Avsnitt
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Um dos pilares das chamadas democracias ocidentais é a liberdade de expressão, um direito fundamental que permite a todas as pessoas expressarem livremente as suas opiniões, ideias e informações, sem censura ou repressão por parte do Estado. Este direito é essencial para a democracia, pois promove o debate de ideias, a participação cívica e o acesso à informação. Mas está em risco? Como analisam os juizes este direito?
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Os impostos e as sociedades são uma história antiga e repleta de tensões, seja em que cultura ou civillicação. Atualmente estes impostos são pagos em Portugal com um considerável esforço de familias e empresas sem que na verdade o retorno em serviços públicos seja palpável. Quão importante é o contribuinte estar informado e defendido?
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Saknas det avsnitt?
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Com a cimeira da NATO em pano de fundo, a Europa vai-se congratulando pelos investimentos feitos no rearmamento europeu, como se isso representasse um avanço civilizacional em 2026. Que Europa é esta?
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Quando olhamos para a unanimidade com que o novo pacote laboral do governo foi chumbado, com votos que percorreram ideologicamente o hemiciclo de um lado ao outro, podemos ser levados a pensar que estavamos mesmo diante de uma proposta tão má que uniu inimigos, juntou adversários, aglomerou mundivisões diferentes. Pois, mas se olharmos com maior atenção se calhar muito do que foi chumbado, ou mesmo a maioria, são reformas essenciais para uma mudança que já vem tarde.
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Pode um partido ser considerado sério quando desrespeita decisões do Tribunal Constitucional? Pode um partido não reintegrar um filiado contra uma decisão judicial? Pode um partido expulsar de novo alguém que, segundo o mesmo partido, está atualmente expulso? Pode um partido exigir ética aos seus dirigentes fazendo vista grossa à fraude que reina nas suas próprias eleições internas?
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As civilizações assentam em valores que resistem ao passar do tempo ou se degradam com o mesmo? Pode uma Europa tão diversa, com tantos conflitos dentro e por causa das suas fronteiras, com tantos povos de génese distinta, ter valores homogéneos que servem de suporte a todas estas diferenças?
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A história do terrorismo na europa sofreu as mutações á medida que as sociedades também se transformavam e as questões que alimentam estes comportamentos também se foram modificando. Das utopias ideológicas aos nacionalismos e o atual terrorismo islâmico, há ainda muito por entender e muito por fazer no sentido de tornar as sociedades mais resilientes e resistentes a estes fenómenos.
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Não há como esconder. Portugal vive momentos que seriam de comédia não fosse a tragédia em que o país se transformou e á qual parece cada vez mais difícil de escapar. Não é que José Sócrates já ganhou um caso contra o Estado português e fomos condenados a pagar uma indeminização por um qualquer segredo de justiça violado? E afinal as contas da economia foram feitas com números da população substancialmente abaixo da realidade?
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Com a revisão em alta dos números da população em Portugal, com mais população e uma percentagem significativa de imigrantes, é essencial desconstruir a narrativa politica de convergência do poder de compra e crescimento economico sustentável. A isso acresce que o Conselho de Finanças Públicas apresentou recentemente o seu relatório anual do SNS e continua a ter fortes reservas quanto ao impacto no Orçamento das reformas na Saúde.
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Existem questões na sociedade portuguesa que são essenciais abordar, desmitificar e informar sempre no sentido de no futuro termos uma sociedade perfeitamente funcional e sem dúvidas quanto ao país que queremos ser para todos. Temas como insolvência pessoal, pressão da imigração e lei da nacionalidade estão ligadas a esse futuro e como tal devem ser debatidos.
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Educar crianças e jovens de forma a que sejam adultos que desenvolvem e usam as suas competências da melhor forma, é um desafio ao qual ainda hoje procuramos as melhores respostas. A capacidade de colocar limites, fronteiras e dizer "não" é essencial e quanto mais tarde isso acontecer mais difícil será regular comportamentos.
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Nem o Mundial de futebol escapa a polémicas mas, verdade seja dita, polémicas, violência e manipulação não tem faltado numa europa que está cada vez mais descaracterizada e a perder influência a nível global. Dos incontáveis ataques com arma branca ao relatório das violações por gangues em Inglaterra, tudo são realidades do triste momento em que vivemos. Aqui, nem golos nos safam.
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O nascimento, através da Declaração de Independência dos Estados Unidos, é um momento que marca, de alguma forma, o início do fim dos antigos impérios coloniais, até porque, na visão dos fundadores, esta nova nação jamais se iria transformar, ela própria, num império e, por incrível que possa parecer olhando para a atualidade, jamais sairia das suas fronteiras para defender a liberdade que esses mesmos fundadores desejavam para o seu país. É um paradoxo americano estar nos antípodas da sua fundação?
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O maior partido da oposição em Portugal, o Chega, está em fase de definição em termos das lideranças das concelhias com umas eleições internas que se prevê sejam disputadas e reveladoras das tendências que vão nascendo dentro do partido. E tudo isso após ter chumbado, juntamente com os partidos situados à esquerda, a proposta de nova lei laboral.
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Centenas de milhões de euros têm sido enviados para Portugal como fundos europeus, ao abrigo de politicas de coesão, que na sua génese teriam como objetivo fazer a economia portuguesa convergir com as suas congéneres europeias. Olhando para onde estamos atualmente, podemos afirmar que essa politica tem tido resultados prácticos? Ajudou efectivamente ao desenvolvimento e crescimento sustentado da economia portuguesa ou provocou o efeito contrário?
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A gestão da floresta e consequentemente dos fogos continua a ser tema polémico e, com a chegada do verão, a preocupação aumenta entre as populações. Mas na verdade o que não muda são as políticas para este fenómeno uma vez que, com maior ou menor área ardida, o fogo continua a consumir e destruir sem ser controlado.
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Com um território estrategicamente posicionado entre Lisboa e o norte do país, bem como algumas fronteiras com a zona oeste, o concelho de Loures apresenta uma diversidade única e dinâmicas distintas tanto em termos geográficos como sociais ou económicos. Como gerir estes ativos de forma a melhorar a qualidade de vida dos munícipes?
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Com o BCE e as taxas de juro sem uma direção definida, com uma aparente paz nos conflitos do médio oriente, estaremos a entrar numa nova fase a nível global? E em Portugal qual o objetivo do governo ao estabelecer a Prestação Social Única? Irá combater verdadeiramente as fraudes na Segurança social?
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A TAP continua na berlinda no que a assuntos polémicos diz respeito, enquanto se arrasta o novo processo de privatização da companhia aérea. Mas se alguém pensa que é assunto único é porque não está atento a todas as questões aeroportuárias que se vão multiplicando. De filas intermináveis a desinvestimento nas infraestruturas, há para todos os gostos mas nada verdadeiramente se resolve.
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A administração americana continua a insistir em manter na linha da frente da sua agenda questões relacionadas com a Inteligência Artificial e, pasme-se, fenómenos alienegenas nomeadamente OVNIs e alegados videos dos mesmos. Mas se analisarmos os factos o que é que está verdadeiramente em cima da mesa? Haverá uma agenda secundária? São simples manobras de diversão?
- Visa fler