Avsnitt
-
Depois de um percurso na camadas jovens do Sporting, chegou à equipa principal, mas para jogar com regularidade, decidiu ser emprestado ao Chaves.
Aí, na Liga2, teve de lidar com as dores de crescimento da transição para o futebol profissional e foi forçado a dar um passo atrás na carreira para não desistir do sonho. Recuperou a alegria de jogar no Marco e foi aí que deu nas vistas, até conhecer Vítor Oliveira, que mudou para sempre a sua vida. A todos os níveis.
Do Leixões para a seleção, com passagens ainda por FC Porto, Sporting e Sevilha, uma carreira com títulos, onde se destacam as conquistas europeias – uma delas que ainda dá muito que falar. Diz que ainda hoje é abordado, com fair-play, nas ruas, pelo desempate de grandes penalidades contra o Benfica e fala desse tema sem tabus.
Na seleção, só tem pena de ter falhado o Euro-2016 por lesão, mas tem muitas histórias para contar de Mundiais na África do Sul, Brasil e Rússia.
-
Depois de um percurso em quase todos os escalões de formação na seleção nacional e da presença nos Jogos Olimpicos, chegou à seleção nacional.
Ricardo Costa, central que era muitas vezes adaptado a lateral direito, foi chamado à seleção nacional durante uma década, com destaque para a presença em três Mundiais.
É sobre essas presenças na Alemanha, África do Sul e Brasil, que Ricardo Costa fala, numa conversa descontraída com alguns momentos em que a lágrima apareceu, principalmente para falar do filho e das memórias de infância, quando não era convocado pelos amigos na rua para jogar à bola.
Fala ainda de macacos no telhado, das conversas com Queirós e, claro, do pé partido que “escondeu” para poder estar num Mundial!
-
Saknas det avsnitt?
-
Foi um dos guarda-redes mais mediáticos deste século. Esteve em dois Mundiais mas foi no Europeu-2004 que Ricardo protagonizou um dos momentos mais impactantes do futebol português, quando, nos quartos de final, defendeu um penálti sem luvas e marcou a grande penalidade decisiva, eliminando Inglaterra. Nesta conversa com o Paulo Rico, Ricardo fala também do Mundial 2006, com Portugal a chegar às meias-finais. Nesse trajeto, recorda a chamada “Batalha de Nuremberga” frente aos Países-Baixos, e fala de muitas peripécias em estágios… incluindo Scolari a partir camas!
-
Por mais de 50 jogos, vestiu a camisola da seleção nacional, com grande impacto no Euro-2004, onde foi totalista, e no Mundial-2002. A boa disposição levou Scolari a chamá-lo para o Euro-2006, mesmo estando lesionado, em prol do bom ambiente do grupo. Nesta conversa com o Paulo Rico, confidencia que o grande ídolo da juventude era Fernando Couto, tendo até posters no quarto, de alguém que viria, depois, a ser seu parceiro na defesa. Algo que Couto nunca soube… até agora! Das peripécias nos estágios, que envolvem jogos de ténis de mesa que acabam com sobrolhos abertos, à estreia do (também) seu Cabo Verde em Mundiais, até ver Eusébio a dançar quizomba, falou-se um pouco de tudo em cerca de meia hora de Classe Mundial.
-
Chegou ao futebol profissional numa altura em que já não esperava, apesar da bola ter sido a sua companheira fiel desde a infância. Filho de antiga glória, assume que em casa, o futebol nunca foi o tema central da família e essa educação passou-a para o filho, também ele jogador. Fala do Mundial-86 com um sorriso, já que foi a única grande competição que viveu por dentro, ao serviço da seleção. Do México, lembra-se de campos inclinados, de uma desorganização incrível na logística e de uma almofada… que foi a melhor recordação que traz desse Mundial-86.
-
Assistiu de perto a um dos golos mais memoráveis do futebol português: o de Carlos Manuel em Estugarda, que valeu o apuramento para o Mundial de 1986 e que marcou o regresso da seleção a Mundiais, vinte anos depois. Ainda hoje, diz, na brincadeira, que Carlos Manuel se enganou! Sempre direto e com muito sentido de humor, Inácio fala da forma heróica como Portugal derrotou «aqueles panzers». As peripécias – e que peripécias – à volta do México-86 foram o tema central de uma conversa com um jogador que só conheceu dois clubes (e dois presidentes) em toda a carreira.
-
Não tem Gomes no nome, mas a capacidade goleadora manifestada desde os primeiros pontapés na bola, valeu-lhe a comparação com outro Gomes, o bibota. É um dos jogadores que fez a ponte entre duas gerações de ouro de Portugal, e nesta conversa com Paulo Rico, Nuno Gomes fala do pior jogo da carreira, dos melhores amigos que o futebol lhe deu, do crescimento de Ronaldo na seleção, da braçadeira de capitão em grandes competições e do sentimento especial entre adeptos e jogadores no Europeu organizado em casa.
-
Chegou à seleção nacional já em idade adulta, mas foi a tempo de representar Portugal em grandes competições. Pode até gabar-se de ser um dos dois portugueses com papel de treinador e de jogador em Mundiais de futebol. Viveu na primeira pessoa os incidentes na meia final do Europeu, com França, e sentiu de perto o ambiente hostil com a Coreia, no Mundial de 2002. Histórias relatadas, tranquilamente, por Paulo Bento que fala ainda da recente homenagem em Espanha, da conquista da Taça de Portugal pelo “seu” Estrela e as passagens marcantes por Benfica e Sporting.