Avsnitt
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Oi, gente!
Estou de volta com um novo episódio do podcast Oi, Gente para conversar sobre um tema que atravessa a política, a democracia e a própria maneira como entendemos o passado: quem é dono da História?
A partir das comemorações dos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, reflito sobre como governos recorrem ao passado para reconstruir narrativas e legitimar projetos de poder.
Afinal, manipular a História nem sempre significa inventar fatos; muitas vezes significa selecionar memórias.
Ouça episódio 126 pelo link da bio ou dos stories e depois me conte o que você acha: a História pertence aos governantes ou à sociedade?
Apresentação: Lilia SchwarczDireção: Newman CostaEdição: Pedro OliveiraRoteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia SchwarczRedes: Tainah MedeirosRealização: Baioque Conteúdo -
Oi, Gente.
Apresentação: Lilia SchwarczDireção: Newman CostaEdição: Pedro OliveiraRoteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia SchwarczRedes: Tainah MedeirosRealização: Baioque Conteúdo
Hoje o podcast é dedicado à decisão da ONU que transformou a escravidão de pessoas africanas durante o período moderno em crime de lesa-humanidade.
Eu falo sobre a importância, as consequências, quais países foram a favor, contra ou se abstiveram.
Mas o bonito, foi que essa moção de Gana venceu com números muito expressivos e à partir disso se inicia um processo de reorientação, reflexão e de direito à memória em relação a esses países dessas pessoas que tiveram seu passado desumanizado pelo maior crime contra a humanidade.
O episódio #125 do podcast Oi, Gente já está no ar e o link está nos stories e também na bio. -
Saknas det avsnitt?
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Oi, Gente!
No episódio de hoje do podcast Oi, Gente, eu trato de polarização e acerca dos problemas desse conceito tão repetido no debate público.
Para isso, recorro a autores da ciência política e da filosofia histórica para discutir uma questão importante: muitas vezes falamos em polarização como se houvesse dois lados equivalentes em disputa. Mas será que essa equivalência realmente existe?
Hoje vemos a atuação de uma extrema direita organizada no Brasil e no mundo. Mas e a chamada extrema esquerda, onde está?
Para pensar um histórico de polarização no Brasil, eu volto a quatro momentos importantes da história brasileira: os diferentes governos de Getúlio Vargas, a ditadura militar, o período da redemocratização e nosso momento contemporâneo, a partir do golpe do impeachment de Dilma Rousseff.
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E o podcast dessa semana não poderia ser outro tema, senão, CARNAVAL!
Por isso, escolhi três músicas de carnaval de períodos distintos para a gente falar um pouco de história e de música: Ô Abre Alas! De Chiquinha Gonzaga (1899), Noite dos Mascarados de Chico Buarque (1967) e o samba-enredo da Mangueira História para Ninar Gente Grande (2019), também conhecido como Samba de Marielle.
Apresentação: Lilia SchwarczDireção: Newman CostaEdição: Pedro OliveiraRoteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia SchwarczRedes: Tainah MedeirosRealização: Baioque Conteúdo
Vamos falar do ativismo de Chiquinha, da importância de canções como a de Chico no período da ditadura e da homenagem da Mangueira a das tantas heroínas que não podem ser esquecidas pela história.
Venha ouvir o episódio #123 do podcast ‘Oi, Gente’ pelo link do stories ou da bio e bom carnaval! -
O podcast de hoje é dedicado a uma cidade de tantos contrastes e contradições, mas a cidade que eu vivo a maior parte do tempo é gosto muito: São Paulo, que completa neste domingo 472 anos!
Por isso, nesse episódio eu conto sua história desde o seu surgimento — invadindo terras indígenas —, passando pelo café, a imigração até chegar em nosso momento contemporâneo.
Termino com uma homenagem composta pelo genial Tom Zé.
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Oi, gente.
Vamos começar o podcast em 2026 com um tema atual: a política internacional dos Estados Unidos, que - como estamos vendo - nunca foi democrática.
Fiz um levantamento de todas as guerras que os EUA patrocinou e participou, como eles auxiliaram em golpes de Estado (incluindo o de 64 aqui no Brasil) e de seus 750 postos armados espalhados pelo mundo.
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Oi, gente.
Para fechar o ano dessa temporada do nosso podcast eu converso aqui sobre a importância do ano de 2025 para a democracia brasileira.
Neste ano tivemos um fato inédito na história desse país: o julgamento, a condenação e a prisão de um ex-presidente da República por crimes relacionados a ataques à ordem democrática. Isso sem esquecer que essa foi a primeira condenação de militares por tentativa de golpe de Estado e com um júri civil. Só assim combatemos essa falsa ideia de vingança. Estamos falando de justiça e democracia tem as suas. Memória é um direito, e as democracias só se fortalecem quando mostram que ninguém está acima da Constituição.
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Por que será que a gente não cuida da nossa segurança patrimonial?
No podcast dessa semana eu faço uma comparação entre o roubo das obras na Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo e no Louvre.
Por que será que a gente não cuida da nossa memória?
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Oi, Gente.
No podcast dessa semana, como não podia deixar de ser, eu falo deste tema duro, mas absolutamente necessário que é a violência contra a mulher no Brasil.
A partir dos dados mais recentes do DataSenado, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Atlas da Violência, eu discuto como o país segue ignorando números que revelam muito sobre quem somos e sobre o tipo de sociedade que estamos construindo. Estamos falando de vidas, histórias interrompidas e desigualdades que atingem especialmente as mulheres negras.
Também proponho caminhos possíveis sobre como podemos enfrentar essa violência — e gostaria de ouvir sua opinião nos comentários.
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Oi, Gente.
O podcast de hoje se chama "50 anos dessa data."
Eu traço paralelos entre o ambiente de 1975, em plena ditadura militar, onde brasileiros e brasileiras lutavam para acabar com esse regime de exceção e o que vemos agora - um momento em que as intituições democráticas brasileiras estão funcionando e enfim condenamos militares e civis golpistas.
Afinal, este é o Brasil que queremos: um Brasil mais republicano, sem ansistia para goslpistas e onde nenhum cidadão ou cidadão esteja acima da lei.
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Oi, Gente.
Hoje o podcast é dedicado às palavras e o poder que elas tem de mudar o mundo, ou, mantê-lo como é.
Eu analiso uma série de palavras e expressões que lembram muito a esse país que admitiu quase 4 séculos de regime de escravidão e que naturalizou termos e expressões a ele relacionados.
Explico a origem histórica dessas palavras, para compreendermos por que elas não cabem mais nosso vocabulário e proponho novos termos para que a gente adote uma postura mais consciente e, de fato, antirracista.
Palavras machucam e está em nosso poder erradicá-las ou ao menos sabermos o que dizemos quando falamos certos termos.
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Oi, Gente! O podcast de hoje é sobre a Proclamação da República.
Vamos pensar por que essa data ficou conhecida como o golpe de 15 de novembro?
Que golpe foi esse e por que será que os militares entraram nessa história e deram um golpe dentro do golpe?
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Oi, Gente.
No episódio do nosso podcast semana eu converso com o Thiago Amparo, advogado, professor e uma das vozes mais importantes hoje quando o assunto é direitos humanos e justiça racial.
Falamos sobre a sobre a falta de inteligência nas políticas de segurança pública e sobre a apatia da sociedade diante de violências contra a população negra como a chacina da semana passada no Rio.
O que isso diz sobre quem somos e o que queremos construir como uma nação democrática?
Um papo duro, mas necessário e urgente.
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Oi, Gente.
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No podcast de hoje precisamos falar desse tema difícil, mas necessário.
O Rio de Janeiro voltou às manchetes com mais chacina, nada disso começou agora.
Neste episódio eu conto como surgiram as favelas do Rio e volto no tempo para relembrar outros episódios que marcaram a história do Brasil como da Candelária, Vigário Geral e Jacarezinho.
Também trago uma reflexão sobre como não podemos naturalizar que lugar de polícia é lugar de assassinato e como o lugar de pessoas que vivem nas favelas não é apenas lugar de criminalidade.
O que essa repetição diz sobre nós, sobre o Estado e sobre a democracia que queremos construir? -
Oi, Gente, o podcast de hoje é daqueles que resgatam memórias que precisamos “lembrar de não esquecer”.
Eu falo da trajetória de Vladimir Herzog. Sua biografia, a forma como foi torturado e assassinado pela ditadura militar brasileira há 50 anos e como se transformou em um símbolo de luta pela liberdade e resistência.
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Dessa vez, o podcast é com música! Convidei o aficcionado por som Pedro Schwarcz, do podcast Um Papo sobre Som, para homenagear o Dia da Música Popular Brasileira, que se comemora em 17 de outubro.
A gente fez uma viagem sonora e histórica pelas décadas: do violão revolucionário de João Gilberto nos anos 50, passando pela poesia de Gil e Torquato Neto, o experimentalismo de Arrigo Barnabé, até o som inventivo de Tom Zé.
E o que a gente descobre é que a música popular brasileira conta — e canta — a nossa própria história.
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Oi, Gente, hoje o podcast é dedicado ao dia dos Theatros Municipais, que acontece amanhã, dia 11 de outubro.
No episódio eu explico a importância dessas insituições culturais, a origem bastante eurocêntrica delas e como eram a princípio voltadas para uma programação muito seletiva. Com o tempo, porém, esses equipamentos foram se inserindo nas novas lógicas culturais que pedem mais pluralidade e inclusão.
Mesmo assim, não perderam o Th, da palavra Theatro.
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Oi, Gente, o podcast de hoje é com imagens! Isso mesmo, você ouve e acompanha as imagens que menciono no post do meu Instagram.
Isso porque eu conto sobre os bastidores da produção do "Abaporu", tela mais famosa de Tarsila do Amaral, que se encontra hoje no acervo do MALBA, em Buenos Aires.
Para falar dessa tela, eu retorno a outras duas: "Le Manteau Rouge", ou "Autorretrato", e "A Negra", ambas de 1923, que nos ajudam a lançar um olhar crítico sobre a representação de brasileiros e brasileiras pobres e trabalhadores na arte moderna — sem desmerecer a importância estética das obras.
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Oi, Gente! No podcast desta semana eu analiso o tão comentado discurso de Lula na ONU.
Sobretudo, como o presidente tratou a questão do 8 de janeiro não como uma questão exclusivamente nacional, mas como um tema que compete à sociedade de maneira global.
Ficou o recado: não há democracia com autocracia, censura ou golpe de Estado.
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Oi, Gente, hoje o podcast é dedicado aos Símbolos Nacionais.
Já que 18 de setembro foi o dia deles, mas é uma data que ninguém dá muita bola, nesse episódio faço uma reflexão sobre como a bandeira, o hino, o brasão, o selo são constantemente sequestrados por um grupo, como se eles dissessem respeito apenas a um Brasil.
Na verdade, eles precisam ser plurais e expressar nossa multiplicidade. Isso seria possível num país tão polarizado?
Apresentação: Lilia SchwarczDireção: Newman CostaEdição: Pedro OliveiraRoteiro: Luiz Fujita Jr e Lilia SchwarczRedes: Tainah MedeirosRealização: Baioque Conteúdo - Visa fler