Avsnitt
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Dormir deveria ser algo natural. Mas, para muitas pessoas, a noite se transforma em um momento de luta.
Quanto mais você tenta dormir, mais desperto parece ficar. E quanto menos dorme, maior fica a preocupação com a próxima noite.
Esse ciclo pode gerar ansiedade, irritação, dificuldade de concentração e afetar muito mais do que apenas o seu descanso.
A insônia não é falta de força de vontade, nem um sinal de que "seu cérebro não desliga". Ela envolve mecanismos biológicos, psicológicos e comportamentais que podem ser compreendidos — e, principalmente, tratados.
No episódio desta semana do Compassivamente, vamos entender o que realmente acontece no cérebro durante a insônia e conhecer estratégias baseadas na ciência que podem ajudar você a construir uma relação mais saudável com o sono.
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A frustração revela muito mais sobre nós do que aquilo que deu errado.
Tem gente que desiste.
Tem gente que explode.
Tem gente que se culpa.
Tem gente que passa dias revivendo a mesma situação, tentando entender por que as coisas não aconteceram como esperava.
Quando não aprendemos a lidar com a frustração, qualquer “não”, qualquer atraso, qualquer erro ou mudança de planos pode parecer uma ameaça. Nosso cérebro interpreta esses momentos como sinais de fracasso, incapacidade ou rejeição, e a reação emocional acaba sendo muito maior do que a situação exige.
Nesse episódio, vamos conversar sobre como lidar com a frustração e o que acontece no cérebro nesses momentos e, principalmente, quais estratégias podem ajudar você a enfrentar a realidade com mais flexibilidade, equilíbrio e menos sofrimento.
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Saknas det avsnitt?
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Vivemos em uma cultura que valoriza a velocidade.Precisamos crescer rápido.Aprender rápido.Produzir rápido.Ter resultados rápidos.E, no meio dessa corrida, acabamos acreditando que desacelerar é fracassar.Mas talvez a pergunta não seja:"Estou indo rápido o suficiente?"Talvez a pergunta seja:"Estou conseguindo sustentar esse ritmo sem me perder de mim mesmo?"A ansiedade cresce quando vivemos olhando apenas para a linha de chegada.A vida acontece quando conseguimos habitar o caminho.No episódio desta semana, conversamos sobre a pressão da correria, a autocobrança excessiva, a comparação constante e o poder dos pequenos passos.Porque nem toda transformação acontece através de grandes mudanças.Muitas das mudanças mais importantes da vida acontecem quando escolhemos continuar.Um dia de cada vez.Um passo de cada vez.Uma escolha de cada vez.🎙️ Já disponível no Compassivamente.E eu deixo uma pergunta para você:O que na sua vida está precisando de mais velocidade...e o que está precisando de mais constância?
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Você já parou para se perguntar se está vivendo a vida que deseja... ou a vida que aprendeu que deveria viver?
Muitas vezes seguimos caminhos que fazem sentido para os outros, mas não para nós. Escolhemos para agradar, para evitar críticas, para não decepcionar, para receber aprovação.
E, aos poucos, vamos nos afastando de quem somos.
Quando perdemos contato com nossos valores, passamos a tomar decisões guiados pelo medo da desaprovação, pela culpa ou pelas cobranças externas. E mesmo quando conquistamos aquilo que tanto buscamos, o vazio continua ali.
Neste episódio, conversamos sobre a diferença entre viver uma vida orientada por expectativas e viver uma vida orientada por valores. Porque valores não são metas a serem alcançadas. São direções que dão sentido ao caminho.
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Tem pessoas que conseguem suportar o cansaço, a sobrecarga e até a ansiedade, mas não conseguem suportar a culpa de decepcionar alguém.
Por isso, dizem "sim" quando gostariam de dizer "não".Assumem responsabilidades que não são suas.Se colocam em último lugar.E, aos poucos, vão se afastando de si mesmas.Mas criar limites não é um ato de egoísmo.
Limites são uma forma de cuidado.Cuidado com a sua saúde emocional.Cuidado com a sua energia.Cuidado com os seus relacionamentos.
Porque quando você não estabelece limites, o que parece amor muitas vezes se transforma em ressentimento, exaustão e desconexão.
No episódio desta semana, vamos conversar sobre como criar limites sem culpa, por que isso é tão difícil para algumas pessoas e como desenvolver relações mais equilibradas sem precisar se abandonar para ser aceito.
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Você já percebeu que alguns erros duram segundos, mas o sofrimento pode durar semanas?
Revivendo a conversa.
Analisando cada detalhe.
Pensando no que deveria ter dito.
Imaginando o que poderia ter feito diferente.
A ruminação nos dá a sensação de que estamos resolvendo algo, mas muitas vezes estamos apenas permanecendo presos ao que já aconteceu.
No episódio de hoje do Compassivamente, conversamos sobre como a ruminação mantém a culpa, fortalece a autocrítica, aumenta a ansiedade e nos afasta do presente.
🎧 Ouça agora o episódio “Preso no Erro” e descubra como sair dessa guerra mental.
💭 Me conta: você costuma ficar revivendo situações do passado ou consegue seguir em frente com facilidade?
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O medo da rejeição tem raízes em experiências antigas, especialmente quando o vínculo de segurança não foi construído de forma consistente na infância.
E, sem perceber, passamos a viver em alerta: interpretando distâncias como abandono, silêncios como rejeição e mudanças como sinais de que não somos importantes para o outro.
No episódio de hoje do Compassivamente, vamos conversar sobre a origem desse medo, como ele impacta seus relacionamentos e o que você pode fazer para construir vínculos mais seguros e uma relação mais leve consigo mesmo.
🎧 Ouça agora e me conte: você já percebeu esse medo influenciando suas relações?
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No episódio de hoje, te ajudo a lidar com a ansiedade de uma forma mais leve, prática e possível.
Se você já se pegou pensando
“eu tô ansiosa… e agora?”
esse episódio é pra você.
Porque o problema não é sentir ansiedade.
O problema, muitas vezes, é o que fazemos depois que ela aparece.
Tentar fugir, controlar tudo ou acreditar em cada pensamento ansioso pode acabar intensificando ainda mais esse ciclo.
Aqui, eu te mostro caminhos para responder à ansiedade com mais consciência, presença e menos sofrimento, sem precisar lutar contra o que você está sentindo.
🎧 Já disponível no Compassivamente
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.No episódio #89 do Compassivamente, vamos falar sobre algo que muitas vezes passa despercebido, mas influencia diretamente a forma como você vive.A dificuldade de lidar com o que não está sob controle.A incerteza incomoda.Ela abre espaço para dúvidas, cenários, possibilidades.E a mente tenta fechar esse espaço o mais rápido possível.Cria respostas.Antecipa problemas.Tenta prever tudo.Mas, nessa tentativa de se proteger, você pode acabar preso em pensamentos, ansiedade e necessidade de controle.Neste episódio, o convite é perceber como a intolerância à incerteza aparece no seu dia a dia.E, aos poucos, começar a construir uma relação diferente com aquilo que não dá pra garantir.Com mais consciência.Menos antecipação.E um pouco mais de espaço para viver o que é real, agora.
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.Talvez você já tenha percebido o quanto a autocrítica promete mudança… mas, na prática, só aprofunda o cansaço, a culpa e a sensação de nunca ser suficiente.
No episódio de hoje do Compassivamente, eu te mostro três elementos que mantêm esse ciclo de autopunição ativo e, mais importante, um passo a passo claro para começar a sair dele.
Não é sobre passar a mão na sua cabeça.
É sobre aprender a se responsabilizar sem se destruir.
Se tratar com mais gentileza não diminui quem você é…
sustenta quem você pode se tornar.
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É bom conviver com você?
Não com a sua melhor versão. Mas com a forma como você se trata no dia a dia.
Porque, às vezes, dentro da gente existe uma voz
que comenta tudo.Corrige.
Critica.
Aponta.“Falou demais.”
“Fez errado.”
“Podia ter sido melhor.”E essa voz não se cansa.
O problema é que você está sempre ali. Ouvindo. Convivendo com isso.
Agora imagina passar um dia inteiro com alguém assim do seu lado. Cansa, né?
Esse episódio é um convite pra olhar pra essa voz com mais consciência.
E, aos poucos, aprender a responder com mais gentileza. -
No episódio #86 do Compassivamente, a gente dá um passo além.
Se antes você percebeu que nem tudo o que a mente diz é verdade…
agora é hora de aprender a não ficar preso nisso.
Perceber é importante.
Mas saber o que fazer com isso… transforma.
Neste episódio, eu te apresento uma estratégia simples para se afastar dos pensamentos e não acreditar automaticamente neles.
Não é sobre controlar a mente.
É sobre mudar a forma como você se relaciona com ela.
Será que é verdade…
ou só parece muito real?
🎧 Episódio já disponível no Compassivamente.
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No episódio #85 do Compassivamente, vamos olhar com mais calma para um ponto que passa despercebido no dia a dia.
Nem tudo o que parece real… é verdade.
A mente cria interpretações rápidas, preenche espaços, constrói histórias. E, muitas vezes, a gente acredita nelas como se fossem fatos.
Talvez você já tenha pensado que alguém estava chateado com você. Ou que fez algo errado. Ou que estava sendo julgado. Mas, na maioria das vezes, isso não passa de uma percepção que parece muito convincente.
Neste episódio, o convite é simples. Questionar com gentileza aquilo que a mente apresenta como certeza.
Será que é verdade… ou só parece muito real?
Uma pausa para observar seus pensamentos com mais consciência, diminuir o peso das suposições e se tratar com mais compaixão ao longo desse processo.
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Neste episódio, falamos sobre um hábito muito comum da mente. A tentativa de adivinhar o que os outros estão pensando.Às vezes alguém responde diferente, demora para falar, ou age de uma forma inesperada. E a mente começa a criar histórias. Talvez você imagine que fez algo errado, que a pessoa ficou chateada, ou que está sendo julgada. Mas muitas dessas histórias nascem apenas da imaginação.Nossa mente tenta preencher os espaços com suposições, e isso pode gerar ansiedade, insegurança e sofrimento desnecessário. Ao longo deste episódio, o convite é perceber esse padrão com mais consciência e aprender a olhar para esses pensamentos com um pouco mais de gentileza.E este episódio também marca o início de algo especial. A partir de agora, o podcast também ganha uma nova forma de presença. Ele passa a existir em vídeo.Agora você pode me ver ou apenas ouvir. Do jeito que fizer mais sentido para você.O que continua sendo o mesmo é o propósito. Criar um espaço de pausa, reflexão e autocompaixão no meio da correria do dia a dia.
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Neste episódio da temporada Habitando em Mim, o convite é desacelerar e voltar para o momento presente através de um sentido que muitas vezes passa despercebido no dia a dia: o paladar.Por meio de uma meditação guiada e interativa, você é conduzido a observar, sentir e experimentar o ato de comer com mais presença. Em vez de se alimentar no automático, a proposta é perceber o sabor, a textura e as sensações que surgem no corpo quando o ritmo diminui.Com uma abordagem simples e acolhedora, o episódio também traz uma breve explicação sobre como desacelerar durante a alimentação pode enviar ao corpo sinais de segurança, cuidado e saciedade.Você pode acompanhar a prática com um pequeno alimento, como uma fruta, castanha ou semente, ou apenas se permitir imaginar e sentir as sensações durante a meditação.Um convite para transformar algo cotidiano em um momento de presença, cuidado e conexão consigo mesmo.
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Na continuidade da temporada Habitando em Mim, este episódio convida você a voltar para o corpo através do olfato.
O cheiro é um dos caminhos mais diretos para a emoção e a memória. Antes mesmo de virar pensamento, ele já toca o corpo. Por isso, nesta prática, usamos o olfato como ponte entre a respiração e a presença.
Com imagens suaves como apoio visual, você é guiada, guiado, a perceber o ar entrando e saindo, a notar os cheiros do ambiente sem precisar nomear ou interpretar. Apenas sentir. Apenas estar.
Ao trazer atenção consciente para a respiração, o corpo recebe um sinal simples e profundo, agora não há ameaça, você pode desacelerar.
Essa meditação é um treino gentil de regulação emocional.
Um lembrete de que habitar em você também é permitir que a respiração te traga de volta. -
Seguimos na temporada Habitando em Mim no Compassivamente.
Neste episódio, o convite é voltar para o corpo através do tato.
Do contato.
Do apoio.O toque é um dos caminhos mais diretos para a sensação de segurança. Quando você percebe os pés no chão, as costas apoiadas, a própria mão sobre o peito, o corpo começa a entender que não precisa permanecer em alerta.
Essa prática é simples e profunda.
Sentir sem interpretar.
Permitir apoio sem exigir perfeição.Com imagens suaves como suporte, você pode fechar os olhos ou apenas deixar que o visual acompanhe a experiência. O foco não é fazer certo. É estar.
Habitar em você também é aprender a se tocar com cuidado.
O episódio já está disponível. Se você precisa desacelerar, esse pode ser o seu momento. -
A audição é um dos sentidos que permanece ativo mesmo quando a gente tenta descansar. Sons nos acompanham o tempo todo: vozes, notificações, ruídos, pensamentos que fazem barulho por dentro.Muitas vezes, o corpo está exausto, mas a mente continua em alerta, escutando tudo como se fosse urgente. Hoje, a proposta não é eliminar os sons. É aprender a escutar sem se tensionar.
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Essa meditação marca o início de uma nova temporada aqui no Compassivamente.
Uma série pensada para te ajudar a sair do automático, voltar para o corpo e habitar em você com mais presença e gentileza.
Neste primeiro episódio, começamos pela visão.
Pelos olhos que passam o dia atentos, vigilantes, tentando dar conta de tudo.
Aqui, o convite é simples e profundo, suavizar o olhar para que o corpo entenda que agora pode descansar um pouco.Não é sobre desligar da realidade.
É sobre permitir pausa.
É sobre comunicar segurança ao seu sistema nervoso.
É sobre estar, sem precisar resolver nada.Essa prática não exige perfeição.
Só disponibilidade para estar com você, do jeito que for possível hoje.Se esse convite faz sentido pra você, salva esse conteúdo para voltar quando precisar.
E vem praticar comigo.
A gente continua, aos poucos, semana após semana. -
Estresse não é só excesso de tarefas.
É um corpo que ficou tempo demais em modo de sobrevivência.
Às vezes, mesmo em silêncio, a mente não desacelera.
O corpo segue tenso, a respiração curta, o coração acelerado.
Reduzir o estresse não é “relaxar por relaxar”.
É aprender a enviar sinais reais de segurança para o corpo.
Neste episódio, eu te conduzo por um treino prático
para diminuir a ativação, soltar a tensão e criar pequenas pausas de cuidado
no meio da rotina.
🎧 Episódio disponível no Compassivamente
Regular emoções começa pelo corpo.
E o corpo também aprende.
- Visa fler