1ª Liga, local onde passou grande parte da carreira. De uma região com nomes fortes do futebol português, vestiu a camisola de Portugal, mas apenas na formação. Foi ao estrangeiro em três ocasiões, tem no seu palmarés a conquista de duas provas nacionais e viveu momentos marcantes em dois dos grandes do futebol português. A pergunta antes do Ponto Final. Nuno André Coelho.
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O nosso convidado deixou de jogar no final da temporada 2023/24, na distrital. Um patrão alentejano que ganhou fama noutra região onde o futebol de elite nem sempre tem a mesma força. Nunca jogou fora de Portugal, mas esteve treze épocas no patamar profissional. Teve mais de 300 jogos a titular, na carreira e tem um título profissional na sua carreira. Pica.
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O nosso convidado não deixou terminar a época para terminar a carreira. Chegou a Portugal ainda com idade júnior e por cá ficou. Um virtuoso pelo lado direito, conquistou sete títulos nacionais, em dois países diferentes. Nunca jogou como profissional no seu país de nascimento, mas é internacional pela sua bandeira. Em Portugal vestiu camisolas de cinco clubes diferentes e jogou futebol em três continentes. Mario Rondón.
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O nosso convidado deixou de jogar aos 39 anos, depois de 20 temporadas no profissionalismo. Ganhou a alcunha de figura fantástica. Esteve presente em cinco fases finais de grandes competições de seleções, foi campeão em dois países diferentes e campeão português de formação em quase todos os escalões. A passagem pelas seleções jovens foi plena de sucesso, tendo vencido dois títulos internacionais. Ricardo Costa.
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O nosso convidado deixou de jogar futebol no continente africano. Espalhou magia e muitos golos pelos clubes que representou. Marcou na liga por cinco clube diferentes, jogou em dois emblemas que já foram campeões nacionais e tem mais de 100 golos marcados na 1ª Liga e foi treinado por José Mourinho e Víctor Fernández. João Tomás.
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O nosso convidado terminou a carreira com 37 anos, depois de ter jogado por 11 clubes diferentes em Portugal e ter experimentado jogar futebol em cinco países distintos. O virtuosismo do seu pé direito esteve perto de o levar para outros patamares, mas teve o destino mudado de um dia para o outro. Tem mais de 30 internacionalizações jovens, mas o único título que tem na carreira foi na distrital de Évora. Tiago Targino.
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O nosso convidado terminou a carreira com um jogo internacional. Com mais de vinte anos sobre o relvado, chegou a estar em mais de cinco competições numa só época. Foi internacional mais de dez anos e esteve presente em várias finais europeias. Começou a carreira no século passado, com 16 anos, mas a formação tem mais tempo. Artur Soares Dias.
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O nosso convidado sentiu o sucesso de vermelho, antes de viver a glória vestido de azul. Foi arma secreta num Europeu, jogou num meio campo de olhos fechados. Ainda desconhecido partilhou balneário com o também desconhecido Fernando Aguiar. Nunca foi chamado para um governo, mas sempre teve uma pasta. Excêntrico ou elegante? Costinha.
- Visa fler