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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, tendo em vista a reabertura do estreito de Ormuz e um acordo de paz duradouro no Médio Oriente, que deverá ser formalmente assinado na sexta-feira.

    Carlos Gaspar e Luís Tomé, professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, analisaram os principais pontos de um documento que ainda não foi tornado público oficialmente e reflectiram sobre o impacto do mesmo nos objectivos estratégicos e políticos da Administração Trump e do Governo de Benjamin Netanyahu.

    Os investigadores do IPRI-Nova discutiram ainda o que saiu (e não saiu) da cimeira do G7 em Évian-les-Bain (França), nomeadamente sobre a guerra na Ucrânia e a estratégia dos países ocidentais e seus aliados para lidarem com a competição económica e geopolítica da China.

    No final do episódio deram nota da eleição suplementar desta quinta-feira em Makerfield (Inglaterra), onde participa Andy Burnham, presidente da Câmara de Manchester e aspirante à liderança do Partido Trabalhista britânico e do Governo do Reino Unido.

    Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para [email protected] ou [email protected].

    Texto de António Saraiva Lima

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a guerra no Médio Oriente, entre Estados Unidos e Israel contra o Irão, que faz esta quinta-feira três meses.

    Carlos Gaspar e Patrícia Daehnhardt analisaram o estado das negociações entre Washington e Teerão e os trunfos que a Administração Trump e o regime iraniano ainda têm para usar, tendo em vista um acordo de paz duradouro.

    Convidada desta semana do Diplomatas, a investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais e do Instituto de Defesa Nacional, especialista em política da Alemanha, analisou depois a proposta de Friedrich Merz para oferecer à Ucrânia um estatuto intermédio de “membro associado” da União Europeia.

    Os investigadores debateram também a resposta negativa de Volodymyr Zelensky, que considerou a proposta “injusta” e que defende a “adesão plena” do país invadido pela Rússia ao bloco comunitário.

    No final do programa, Carlos Gaspar e Patrícia Daehnhardt comentaram a primeira encíclica do Papa Leão XIV, dedicada a temas como a inteligência artificial, a teoria da “guerra justa” e o papel da Igreja Católica na escravatura.

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    Texto de António Saraiva Lima

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  • Depois de Donald Trump, Vladimir Putin. O episódio desta semana do podcast Diplomatas olhou para o que saiu da visita da semana passada do Presidente dos Estados Unidos a Pequim e para mais uma viagem do chefe de Estado da Rússia à capital da República Popular da China, na quarta-feira.

    Carlos Gaspar e Luís Tomé analisaram os objectivos estratégicos dos líderes políticos das três potências e reflectiram sobre os avisos de Xi Jinping a Trump sobre Taiwan, território autónomo que o Governo chinês reivindica como parte integrante do país.

    O investigador e o professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, convidado desta semana do Diplomatas, discutiram ainda o mais recente capítulo sobre a utilização da base das Lajes pelos EUA durante os ataques contra o Irão.

    Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, diz que o Governo português autorizou o uso da base militar nos Açores antes ainda de ter sido informado do assunto e os ministros Paulo Rangel e Nuno Melo defendem a posição de Portugal.

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve com tema principal a muito aguardada visita de três dias de Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos, à República Popular da China, que inclui, naturalmente, um encontro com Xi Jinping.

    Carlos Gaspar e Amílcar Correia apontaram os objectivos geopolíticos, económicos e diplomáticos dos líderes das duas maiores potências do globo, numa cimeira que teve de ser adiada por causa da guerra lançada pelos Estados Unidos contra o Irão e que incluirá o comércio bilateral e a questão de Taiwan, entre outros temas, na agenda de trabalhos.

    Convidado desta semana do Diplomatas, o jornalista, colunista e co-autor do podcast P24, do PÚBLICO, também abordou, com o investigador do IPRI-Nova, os motivos da mais recente crise política no Reino Unido, num cenário de contestação crescente ao primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, por causa dos maus resultados obtidos pelo Partido Trabalhista nas eleições autárquicas e regionais da semana passada.

    No final do programa, Carlos Gaspar e Amílcar Correia reflectiram sobre a proposta de Vladimir Putin, rejeitada por Kiev e Bruxelas, de dar ao antigo chanceler alemão Gerhard Schröder, próximo no Kremlin, o papel de mediador no conflito entre a Rússia e Ucrânia.

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    Texto de António Saraiva Lima

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  • Um ano depois de Friedrich Merz ter assumido o cargo de chanceler na Alemanha, o episódio desta semana do podcast Diplomatas tem como tema principal os planos e a estratégia de rearmamento da principal potência económica da União Europeia.

    Carlos Gaspar e Alberto Cunha analisaram o contexto político, económico e geopolítico que sustenta o objectivo alemão de ter o “maior Exército convencional” até 2030, numa era de retraimento militar dos Estados Unidos na Europa e de alteração das relações da Alemanha com a Rússia e com a China.

    Convidado desta semana no Diplomatas, o professor auxiliar do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa avaliou ainda as dificuldades e desafios internos do Governo CDU-SPD, num cenário de consolidação do apoio popular à AfD, de extrema-direita.

    Carlos Gaspar reflectiu ainda sobre os problemas da Rússia e de Vladimir Putin na guerra da Ucrânia, em vésperas das comemorações russas, em Moscovo, do Dia da Vitória da União Soviética sobre a Alemanha Nazi, no final da II Guerra Mundial.

    Por fim, os investigadores do IPRI comentaram os últimos capítulos do conflito no Médio Oriente, nomeadamente a decisão da Administração Trump de suspender a missão naval de escolta de navios mercantes no estreito de Ormuz, ao fim de menos de dois dias de tensões na via marítima com o Irão.

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  • No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Carlos Gaspar e Madalena Meyer Resende, investigadores do IPRI-Nova, olharam para o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irão sobre a guerra, para o bloqueio naval norte-americano do estreito de Ormuz e para o futuro do programa nuclear iraniano.

    A professora associada do Departamento de Estudos Políticos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, convidada desta semana do podcast*, reflectiu ainda sobre o que saiu da cimeira informal dos líderes da União Europeia em Chipre, na semana passada, quer em relação ao apoio à Ucrânia, como à resposta do bloco comunitário a crises como a do Médio Oriente.

    As eleições nos territórios palestinianos e os ataques jihadistas no Mali também foram objecto de discussão no Diplomatas.

    No final do episódio, Carlos Gaspar e Madalena Meyer Resende analisaram o discurso do rei Carlos III no Congresso norte-americano e a importância da visita do monarca britânico aos Estados Unidos para o futuro da “special relationship” entre Londres e Washington.

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a guerra no Médio Oriente e a decisão de Donald Trump de prolongar o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão, mantendo o bloqueio naval da Marinha norte-americana do estreito de Ormuz.

    Carlos Gaspar e Diana Soller reflectiram sobre a estratégia da Administração Trump para tentar forçar Teerão a negociar um acordo de paz mais duradouro e anteciparam a discussão na cimeira informal de líderes da União Europeia, em Chipre, que terá a crise energética e securitária no Médio Oriente como prato forte.

    Ainda sobre o conflito entre EUA e Israel contra o Irão, Carlos Gaspar respondeu a uma pergunta enviada por um ouvinte sobre possibilidade de uma agressão militar externa ter potencial de reforçar um regime autoritário como o iraniano.

    No final do podcast, os investigadores do IPRI-Nova analisaram a vitória do partido do candidato pró-russo Rumen Radev nas eleições legislativas de domingo na Bulgária e os esforços do Kremlin para continuar a ter aliados dentro do Conselho Europeu.

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  • A vitória de Péter Magyar, candidato da oposição, nas eleições legislativas da Hungria, que abre caminho para o fim de 16 anos de governação de Viktor Orbán no país europeu, foi o tema principal do episódio desta semana do podcast Diplomatas.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar apontaram as consequências internas e externas do resultado eleitoral, nomeadamente na estratégia da União Europeia para lidar com a Rússia, de Vladimir Putin, e para apoiar financeiramente a Ucrânia contra a invasão russa do seu território.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-Nova olharam, depois, para os últimos desenvolvimentos do conflito no Médio Oriente, reflectindo sobre o que (não) saiu das negociações entre Estados Unidos e Irão, em Islamabad, e os objectivos da decisão da Casa Branca de enviar a Marinha norte-americana para “bloquear” o estreito de Ormuz.

    Ainda sobre este tema, os analistas responderam a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas que quis saber o que é que a UE poderia ter feito de diferente na sua resposta à guerra lançada pelos EUA e por Israel contra o Irão.

    No final do episódio, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram as críticas de Trump ao Papa Leão XIV e a partilha, pelo Presidente dos EUA, de uma imagem de IA em surge retratado como Jesus Cristo, perspectivando o impacto desta nova frente de batalha da Administração republicana nas eleições intercalares de Novembro para o Congresso.

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como principais pontos de discussão o acordo de cessar-fogo de duas semanas alcançado entre Estados Unidos e Irão, que pressupõe a reabertura do estreito de Ormuz, e os próximos passos diplomáticos e negociais de Washington e Teerão sobre o conflito no Médio Oriente.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o impacto desta guerra na imagem externa dos EUA, sem esquecerem as ameaças de Donald Trump de aniquilar “uma civilização inteira” numa só “noite”.

    Ainda sobre o conflito, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-Nova olharam para os novos equilíbrios regionais, salientando o esforço coordenado de Paquistão, Arábia Saudita, Egipto e Turquia tendo em vista a suspensão das hostilidades.

    Recuperando comentários proferidos no episódio da semana passada sobre a China, Carlos Gaspar também respondeu a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre a caracterização do país de Xi Jinping como um “tigre de papel”.

    Por fim, Teresa de Sousa partiu da visita de J.D. Vance a Budapeste, apoiando a recandidatura de Viktor Orbán, para analisar a última semana de campanha na Hungria, que vai a votos no domingo.

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  • Cumprido, no passado sábado, o primeiro mês de guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irão, o episódio desta semana do podcast Diplomatas voltou a focar-se no conflito no Médio Oriente e nas suas consequências geopolíticas e económicas regionais e internacionais.

    À boleia da guerra, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre (mais) uma ameaça de Donald Trump de retirada norte-americana da NATO e analisaram a postura de Portugal em relação à utilização da Base das Lajes pelos EUA, comparando-a com as decisões de alguns países europeus de limitarem os seus espaços aéreos a aeronaves envolvidas nos ataques ao Irão.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também discutiram a suspensão do bloqueio energético dos EUA a Cuba, depois de a Administração Trump ter permitido o acesso de um navio petroleiro russo ao país latino-americano.

    O final do episódio foi dedicado à campanha eleitoral na Hungria, às ligações entre o Governo de Viktor Orbán e a Rússia e ao impacto das eleições (12 de Abril) no futuro da União Europeia.

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas voltou a centrar-se nos últimos desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente, entre Estados Unidos e Israel, por um lado, e o Irão, pelo outro.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar debruçaram-se sobre os planos não-oficiais da Casa Branca e do regime iraniano para pôr cobro ao conflito, lembraram as conclusões do Conselho Europeu da semana passada sobre o mesmo e reflectiram sobre os objectivos estratégicos de Israel, nomeadamente no Líbano.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA olharam ainda para os efeitos da intervenção militar norte-americana no Irão na corrida republicana à sucessão de Donald Trump, em 2028, que deverá ser travada entre J.D. Vance e Marco Rubio.

    O final do podcast foi dedicado à análise dos resultados do referendo à Justiça em Itália e da segunda volta das eleições autárquicas em França, na antecâmara das respectivas legislativas e presidenciais de 2027.

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  • Ao 19.º dia da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, o podcast Diplomatas voltou a focar-se nos últimos capítulos do conflito no Médio Oriente.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram os apelos de Donald Trump para o envio de navios de guerra dos aliados da NATO, e não só, para o estreito de Ormuz, assim como os possíveis efeitos da morte de Ali Larijani para a estratégia de sobrevivência do regime iraniano.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA anteciparam ainda as discussões de quinta-feira e sexta-feira no Conselho Europeu, em Bruxelas.

    No final do episódio, os analistas responderam a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas sobre o papel das “potências médias” nas alterações em curso na ordem internacional.

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    Texto de António Saraiva Lima

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas foi novamente dedicado ao conflito no Médio Oriente, com a análise dos últimos desenvolvimentos da guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar discutiram os planos da Administração Trump para a guerra, a escolha de Mojtaba Khamenei para Guia Supremo da República Islâmica, o impacto económico e energético do conflito para o mundo, sem esquecer a Rússia e a China, e a forma como os líderes europeus encaram e devem responder ao declínio da ordem internacional baseada em regras.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também olharam para a reunião anual do Congresso Nacional Popular da China e reflectiram sobre as metas económicas e securitárias definidas pelo Partido Comunista chinês.

    No final do episódio, houve ainda tempo para um balanço sobre o papel do ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no campo da diplomacia e da política externa.

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão e o alastramento do conflito a outros países do Médio Oriente.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram os objectivos estratégicos dos vários actores envolvidos na guerra, com especial foco na Administração Trump, no Governo israelita e no regime iraniano.

    Discutiram ainda as diferentes posições dos países europeus sobre a intervenção militar do aliado norte-americano e avaliaram a postura do Governo português sobre a utilização da Base das Lajes, nos Açores, pelas Forças Armadas dos EUA.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também comentaram a nova doutrina nuclear de França, depois de Emmanuel Macron ter inaugurado a “era da dissuasão avançada”, que propõe o aumento do número de ogivas nucleares e a sua deslocação para outros Estados aliados na Europa.

    Texto de António Saraiva Lima

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  • Assinalando o quarto aniversário do início da invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, cumprido na terça-feira, o episódio desta semana do podcast Diplomatas foi exclusivamente dedicado à análise sobre o conflito, nas suas várias dimensões.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar fizeram um balanço destes quatro anos, dedicando especial atenção aos desenvolvimentos dos últimos 12 meses.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA comentaram a situação no campo de batalha, o estado das negociações, a resistência ucraniana e a estratégia russa, sem esquecer os papéis desempenhados por Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin.

    Para além disso, debateram os efeitos da guerra nas relações transatlânticas e nos planos da Europa para reforçar a sua capacidade de defesa e prosseguir uma política de autonomia estratégica.

    No final do episódio, houve tempo para uma reflexão sobre a forma como a guerra da Ucrânia e os temas da segurança têm sido tratados em Portugal, quer pelas elites políticas quer em contexto de campanha eleitoral e discussão pública.

    Texto de António Saraiva Lima

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas foi dedicado à análise dos discursos dos principais líderes políticos norte-americanos e europeus na 62.ª Conferência de Segurança de Munique, nomeadamente Marco Rubio, Friedrich Merz, Volodymyr Zelensky, Ursula von der Leyen, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Mark Rutte.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar tiraram lições do evento na Alemanha para reflectir sobre o actual estado das relações transatlânticas, destacando também a intervenção do subsecretário de Defesa dos EUA, Elbridge Colby, na reunião de ministros da Defesa da NATO, e a visita de Rubio à Hungria, para apoiar a campanha eleitoral de Viktor Orbán.

    No âmbito das tensões com Moscovo, no contexto da guerra na Ucrânia, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também assinalaram os 80 anos volvidos do “longo telegrama” do antigo embaixador dos EUA George Kennan, que estabeleceu as bases para a estratégia de “contenção” da então União Soviética durante a Guerra Fria.

    Houve ainda tempo para responder a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas sobre a influência do Projecto 2025, da ultraconservadora Heritage Foundation, na governação de Donald Trump, e sobre os próximos passos até às eleições intercalares norte-americanas, agendadas para Novembro.

    Por fim, falou-se de Jesse Jackson, figura de proa da luta pelos direitos civis nos EUA, que morreu no domingo, aos 84 anos.

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  • No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram as ideias e o pensamento político de António José Seguro no campo da Política Externa e de Defesa, procurando projectar os planos e as prioridades do próximo Presidente da República no campo da diplomacia.

    Com a guerra na Ucrânia a aproximar-se do seu quarto aniversário, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA recuperaram os últimos desenvolvimentos do conflito, quer na mesa das negociações, quer no terreno, para reflectir sobre os capítulos seguintes, envolvendo Kiev, Moscovo, Bruxelas e Washington.

    Neste âmbito, anteciparam quatro importantes eventos agendados para os próximos dias: a reunião de ministros da Defesa da NATO; o retiro dos líderes do Conselho Europeu sobre Competitividade; a reunião do Grupo de Contacto para a Defesa da Ucrânia; e o início da 62.ª Conferência de Segurança de Munique.

    No final do programa houve tempo para três notas breves sobre a mais recente crise política no Reino Unido, os resultados das eleições no Japão e a condenação do magnata dos media e activista pró-democracia de Hong Kong, Jimmy Lai.

    Texto de António Saraiva Lima

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  • No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o primeiro mês volvido da intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela e da captura de Nicolás Maduro, que se cumpriu na terça-feira, à luz da estratégia de política externa de Donald Trump e dos planos de sobrevivência do regime chavista.

    A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA analisaram ainda as consequências do fim da aplicação, a partir desta quinta-feira, do tratado de armamento nuclear New START, entre EUA e Rússia, e o seu impacto junto das democracias europeias e asiáticas.

    Por fim, os analistas olharam para os últimos acordos comerciais e securitários que a Índia assinou com a União Europeia e com os EUA, no contexto da autonomia estratégica e diplomática do país mais populoso do mundo na cena internacional.

    Texto de António Saraiva Lima

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  • A tensão no Minnesota resulta de uma “estratégia de caos deliberado” de Donald Trump, com o propósito de minar a confiança nas instituições e nas autoridades estaduais democratas nos EUA. Não é por acaso que tudo isto acontece neste Estado, conhecido pela sua hospitalidade e que é governado por Tim Waltz, que foi o candidato democrata à vice-presidência do país nas últimas eleições.

    Carlos Gaspar compara mesmo esta turbulência à instabilidade da República de Weimar, antes da ascensão do nazismo, na Alemanha dos anos 30 do século passado. Teresa de Sousa salienta que a administração Trump está a ser desmentida pelo “factor telemóvel”. As câmaras dos telemóveis revelam a brutalidade da actuação das agências federais, que o Governo tenta ocultar.

    Neste episódio, o investigador do IPRI-NOVA e a jornalista do PÚBLICO descrevem um mundo onde a estratégia de desordem de Donald Trump está a forçar a União Europeia a tornar-se mais autónoma, a procurar alianças estratégicas com a Índia e a lidar com o perigo de uma China politicamente instável e opaca, onde Xi Jiping acaba de purgar cinco generais da Comissão Militar Central.

    Texto de Amílcar Correia

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  • O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como ponto de partida o primeiro ano volvido desde a tomada de posse de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos neste seu segundo mandato.

    Teresa de Sousa e Carlos Gaspar olharam para os últimos capítulos da escalada da retórica e das ameaças norte-americanas à Gronelândia, ao statu quo da NATO e às relações transatlânticas e explicaram as prioridades de política externa definidas e implementadas pela Casa Branca nos últimos 12 meses.

    No plano interno, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA assinalaram duas importantes datas do calendário político dos EUA que se cumprem em 2026 – os 250 anos da Declaração de Independência (4 de Julho) e as eleições intercalares (3 de Novembro) – para reflectir sobre o estado da democracia no país e sobre a estratégia do Partido Republicano para se manter numa posição dominadora no Congresso.

    No final do programa, os analistas responderam a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas que quis saber como é que Portugal e os seus aliados devem defender o seu modo de vida e as suas democracias de actividades híbridas – como interferência eleitoral, ciberataques ou actos de sabotagem – protagonizadas pela Rússia e por outros actores externos.

    Texto de António Saraiva Lima

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