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O debate acerca do Estado da Nação acabou por ser quase monopolizado pelas questões relativas a dois ministros em concreto. Educação e Administração Interna estão debaixo de fogo mas com certas peculiaridades uma vez que a oposição também encara de forma diferente cada um dos casos.
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Estamos perante um momento em que a durabilidade do governo vai ser posta à prova com as problemáticas relacionadas aos ministérios da Educação e da Administração Interna, mas qual tem sido a postura da oposição nestes casos? É mesmo peso e mesma medida? E o que podemos ler de Donald Trump e do discurso dos 250 anos dos Estados Unidos?
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Saknas det avsnitt?
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A China apresentou o seu 15º Plano Plurianual que representa as tendências e orientações para a sociedade chinesa em todas as suas vertentes. Quão importante é uma estratégia como esta? Quais as principais diretrizes? Há preocupação com o bem estar social e económico dos cidadãos?
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Se os recentes acontecimentos não nos fazem parar para pensar em quem estamos a colocar a nossa confiança para levar o país a bom porto, então a culpa pode ser nossa. Se estamos demasiado distraídos para não ver que Almada está sem água, que as correcções dos testes são o caos, que o ministro da administração interna acha que a lei não se aplica a ele, e mais um infindável cardápio de situações, então é tempo de questionar se estamos de facto representados pelos titulares de cargos políticos e públicos.
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A última aventura da falta de transparência em Portugal é este inusitado episódio em que obras são feitas em casa de um, agora ministro mas então diretor nacional da PJ, com uma empresa que fazia as obras em instalações da PJ. Mais do mesmo?
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Os conflitos a que se assiste na atualidade são uma evidência de uma mudança na balança do poder, mas também a demonstração de "morte" da diplomacia tal como a conhecíamos, com especial foco na quase total ausência de voz da Europa, nas negociações entre as partes. Quem são os atores destes conflitos? Que decisões estão a ser tomadas? Que mudanças vão surgir?
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O clima político em Portugal continua instável e de difícil previsão, tantas são as questões sem resposta. Das dúvidas levantadas ao atual ministro da administração interna, a indemnização a Sócrates e o fantasma de Pedro Passos Coelho não falta guião para novelas.
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Um dos pilares das chamadas democracias ocidentais é a liberdade de expressão, um direito fundamental que permite a todas as pessoas expressarem livremente as suas opiniões, ideias e informações, sem censura ou repressão por parte do Estado. Este direito é essencial para a democracia, pois promove o debate de ideias, a participação cívica e o acesso à informação. Mas está em risco? Como analisam os juizes este direito?
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Os impostos e as sociedades são uma história antiga e repleta de tensões, seja em que cultura ou civillicação. Atualmente estes impostos são pagos em Portugal com um considerável esforço de familias e empresas sem que na verdade o retorno em serviços públicos seja palpável. Quão importante é o contribuinte estar informado e defendido?
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Com a cimeira da NATO em pano de fundo, a Europa vai-se congratulando pelos investimentos feitos no rearmamento europeu, como se isso representasse um avanço civilizacional em 2026. Que Europa é esta?
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Quando olhamos para a unanimidade com que o novo pacote laboral do governo foi chumbado, com votos que percorreram ideologicamente o hemiciclo de um lado ao outro, podemos ser levados a pensar que estavamos mesmo diante de uma proposta tão má que uniu inimigos, juntou adversários, aglomerou mundivisões diferentes. Pois, mas se olharmos com maior atenção se calhar muito do que foi chumbado, ou mesmo a maioria, são reformas essenciais para uma mudança que já vem tarde.
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Pode um partido ser considerado sério quando desrespeita decisões do Tribunal Constitucional? Pode um partido não reintegrar um filiado contra uma decisão judicial? Pode um partido expulsar de novo alguém que, segundo o mesmo partido, está atualmente expulso? Pode um partido exigir ética aos seus dirigentes fazendo vista grossa à fraude que reina nas suas próprias eleições internas?
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As civilizações assentam em valores que resistem ao passar do tempo ou se degradam com o mesmo? Pode uma Europa tão diversa, com tantos conflitos dentro e por causa das suas fronteiras, com tantos povos de génese distinta, ter valores homogéneos que servem de suporte a todas estas diferenças?
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A história do terrorismo na europa sofreu as mutações á medida que as sociedades também se transformavam e as questões que alimentam estes comportamentos também se foram modificando. Das utopias ideológicas aos nacionalismos e o atual terrorismo islâmico, há ainda muito por entender e muito por fazer no sentido de tornar as sociedades mais resilientes e resistentes a estes fenómenos.
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Não há como esconder. Portugal vive momentos que seriam de comédia não fosse a tragédia em que o país se transformou e á qual parece cada vez mais difícil de escapar. Não é que José Sócrates já ganhou um caso contra o Estado português e fomos condenados a pagar uma indeminização por um qualquer segredo de justiça violado? E afinal as contas da economia foram feitas com números da população substancialmente abaixo da realidade?
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Com a revisão em alta dos números da população em Portugal, com mais população e uma percentagem significativa de imigrantes, é essencial desconstruir a narrativa politica de convergência do poder de compra e crescimento economico sustentável. A isso acresce que o Conselho de Finanças Públicas apresentou recentemente o seu relatório anual do SNS e continua a ter fortes reservas quanto ao impacto no Orçamento das reformas na Saúde.
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Existem questões na sociedade portuguesa que são essenciais abordar, desmitificar e informar sempre no sentido de no futuro termos uma sociedade perfeitamente funcional e sem dúvidas quanto ao país que queremos ser para todos. Temas como insolvência pessoal, pressão da imigração e lei da nacionalidade estão ligadas a esse futuro e como tal devem ser debatidos.
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Educar crianças e jovens de forma a que sejam adultos que desenvolvem e usam as suas competências da melhor forma, é um desafio ao qual ainda hoje procuramos as melhores respostas. A capacidade de colocar limites, fronteiras e dizer "não" é essencial e quanto mais tarde isso acontecer mais difícil será regular comportamentos.
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Nem o Mundial de futebol escapa a polémicas mas, verdade seja dita, polémicas, violência e manipulação não tem faltado numa europa que está cada vez mais descaracterizada e a perder influência a nível global. Dos incontáveis ataques com arma branca ao relatório das violações por gangues em Inglaterra, tudo são realidades do triste momento em que vivemos. Aqui, nem golos nos safam.
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O nascimento, através da Declaração de Independência dos Estados Unidos, é um momento que marca, de alguma forma, o início do fim dos antigos impérios coloniais, até porque, na visão dos fundadores, esta nova nação jamais se iria transformar, ela própria, num império e, por incrível que possa parecer olhando para a atualidade, jamais sairia das suas fronteiras para defender a liberdade que esses mesmos fundadores desejavam para o seu país. É um paradoxo americano estar nos antípodas da sua fundação?
- Visa fler