Avsnitt

  • Parece que a nossa civilização declarou uma verdadeira guerra à finitude, tentando a todo custo não envelhecer, não sofrer e apagar as marcas do tempo no nosso corpo.

    Mas o que a gente acaba perdendo quando foge tanto da nossa própria condição de ser mortal?

    No episódio desta semana, temos a alegria de receber novamente a Viviane Mosé para nos ajudar a desatar esse nó e entender o que significa dizer sim à vida, mesmo quando ela inclui tantas dores e desafios.

    Em uma conversa profunda, mergulhamos na diferença entre a felicidade idealizada, aquela que a gente só mostra para os outros nas redes sociais, e a alegria real, que é corporal, sem sentido lógico e que transborda.

    Falamos sobre como tentar eliminar o atrito das nossas rotinas nos desconecta do fluxo natural das coisas e como a angústia é, na verdade, a dor da nossa alma rasgando para conseguir caber mais mundo.

    Esse episódio é um convite para pararmos de fugir da solidão, abraçarmos a efemeridade construindo castelos sabendo que a maré vai levar e retomarmos o nosso senso estético, que é a verdadeira inteligência dos afetos.

    Vem com a gente existir e se expandir!

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    A peça da Viviane Mosé está em São Paulo nessa semana!

    Para adquirir o seu ingresso acesse:

    https://www.eventim.com.br/artist/teatro-j-safra/viviane-mose-apresenta-um-sim-a-vida-4074716/

    📅 Data: 12 e 13 de junho de 2026

    🕗 Horário: sexta às 20h30 e sábado às 20h00

    🚪 Abertura dos portões: 2 horas antes do início do evento

    📍 Local: Teatro J. Safra

    📌 Endereço: R. Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo/SP

    🚫 Classificação etária: 14 anos.

  • Em um país polarizado, onde o dado muitas vezes parece ter virado mera opinião, o que fica no meio do caminho entre saber que uma solução funciona e fazê-la acontecer na prática?

    Para conversar sobre esse dilema técnico e profundamente humano, o Mamilos recebe a deputada federal Tabata Amaral e o gestor público Alexandre Schneider.

    Neste episódio, destrinchamos os bastidores da criação de leis e projetos que transformam realidades cotidianas. Investigamos como a evidência científica precisa se aliar ao "diploma de realidade" para enfrentar desafios complexos: desde a proibição de celulares nas escolas até a universalização de creches e a garantia da dignidade menstrual.

    Vem entender a engrenagem oculta da política, o peso da transparência radical de dados e a urgência de dialogar além das bolhas ideológicas para construir o bem comum.

    Gostou do papo? Seja o algoritmo que você quer ver no mundo e compartilha com quem precisa ouvir esse episódio!

    *Esse episódio do Mamilos tem parceria com a Plan International Brasil, uma organização que atua diretamente nas comunidades e nas políticas públicas para combater o casamento precoce, garantindo educação e oportunidades para que as meninas possam ser donas do próprio futuro.

    Conheça as iniciativas, compartilhe informações e apoie essa causa: https://plan.org.br/doe-agora/?utm_source=MamilosPodcast&utm_medium=merchan&utm_campaign=NWT_Azul-por-elas_Mamilos-Podcast_Merchan

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  • Quantas vezes você já varreu uma frustração para debaixo do tapete em nome de uma falsa positividade? Para muitas mulheres que já conquistaram seus espaços profissionais, a regra do jogo sempre foi vestir a armadura, ser forte o tempo todo e ignorar o cansaço ou o medo. Mas qual é o preço fisiológico e psicológico que a gente paga por silenciar quem somos e engarrafar o que sentimos? No episódio #558, gravado diretamente do Flash Humanidades, o Mamilos recebe uma convidada mais do que especial para nos ajudar a tirar essa armadura: Susan David. Psicóloga premiada da Harvard Medical School, autora do best-seller Agilidade Emocional e uma das principais pensadoras globais em comportamento humano. Contrariando os gurus da internet, a Susan nos mostra que a resposta para as incertezas de hoje não é a resiliência cega ou a disciplina punitiva, mas sim a forma como nos relacionamos com as nossas próprias emoções. Durante a conversa, Susan desconstrói o mito das emoções "ruins", entendendo que a raiva, o medo e a tristeza não são sentimentos que devem ser evitados, porque as emoções não são boas nem ruins, elas simplesmente são. Ela ensina também a diferença fundamental entre sentir e reagir: as nossas emoções são dados importantíssimos, mas não devem ser encaradas como ordens ou diretrizes inquestionáveis.Além disso, mergulhamos no conceito de vulnerabilidade sábia no ambiente de trabalho, compreendendo por que devemos agir e liderar a partir das nossas cicatrizes, e não exigindo que a equipe lide com as nossas feridas abertas. O papo de hoje é um respiro, um abraço e um convite para você criar um vocabulário novo para o que sente. Aperta o play e vem com a gente 🎙️✨🎧---🎥 ASSISTA MAIS CONTEÚDOS DO MAMILOS PODCAST:https://www.youtube.com/@mamilospodcast ---SIGA O MAMILOS NAS REDES:📷 Instagram: https://www.instagram.com/mamilospod/🎶 TikTok: https://www.tiktok.com/@mamilospodcast---🎙️APRESENTADORAS:👩🏻‍🦱 Cris Bartis: https://www.instagram.com/crisbartis/ 👩🏻‍🦰 Ju Wallauer: https://www.instagram.com/jwallauer/ ---#MamilosPodcast #podcastbrasil

  • Quantas vezes você já varreu uma frustração para debaixo do tapete em nome de uma falsa positividade?

    Para muitas mulheres que já conquistaram seus espaços profissionais, a regra do jogo sempre foi vestir a armadura, ser forte o tempo todo e ignorar o cansaço ou o medo. Mas qual é o preço fisiológico e psicológico que a gente paga por silenciar quem somos e engarrafar o que sentimos?

    No episódio #558, gravado diretamente do Flash Humanidades, o Mamilos recebe uma convidada mais do que especial para nos ajudar a tirar essa armadura: Susan David. Psicóloga premiada da Harvard Medical School, autora do best-seller Agilidade Emocional e uma das principais pensadoras globais em comportamento humano. Contrariando os gurus da internet, a Susan nos mostra que a resposta para as incertezas de hoje não é a resiliência cega ou a disciplina punitiva, mas sim a forma como nos relacionamos com as nossas próprias emoções.

    Durante a conversa, Susan desconstrói o mito das emoções "ruins", entendendo que a raiva, o medo e a tristeza não são sentimentos que devem ser evitados, porque as emoções não são boas nem ruins, elas simplesmente são. Ela ensina também a diferença fundamental entre sentir e reagir: as nossas emoções são dados importantíssimos, mas não devem ser encaradas como ordens ou diretrizes inquestionáveis.

    Além disso, mergulhamos no conceito de vulnerabilidade sábia no ambiente de trabalho, compreendendo por que devemos agir e liderar a partir das nossas cicatrizes, e não exigindo que a equipe lide com as nossas feridas abertas.

    O papo de hoje é um respiro, um abraço e um convite para você criar um vocabulário novo para o que sente.

    Aperta o play e vem com a gente 🎙️✨🎧

  • A gente nunca esteve tão conectado.

    E, paradoxalmente, a gente nunca sentiu tanta necessidade de sair de casa.

    A OMS já declarou uma crise de saúde social global, onde o isolamento virou um problema de saúde pública. Mas no meio desse boom de telas, algoritmos que entregam tudo mastigado e inteligências artificiais gerando conteúdos que a gente nem sabe mais se são reais, um fenômeno contraintuitivo tomou conta do país.

    Filas virtuais com centenas de milhares de pessoas disputando um ingresso para o Oasis ou para o BTS.

    Praias lotadas em Copacabana para ver Madonna, e festivais que dão sold out no escuro.

    O Brasil é, hoje, o segundo maior mercado de shows ao vivo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

    Se a gente tem acesso a qualquer show ou conteúdo do mundo no sofá de casa, a um clique de distância, o que nos faz enfrentar horas de pé, chuva e perrengue? Que fome de encontro é essa?

    No episódio #557, para entender a magia da Economia da Presença e discutir os encontros que mudam as nossas vidas, convidamos O Igor e o Enrico, dois especialistas apaixonados por construir comunidades.

    Vem com a gente desvendar por que o nosso maior símbolo de status hoje é gerenciar o próprio tempo, como os eventos viraram a nossa prova de realidade, e por que, no fim do dia, a gente só quer mesmo é suar na pista de dança e sentir junto.

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  • Você já sentiu aquela ansiedade ao abrir a internet e dar de cara com mais uma novidade sobre Inteligência Artificial? Aquela sensação de que o mundo está correndo numa velocidade absurda e você está ficando para trás? Respira fundo. No episódio de hoje, o Mamilos recebe Ana Freitas e Cris Dias, do IA em Curso, para compartilhar os bastidores de uma imersão prática que mudou tudo. Descobrimos que a IA deixou de ser só uma assistente e virou uma colega de trabalho que age junto com você. Entre a Ju criando um aplicativo de gamificação do zero sem saber programar e a Cris transformando quase 12 anos de áudio em textos, discutimos também as sombras dessa revolução. Falamos sobre o medo de perder o emprego, o cuidado com os dados e fizemos uma provocação: essa inteligência é Artificial ou, na verdade, Coletiva? Dá o play e vem entender o que a IA Agêntica pode fazer por você.🔗 Para mais informações acesse: www.iaemcurso.com.br🏷️Cupom de 20% de desconto: MAMILOS (digite no checkout!)---🎥 ASSISTA MAIS CONTEÚDOS DO MAMILOS PODCAST:https://www.youtube.com/@mamilospodcast ---SIGA O MAMILOS NAS REDES:📷 Instagram: https://www.instagram.com/mamilospod/🎶 TikTok: https://www.tiktok.com/@mamilospodcast---🎙️APRESENTADORAS:👩🏻‍🦱 Cris Bartis: https://www.instagram.com/crisbartis/ 👩🏻‍🦰 Ju Wallauer: https://www.instagram.com/jwallauer/ ---#MamilosPodcast #PodcastBrasil

  • Você já sentiu que estava seguindo um roteiro que, no fundo, não foi você quem escreveu?

    Ou que cumpriu todas as regrinhas daquele manual de "como ser uma mulher bem-sucedida", mas a conta da felicidade não fecha?

    O convite hoje é tirar a série "Juntas e Separadas" da tela e trazer direto para a nossa vida real.

    Para nos ajudar a olhar para essas encruzilhadas, recebemos as atrizes Natália Lage, que interpreta a Ana Lia, e Débora Lamm, a Claudinha.

    A nossa conversa é sobre a delícia e o susto que é ter a liberdade de mudar de ideia.

    Sobre amadurecer e descobrir que o "felizes para sempre" é, na verdade, uma grande dramédia cheia de curvas, perdas, dores inevitáveis e daquelas gargalhadas que salvam o dia.

    É sobre ter a coragem de desconstruir a mulher ideal, que dá conta de tudo e não incomoda ninguém, para finalmente abraçar a mulher autêntica que nasce dos nossos atritos, do nosso autoconhecimento e dos amores que a gente nem sabia que podia viver.

    Mas, acima de tudo, esse episódio é uma celebração. Uma homenagem àquela rede visceral de amigas que nos mantém de pé quando tudo ao redor desanda, e que tem a coragem de nos dizer a verdade, olho no olho, mesmo quando dói.

    Vem que a conversa tá boa! Aproveita e já compartilha esse vídeo com as mulheres que ajudam a escrever o roteiro da sua vida 🩷

  • Nos últimos tempos, a liquidação do Banco Master tomou conta do noticiário. O que chegou para o investidor comum como uma promessa quase irrecusável de rentabilidade: CDBs a 140% do CDI com o escudo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), revelou-se um rombo bilionário.

    Mas o escândalo rapidamente deixou de ser apenas sobre números.

    O caso Master evoluiu para uma crise em quatro camadas: financeira, regulatória, institucional e política.

    Ele escancarou uma engrenagem sofisticada onde o crime financeiro usa instrumentos perfeitamente legais para comprar influência, blindagem e acesso aos mais altos poderes de Brasília.

    Afinal, como um esquema dessa magnitude opera tanto tempo debaixo do nosso nariz? Nossas instituições de fiscalização estão enfraquecidas? Como o Banco Central perdeu essa corrida de gato e rato?

    E o mais importante: se a confiança é o lastro de qualquer sociedade e do próprio mercado, o que acontece quando ela é destruída?

    Para nos ajudar a desatar os nós dessa policrise e entender os limites da nossa regulação, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem no Mamilos os economistas Samuel Pessoa e Zeina Latif.

    Bora juntos, tentar desatar esse nó?

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  • Existe um Brasil que sustenta casas, alimenta famílias e movimenta comunidades inteiras, mas que raramente aparece nas estatísticas oficiais ou nas políticas públicas. É o Brasil das nanoempreendedoras.

    No episódio de hoje, mergulhamos na realidade de mulheres que transformaram suas cozinhas, salas e quintais em espaços de produção e renda. Muitas vezes, essa é a única saída diante de um mercado formal que não foi projetado para quem precisa buscar o filho na escola, cuidar de familiares e colocar comida na mesa.

    Com base na pesquisa do Instituto Consulado da Mulher (em parceria com a Vértice), Ju Wallauer e Cris Bartis abrem a roda para entender os paradoxos dessa realidade: por que essas mulheres trabalham mais do que na época da CLT, convivem com altos índices de ansiedade e dores físicas, e ainda assim não cogitam voltar ao mercado formal?

    Para essa conversa recebemos Adriana Carvalho, Carol Zaine e Ana Fava para debater os "pisos pegajosos", o gap de gênero, o impacto da inteligência artificial na economia do cuidado e a urgência de um novo pacto social.

    Sair das repostas fáceis exige tempo e escuta.

    Então passa o seu café e vem com a gente mergulhar na complexidade do nanoempreendedorismo feminino no Brasil.

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  • A ideia de proteger a infância e garantir tempo para brincar e estudar é uma conquista social, mas que ainda falha para milhares de meninas no Brasil.No episódio #552, o Mamilos recebe Ana Nery e Flávio Debique para conversar sobre um tema sensível: o casamento infantil no Brasil. Mergulhamos na construção histórica da infância, no peso que o machismo e a desigualdade exercem sobre as meninas, e desconstruímos a ilusão de que o casamento precoce é uma "escolha" quando faltam outras oportunidades de estudo e vivência.É uma conversa urgente sobre como a sociedade ainda falha em proteger as mulheres do amanhã.*Esse episódio do Mamilos tem parceria com a Plan International Brasil, uma organização que atua diretamente nas comunidades e nas políticas públicas para combater o casamento precoce, garantindo educação e oportunidades para que as meninas possam ser donas do próprio futuro.Conheça as iniciativas, compartilhe informações e apoie essa causa: https://plan.org.br

  • A gente passa boa parte da vida adulta lutando por previsibilidade. A gente quer a segurança de um boleto pago, o alento de um lençol macio, o controle sobre a nossa rotina. Num mundo que nos exige tanto, construir uma zona de conforto não parece ser apenas um desejo, mas uma questão de sobrevivência.

    Mas o que acontece quando a nossa busca por conforto começa a estreitar a nossa experiência de viver? Quando o bem-estar deixa de ser um descanso e passa a ser uma anestesia contra o espanto, o imprevisível e o novo?

    Essa semana, a gente te convida para um Mamilos diferente: Cris Bartis se reuniu remotamente com o antropólogo Michel Alcoforado e Ricardo Moreno, do The Summer Hunter, para conversar sobre uma experiência única que viveram na Amazônia e como pode ser transformador estar em uma imensidão onde nada, absolutamente nada, foi construído para o nosso conforto.

    A partir dessa poeirinha que somos diante da floresta, a conversa se desdobra para as florestas internas da vida adulta. Onde mora a "interessança" dos nossos dias? Qual é a linha tênue entre amadurecer e simplesmente endurecer? E num atravessamento que não dá para ignorar: por que a busca por experiências e o direito ao prazer sem amarras ainda cobram um pedágio tão alto de culpa na conta das mulheres?

    Puxa uma cadeira, pega um café e vem com a gente se desacomodar um pouquinho. É preciso coragem para ter uma vida que não seja apenas longa, mas vivida.

  • Nossos corpos contam a história das nossas vidas. Da puberdade à maturidade, passando por gestações, puerpério e menopausa, o corpo da mulher vive em constante transformação.

    Mas, muitas vezes, o debate sobre as mudanças do nosso peso ao longo dessas fases acaba sendo reduzido a escolhas individuais e "força de vontade". A internet está cheia de cobranças estéticas irreais, soluções fáceis e desinformação. Afinal, o que a ciência realmente nos diz sobre o metabolismo feminino e o tempo?

    Neste episódio, Cris Bartis recebe a Dra. Simone Matsuda, endocrinologista e pesquisadora, para um papo de peito aberto sobre saúde metabólica e qualidade de vida em cada ciclo da mulher. A conversa de hoje é um convite para tirar o peso da culpa das nossas costas, acolher as nossas fases e entender como a nossa biologia realmente funciona.

    Passa um café e vem dialogar com a gente!

    Este episódio tem o patrocínio da Lilly, que apoia o Mamilos na missão de promover debates baseados em ciência, combatendo a desinformação e incentivando o cuidado sério, sem estigmas e que respeite a trajetória de cada mulher.

    A obesidade é uma doença crônica, complexa e multifatorial. A informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado adequado. Fique atenta às promessas milagrosas da internet e busque sempre a orientação de um profissional de saúde qualificado.

    🔗 Para saber mais e acessar conteúdos médicos confiáveis e seguros sobre o tema, acesse: https://tinyurl.com/khxwhkem

    “CMAT-18318 - Março 2026 – Material destinado ao público geral."

  • Todo mundo está cansado.

    A tela suga a nossa energia, tempo voa e a gente só corre.

    Respondemos mensagens no automático.

    Sem pensar. Sem sentir.

    Mas olha o paradoxo.

    A gente está exausto, mas quer sair de casa.

    Quer ir pro bloco. Pro show. Pro museu cheio.

    Por que o encontro presencial atrai tanto agora?

    O que tem lá fora que a tela não entrega?

    No episódio dessa semana, o Mamilos recebe Pedro Burgos e Michele Prazeres para refletir e conversar sobre o nosso direito de não fazer nada, de não ser produtivo o tempo todo e de viver a fricção do mundo real.

    Vem desacelerar com a gente.

    Puxa a cadeira e vem pro nosso espaço de diálogo de peito aberto.

  • Se a geração anterior buscava estabilidade em uma única "firma", a nossa é desafiada a navegar por múltiplas trajetórias.

    Entre o impacto da Inteligência Artificial e a busca por autonomia, como transformar a angústia da mudança em um motor de transição?

    Neste episódio, Ju Wallauer conversa com Ana Freitas, Ana Franzotti e Lorenzo Mendoza sobre a "troca de pele" profissional, abordando o poliamor profissional, a importância de calçar a "sandália da humildade" para voltar a ser aprendiz e por que investir em Boring Businesses pode ser o segredo para uma mente mais tranquila.

    Vem com a gente entender por que está tudo bem não saber de tudo e como reconstruir sua narrativa no mercado 🎧

  • Hoje a gente vai falar daquelas regrinhas que todo mundo sabe, mas parece que está todo mundo meio perdido.

    Sabe aquelas regras invisíveis do cotidiano atual? Aquelas que ninguém combinou, não têm nada escrito formalmente, mas todo mundo age como se fossem óbvias.

    A gente vive mais conectado, com papéis de gênero em transformação e muitas gerações convivendo ao mesmo tempo. Ainda assim, cada um opera como se o próprio bom senso fosse universal. Quando o outro não segue o nosso código invisível, logo bate aquela sensação de grosseria, descaso ou falta de cuidado.

    No episódio dessa semana nós vamos juntos, rir dessas situações, reconhecer os ruídos de comunicação e pensar como é que dá para combinar melhor esse jogo sem transformar a convivência em uma tensão permanente.

    E para isso, recebemos dois convidados com um olhar afiadíssimo para a ordinariedade da vida: Oga Mendonça, designer multimedia, ilustrador e filmmaker, e Ricardo Terto, escritor, roteirista, editor de áudio.

    Então puxa a sua cadeira, pega seu café e vem com a gente!

  • A conversa de hoje é um convite para tirar o peso da culpa das nossas costas e olhar para a saúde de um jeito mais honesto e científico. Nas redes sociais, o debate sobre obesidade, emagrecimento e saúde mental virou um campo minado. De um lado, a ditadura da força de vontade e os "protocolos" milagrosos vendidos por influenciadores. Do outro, uma revolução real na medicina com os novos tratamentos, mas que muitas vezes são sugados pela lógica da estética e do mercado paralelo.

    Mas afinal, por que a ciência tem tanta dificuldade de competir com o charlatanismo digital? Onde termina a busca por bem-estar e começa a pressão social adoecedora? E, o mais importante: como a gente entende, de uma vez por todas, que obesidade é uma doença crônica multifatorial?

    Para nos guiar por esse cenário complexo, recebemos duas especialistas no assunto: Dra. Clara Lapa, médica psiquiatra, mestre e doutoranda em Neurociências, e Marie Santini, professora da Escola de Comunicação da UFRJ e diretora do NetLab, especialista em desinformação e ecossistema de mídia.

    Passa um café e vem dialogar de peito aberto com a gente!

    *Este episódio tem o patrocínio da Lilly, que apoia o Mamilos na missão de promover debates baseados em ciência, combatendo a desinformação e incentivando o tratamento sério e sem estigmas.

    A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, e a informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado adequado. Para saber mais e acessar conteúdos confiáveis sobre o tema, acesse: 🔗 https://tinyurl.com/khxwhkem

  • Atualizar

    O que era impensável virou pauta de governo: estabelecer uma idade mínima para o acesso de menores a redes sociais. Neste episódio, exploramos os sérios riscos (violência sexual online, danos à saúde mental, prejuízo à atenção) e os benefícios (ativismo, conexão) da vida digital.

    Com Sheylli Caleffi e Rodrigo Nejm, analisamos a abordagem radical da Austrália e a chegada do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) no Brasil, que exige autorização dos pais para menores de 16 anos e responsabiliza as plataformas.

    Aprenda sobre os sinais de desequilíbrio e as dicas práticas para famílias, como a importância da conversa aberta e a criação do "Acordo de Geladeira". Uma discussão essencial para entender o caminho mais realista e efetivo para proteger crianças e adolescentes.

    Vamos juntos!

  • O que acontece quando você olha para o lado e percebe que as pessoas que sempre estiveram lá não acompanham mais quem você se tornou?Neste episódio, o psicólogo Fred Mattos e a psicanalista Carol Tilkian nos convidam para uma conversa profunda sobre a coragem de mudar e a dor de ver os vínculos se transformarem.A 'alucinação da identidade fixa', o peso do gênero na manutenção dos afetos e como diferenciar uma adaptação saudável de uma autoanulação destrutiva.Entenda por que nem todo afastamento é desamor e aprenda a lidar com a ambivalência de seguir caminhos diferentes.

  • Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos.

    No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo.

    A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam?

    Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:

    Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI;

    Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV;

    Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!

  • Mamilos no Rainbow Warrior: Jurema Werneck e Carol Pasquali falam sobre Clima e AtivismoPara abrir a temporada de 2026, o Mamilos te convida a repensar caminhos e prioridades e fazer um exercício raro de imaginação prática: que mundo a gente quer viver, que cidade a gente quer habitar e o que esse futuro pede de nós. É um convite para “esperançar” — não ingenuidade, mas uma perspectiva possibilista que encara escolhas duras e ações difíceis para tirar esse futuro do papel.Gravado a bordo do Rainbow Warrior, navio do Greenpeace, este episódio do Mamilos é um guia direto (e sem “climês”) para entender o que as COPs estão — e não estão — entregando, e por que isso não é assunto distante: é calor extremo, enchente, comida, preço, cidade e saúde. Na conversa, Carol Pasquali traduz o que sai de uma COP em decisões, lacunas e números — do tamanho do corte que a ciência pede ao que os países realmente colocam na mesa. Jurema Werneck puxa o fio político: quem ganha, quem perde, como justiça climática vira vida digna e por que “cidadania dá trabalho” quando o assunto é fazer lei e promessa saírem do papel. E com Laila Zaid, a gente faz a ponte essencial entre cenário e ação: como a cultura pode quebrar a paralisia do medo e sustentar imaginação, coragem e mobilização. Você vai encontrar, ao longo do episódio:O que uma COP decide (e o que costuma ficar de fora) sobre transição energética, combustíveis fósseis, desmatamento e adaptaçãoComo traduzir clima para o cotidiano: café, chocolate, custo de vida e infraestrutura das cidadesUm exercício de “melhor futuro possível” sem ingenuidade: como seria uma cidade habitável O “como” de verdade: pressão pública, rua, redes, comunidade e sociedade civil organizadaSe “COP” te dá sono, este episódio foi feito pra te acordar — e te levar da indignação para um mapa de ação.