Avsnitt
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João Pinto é um compositor e pianista português, atualmente radicado em Viena. A sua música cruza instrumentos acústicos, eletrónica e novas formas de performance, explorando diferentes linguagens da criação contemporânea.
Formado em piano e composição, encontra-se a concluir o mestrado em Composição na Universität für Musik und darstellende Kunst Wien (mdw), onde estudou com Oscar Bianchi e trabalhou também com compositores como Clara Iannotta, Mirela Ivičević e Karlheinz Essl.
As suas obras têm sido apresentadas em festivais e academias internacionais, entre os quais o Mixtur Festival, Quatuor Diotima Academy, Bled Contemporary Music Week e Suena Festival, sendo interpretadas por ensembles e músicos de vários países.
Em 2026 recebeu o Engagement Prize do Berliner Kompositionspreis, depois de ter sido finalista do Ö1 Talentebörse-Kompositionspreis e do Gustav Mahler Kompositionspreis.
Através de uma escrita que alia rigor técnico e curiosidade sonora, João Pinto procura criar experiências musicais que desafiam a escuta e expandem as possibilidades da música contemporânea.
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Neste episódio do Compasso Composto, recebi Yuri Antunes, trombonista, baixista e compositor português.
Iniciou os estudos de trombone aos 12 anos na Banda dos Bombeiros de Torres Vedras e prosseguiu a sua formação no Conservatório Nacional de Música de Lisboa, onde concluiu o Curso Profissional de Instrumentista de Sopro.
Ao longo da sua carreira integrou projetos como They Must Be Crazy, Kumpania Algazarra, Chão Maior, Farra Fanfarra, Puntzkapuntz, Linda Martini, Chica e Mercado Negro, entre muitos outros. Atuou em festivais e salas de referência como o Festival Músicas do Mundo de Sines, Guča Trumpet Festival, Culturgest, Vodafone Mexefest, Boom Festival e Spancir Fest, na Croácia.
Atualmente reside em Barcelona, onde desenvolve projetos como Samurai Kumbia, do qual é fundador, Always Drinking Marching Band, Kwame Adzraku Afrobeat e Pacto entre Caballeros.
Ao longo da conversa falámos sobre o seu percurso multifacetado, as brass bands, o afrobeat, a improvisação, a vida entre diferentes instrumentos e estilos musicais, e a construção de uma identidade artística sem fronteiras.
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Saknas det avsnitt?
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Neste episódio do Compasso Composto, conversámos com o Mickael Faustino, músico, maestro, empreendedor e diretor da Academia de Música Sebastião e Melo.
Ele começou a estudar música mais tarde, mas construiu um percurso que o levou a integrar projetos internacionais como a Orquestra Gustav Mahler. Só que esta conversa não se fica pelo currículo.
Falámos do lado menos visível do meio musical: a pressão constante, a saúde mental, o silêncio emocional dentro do ensino artístico, a desigualdade no acesso à música e o impacto que professores, pais e instituições podem ter no percurso de um jovem músico.
Ao longo do episódio, o Mickael partilha também a desilusão que sentiu ao atingir objetivos que durante anos pareciam ser o topo da carreira, levantando uma questão importante: até que ponto o sucesso artístico garante realização pessoal?
No fundo, é uma conversa honesta sobre música, ensino, identidade, pressão e o lado humano que muitas vezes fica escondido atrás da performance.
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Neste episódio do podcast Compasso Composto, recebemos a oboísta portuguesa Sofia Torgal para uma conversa profunda que atravessa a técnica instrumental, a vida profissional na Alemanha e uma investigação académica pioneira sobre o papel do género na performance musical.
A conversa centra-se na experiência da Sofia Torgal como emigrante na Alemanha. A convidada explica que a sua saída de Portugal não se deveu a uma falta de nível musical no país, que considera muito alto, mas sim à escassez de mercado e à diferença cultural no respeito pela profissão de músico.
Sofia conta-nos como o seu doutoramento em performance se está a desenvolver, focado em "artistic research" (pesquisa artística). Sofia utiliza a sua prática como intérprete para gerar conhecimento, focando-se especificamente na interseção entre género e performance. A oboísta define o seu trabalho como uma tentativa de criar uma "performance feminista".
Sofia detalha os casos de estudo do seu doutoramento. Falando sobre a compositora Ana Magalhães na recomposição da obra Opalescência. Salões do século XIX, adaptados ao contexto atual, para apresentar obras de mulheres. E ainda menciona-nos um projeto relacionado com o livro A Room of One’s Own de Virginia Woolf como base dramatúrgica.
O episódio aborda ainda os desafios práticos e fisiológicos de ser mulher no meio musical.
Este episódio é essencial para músicos, estudantes e qualquer pessoa interessada em compreender como a música cruza-se com questões sociais, políticas e de identidade no século XXI.
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Neste episódio do Compasso Composto, recebo Diogo Garcia, saxofonista com passagem por mais de 30 filarmónicas, bandinhas, tuna e ensemble de saxofones. Falamos da vida de músico convidado, dos serviços de rua, das diferenças entre bandas, dos maestros que marcam uma geração, formação e das histórias que só quem anda nas filarmónicas consegue perceber. Uma conversa sobre "estrada", comunidade, aprendizagem e bastidores do mundo filarmónico.
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Neste episódio do Compasso Composto, conversamos com o maestro Pedro Sobral Santos sobre um percurso que cruza formação, criação e comunidade. Partimos das memórias dos tempos de estudo na EPABI e exploramos os estágios de orquestra que marcaram a sua evolução como executante e diretor artístico.
Falamos também dos estágios de orquestra de sopros que organizou em A-dos-Francos, iniciativas que tiveram um impacto relevante na formação de uma nova geração de músicos e na criação de ligações entre diferentes faixas etárias. A conversa passa ainda pelo trabalho desenvolvido na Escola de Música Municipal das Lajes do Pico, onde integra o corpo docente, e pela motivação dos músicos em contexto insular.
Há espaço também para a composição, com destaque para obras como Palácio do Pensamento e O Viajante, esta última escrita aquando da sua chegada ao Pico e distinguida com o primeiro prémio de composição do INATEL.
Uma conversa centrada na música, mas sobretudo nas pessoas e no papel que ela desempenha na construção de comunidade.
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Neste episódio do Compasso Composto, conversamos com o maestro Pedro Sobral Santos sobre um percurso que cruza formação, criação e comunidade. Partimos das memórias dos tempos de estudo na EPABI e exploramos os estágios de orquestra que marcaram a sua evolução como executante e diretor artístico.
Falamos também dos estágios de orquestra de sopros que organizou em A-dos-Francos, iniciativas que tiveram um impacto relevante na formação de uma nova geração de músicos e na criação de ligações entre diferentes faixas etárias. A conversa passa ainda pelo trabalho desenvolvido na Escola de Música Municipal das Lajes do Pico, onde integra o corpo docente, e pela motivação dos músicos em contexto insular.
Há espaço também para a composição, com destaque para obras como Palácio do Pensamento e O Viajante, esta última escrita aquando da sua chegada ao Pico e distinguida com o primeiro prémio de composição do INATEL.
Uma conversa centrada na música, mas sobretudo nas pessoas e no papel que ela desempenha na construção de comunidade.
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Neste episódio do Compasso Composto, conversamos com o maestro Diogo Esteves, uma figura que representa bem um percurso promissor dentro das bandas filarmónicas portuguesas. Mais do que um maestro, é alguém que cresceu dentro da própria banda: começou como aluno, passou pelo papel de músico e hoje assume a responsabilidade de liderar e formar novas gerações.
A conversa leva-nos ao coração do movimento filarmónico, onde a música não é apenas performance, mas também comunidade, disciplina e continuidade. Falamos sobre o papel das bandas na formação musical em Portugal, os desafios de manter os jovens motivados e a realidade, nem sempre visível, de quem está por trás da direção artística de um grupo com dezenas de músicos.
Sem grandes filtros, esta é uma conversa sobre liderança, compromisso e o lado humano da música. Um episódio que não interessa só a músicos, mas também a todos os que já passaram por uma banda ou querem perceber melhor o que realmente sustenta este universo.
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Neste episódio, exploramos a diferença entre estar numa banda e pertencer realmente. Falamos de grupos internos, hierarquias invisíveis e como isso afeta a integração, motivação e continuidade dos músicos.