Avsnitt
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Foi um dos guarda-redes mais mediáticos deste século. Esteve em dois Mundiais mas foi no Europeu-2004 que Ricardo protagonizou um dos momentos mais impactantes do futebol português, quando, nos quartos de final, defendeu um penálti sem luvas e marcou a grande penalidade decisiva, eliminando Inglaterra. Nesta conversa com o Paulo Rico, Ricardo fala também do Mundial 2006, com Portugal a chegar às meias-finais. Nesse trajeto, recorda a chamada “Batalha de Nuremberga” frente aos Países-Baixos, e fala de muitas peripécias em estágios… incluindo Scolari a partir camas!
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Por mais de 50 jogos, vestiu a camisola da seleção nacional, com grande impacto no Euro-2004, onde foi totalista, e no Mundial-2002. A boa disposição levou Scolari a chamá-lo para o Euro-2006, mesmo estando lesionado, em prol do bom ambiente do grupo. Nesta conversa com o Paulo Rico, confidencia que o grande ídolo da juventude era Fernando Couto, tendo até posters no quarto, de alguém que viria, depois, a ser seu parceiro na defesa. Algo que Couto nunca soube… até agora! Das peripécias nos estágios, que envolvem jogos de ténis de mesa que acabam com sobrolhos abertos, à estreia do (também) seu Cabo Verde em Mundiais, até ver Eusébio a dançar quizomba, falou-se um pouco de tudo em cerca de meia hora de Classe Mundial.
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Saknas det avsnitt?
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Chegou ao futebol profissional numa altura em que já não esperava, apesar da bola ter sido a sua companheira fiel desde a infância. Filho de antiga glória, assume que em casa, o futebol nunca foi o tema central da família e essa educação passou-a para o filho, também ele jogador. Fala do Mundial-86 com um sorriso, já que foi a única grande competição que viveu por dentro, ao serviço da seleção. Do México, lembra-se de campos inclinados, de uma desorganização incrível na logística e de uma almofada… que foi a melhor recordação que traz desse Mundial-86.
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Assistiu de perto a um dos golos mais memoráveis do futebol português: o de Carlos Manuel em Estugarda, que valeu o apuramento para o Mundial de 1986 e que marcou o regresso da seleção a Mundiais, vinte anos depois. Ainda hoje, diz, na brincadeira, que Carlos Manuel se enganou! Sempre direto e com muito sentido de humor, Inácio fala da forma heróica como Portugal derrotou «aqueles panzers». As peripécias – e que peripécias – à volta do México-86 foram o tema central de uma conversa com um jogador que só conheceu dois clubes (e dois presidentes) em toda a carreira.
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Não tem Gomes no nome, mas a capacidade goleadora manifestada desde os primeiros pontapés na bola, valeu-lhe a comparação com outro Gomes, o bibota. É um dos jogadores que fez a ponte entre duas gerações de ouro de Portugal, e nesta conversa com Paulo Rico, Nuno Gomes fala do pior jogo da carreira, dos melhores amigos que o futebol lhe deu, do crescimento de Ronaldo na seleção, da braçadeira de capitão em grandes competições e do sentimento especial entre adeptos e jogadores no Europeu organizado em casa.
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Chegou à seleção nacional já em idade adulta, mas foi a tempo de representar Portugal em grandes competições. Pode até gabar-se de ser um dos dois portugueses com papel de treinador e de jogador em Mundiais de futebol. Viveu na primeira pessoa os incidentes na meia final do Europeu, com França, e sentiu de perto o ambiente hostil com a Coreia, no Mundial de 2002. Histórias relatadas, tranquilamente, por Paulo Bento que fala ainda da recente homenagem em Espanha, da conquista da Taça de Portugal pelo “seu” Estrela e as passagens marcantes por Benfica e Sporting.