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  • Neste episódio, Guilherme Casarões e Odilon Caldeira conversam com Michel Gherman, pesquisador do Observatório da Extrema Direita (OED), especialista em estudos judaicos e política israelense, que conduz uma análise rigorosa sobre a formação da extrema direita em Israel, suas raízes históricas e suas conexões contemporâneas com o neo-sionismo, o messianismo religioso e o projeto político de Benjamin Netanyahu. Michel discute também como símbolos, narrativas e identidades judaicas têm sido reconfigurados e mobilizados por movimentos de extrema direita no mundo, incluindo o bolsonarismo no Brasil. Da década de 1920 ao 7 de outubro, da Hebraica ao governo Trump 2.0, o episódio revela as imbricações entre política, religião, nacionalismo e guerra cultural no cenário global.

    Como de costume na parceria entre o OED e o Chutando a Escada, o episódio traz ainda o boletim de conjuntura internacional, com análises sobre Europa, Estados Unidos e América Latina, incluindo sanções energéticas, refugiados brancos, narcoterrorismo e eleições locais nos EUA. Fechamos com uma dica cultural na medida: o filme The Order (2024), disponível no Prime Video, que explora o universo das milícias supremacistas e do neonazismo estadunidense, oferecendo chaves importantes para compreender a extrema direita transnacional.
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    Participaram deste episódio: Guilherme Casarões, Odilon Caldeira e Michel Gherman
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    Capa do episódio: FP
    Inserção: The Order
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    Capítulos:
    00:00 Introdução e apresentação da parceria com o OED
    01:00 A formação histórica da extrema direita sionista
    10:30 As origens do neo-sionismo
    18:00 Militarismo, etnicidade e a consolidação da extrema-direita em Israel
    26:00 Netanyahu: trajetória, radicalização e alianças religiosas
    35:00 Evangelismo, nacionalismo judaico-cristão e conexões globais
    42:00 Bolsonaro na Hebraica e a colonização dos símbolos judaicos no Brasil
    50:00 Antissemitismo, instrumentalização política e polarização pós–7 de outubro
    58:00 Boletim internacional do OED: Europa, EUA, narcoterrorismo e eleições locais
    01:07:00 Dica cultural: The Order (2024), supremacismo branco e neonazismo nos EUA

     

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  • Enquanto a COP30 acontece no Brasil e o mundo discute metas climáticas, mecanismos de governança e negociações internacionais, a conversa aqui segue por um caminho menos explorado: o impacto subjetivo, emocional e existencial da crise ecológica. Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Gustavo Lagares, internacionalista formado pela UFU e doutor pela PUC Minas, sobre ecologia política, ecopsicologia e o mal-estar que marca a vida no Antropoceno.

    O episódio percorre conceitos como Holoceno, Antropoceno, capitaloceno, ansiedade climática, luto ecológico, luto geológico e geofilia, sempre buscando conectar crítica política, experiência vivida e vínculos com a Terra. Gustavo explica como a estabilidade geológica que moldou as sociedades humanas chegou ao fim, analisa o papel do capitalismo e da extrema direita na negação da crise e discute por que emoções como medo, culpa e angústia revelam muito mais do que simples “ecoansiedade”. Ao final, propõe caminhos de cuidado, simbolização e reconstrução afetiva com o mundo mais-que-humano. Aperte o play!

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Gustavo Lagares
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    Capa do episódio: iberdrola
    Inserção musical: Nunca Callar, de Lucio Feuillet
    Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts.

    Livros citados no episódio

    CHAKRABARTY, Dipesh; RENZO, Artur. O global e o planetário: a história na era da crise climática. São Paulo, SP: Ubu Editora, 2024.KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. [S.l.]: Editora Companhia das letras, 2019.LATOUR, Bruno. Onde aterrar?: como se orientar politicamente no antropoceno. [S.l.]: Bazar do Tempo Produções e Empreendimentos Culturais LTDA, 2020.ROSZAK, Theodore. The voice of the earth: An exploration of ecopsychology. [S.l.]: Red Wheel/Weiser, 2001.STENGERS, Isabelle. No tempo das catástrofes: resistir à barbárie que se aproxima. São Paulo: Cosac Naify, v. 203, 2015.

    Capítulos

    00:00 — Abertura + recados e agradecimentos
    04:00 — Trajetória do convidado e a passagem da RI para a ecopsicologia
    10:00 — Holoceno, Antropoceno e o debate sobre datas e causas
    17:00 — Capitaloceno, plantation e a crítica à modernidade
    23:00 — Elites, limites planetários e o mal-estar no Antropoceno
    30:00 — Ansiedade climática, luto ecológico e luto geológico
    38:00 — Como simbolizar a perda e repensar o vínculo com a Terra
    46:00 — Geofilia e caminhos para relações regenerativas
    50:00 — Ecoterapia, comunidade e novas formas de habitar a Terra
    54:00 — Encerramento e agradecimentos

    Este episódio é dedicado aos apoiadores e apoiadoras Alessandra Ramos de Souza, Heitor de Sá Alencar e Moraes, Tiago Chiavegatti, Lucas Leite e Marina Beirão. O apoio constante de vocês mantém o Chutando a Escada vivo e permite que conversas como esta continuem chegando a mais pessoas.

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  • Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Diógenes Moura Breda, professor do Instituto de Economia e Relações Internacionais da UFU, sobre dependência científica e tecnológica na América Latina e os desafios para construir um projeto soberano de desenvolvimento. A conversa percorre desde o pensamento latino-americano em ciência e tecnologia e a teoria marxista da dependência até os dilemas atuais do Brasil diante da corrida por dados, inovação e minerais estratégicos. Diógenes fala sobre o papel do Estado na produção científica, as limitações da política de inovação brasileira, o mito dos data centers como política industrial e a urgência de uma estratégia nacional para as terras raras. Aperte o play!

    Clique aqui para acessar a coluna do Diógenes na Carta Capital

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Diógenes Breda
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    Capítulos

    00:00 — Abertura + recados e agradecimentos
    04:00 — Trajetória do convidado: da engenharia à América Latina
    10:00 — Pensamento latino-americano em ciência, tecnologia e sociedade
    18:00 — Teoria marxista da dependência aplicada à tecnologia
    26:00 — Industrialização dependente, superexploração e “linha branca”
    33:00 — Políticas no Brasil dos anos 2000: ciência sem inovação
    38:00 — Por que o Estado é central (EUA, China) vs. mito da tripla hélice
    45:00 — Data centers, nuvem e soberania digital no Brasil
    55:00 — Terras raras: poder de barganha e proposta de estatal
    01:04:00 — Encerramento e agradecimentos

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  • Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Túlio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil–China (CEBC), sobre o novo ciclo de investimentos chineses no Brasil. A partir dos dados mais recentes do CEBC, discutimos onde o dinheiro está chegando (setor elétrico, petróleo, mineração e a manufatura ligada aos veículos elétricos) e o que isso significa para a economia brasileira na próxima década. Falamos ainda da “nova fronteira” dos minerais estratégicos (cobre, nióbio, estanho, terras raras e lítio), dos riscos de dependência excessiva do mercado chinês e das oportunidades para agregar valor localmente, em sintonia com a agenda de reindustrialização verde. Um guia direto e cheio de dados para quem estuda ou trabalha com Brasil–China, comércio exterior e política industrial. Aperte o play e vem com a gente!

    Clique aqui para acessar o CEBC

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Túlio Cariello
    Capa do episódio: EBC
    Inserções: Serra e os BRICS; Bolsonaro e o surgimento da COVID-19
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    Capítulos

    00:00 — Abertura + recados
    05:30 — Como e por que a China virou tema central no Brasil
    12:00 — O CEBC e a institucionalização da relação bilateral
    17:00 — Continuidade, solavancos e o período 2016–2022
    26:00 — Comércio, investimentos e “desacoplamentos” limitados
    33:00 — Da imagem “quinquilharia” à alta tecnologia
    40:00 — Para onde vai o investimento chinês no mundo
    44:00 — Brasil em 2024: destaque setorial e a “nova fronteira” mineral
    54:00 — Encerramento e agradecimentos

    Este episódio integra a estratégia de divulgação científica do projeto FAPEMIG APQ-02432-21. As opiniões expressas pelos participantes são de responsabilidade dos entrevistados e não refletem, necessariamente, a posição institucional da FAPEMIG.

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  • Neste episódio, David Magalhães (PUC-SP) e Guilherme Casarões (Florida International University) entrevistam Gisela Pereyra Doval (Universidad Nacional de Rosario) que nos ajuda a decifrar o governo de Javier Milei. Como enquadrar o presidente e o que de fato foi feito em dois anos de gestão? Falamos de inflação em queda à custa de um ajuste social severo, cortes e vetos que asfixiam universidades e a “batalha cultural” inspirada no libertarianismo de Rothbard, além de denúncias de corrupção e a erosão de popularidade após a derrota peronista em Buenos Aires. No tabuleiro externo, discutimos antiglobalismo, alinhamento a Trump, tensionamentos com Mercosul e Brasil, rejeição à China/BRICS e a perda de autonomia estratégica em plena multipolaridade.

    No Boletim do OED, David Magalhães analisa ainda como a extrema direita tem instrumentalizado a morte de Charlie Kirk, a ofensiva para rotular Antifa como terrorismo (e seus ecos na Europa), a exploração de casos de violência por partidos nativistas no Reino Unido e a “safronização” das forças armadas na Índia. Fechamos com a dica cultural: a série M. Mussolini, O Filho do Século (MUBI) e o livro de Antonio Scurati.

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    Participaram deste episódio: David Magalhães, Guilherme Casarões e Gisela Pereyra Doval.
    Capa do episódio: RFI
    Inserções: Sky TV
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    Capítulos do episódio:
    00:00 Introdução e apresentação da parceria com o OED
    02:00 Conversa com Gisela Pereyra Doval – Milei e o populismo reacionário na Argentina
    13:00 A guerra cultural e o ataque às universidades e ao CONICET
    27:00 Corrupção, contradições e perda de legitimidade do governo Milei
    35:00 Política externa argentina: Trump, China e o antiglobalismo
    45:00 Boletim do OED – o assassinato de Charlie Kirk e a mobilização da ultradireita global
    57:00 Dica cultural – Mussolini, o Filho do Século (livro e série)

    Este episódio não seria possível sem nossa rede de apoiadores e apoiadoras. Ele é dedicado a Irani Braga Ramos, André Vilela Mueller Roger, Elisnei Menezes de Oliveira, Gabriel Januário de Mare e José Carlos Cunha Muniz Filho. Muito obrigado!

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  • Na semana em que a ONU completou 80 anos, o Chutando a Escada recebe André Kaysel Velasco e Cruz (Unicamp) para uma conversa densa e necessária. A partir do discurso de Lula na Assembleia Geral e do breve encontro com Donald Trump, discutimos a crise do multilateralismo, os impasses do Conselho de Segurança, a ascensão de uma extrema-direita transnacional e a nova geopolítica marcada por minerais críticos e plataformas digitais. Kaysel analisa ainda o “peso” do clã Bolsonaro no jogo de narrativas de Trump e reflete sobre o uso do termo genocídio em uma tribuna presidencial — e o impacto simbólico e político desse gesto. Aperte o play e venha com a gente.

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e André Kaysel
    Capa do episódio: BBC
    Inserções: BBC, Univision, Mídia Ninja
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    Capítulos:

    00:00 — Abertura: discurso de Lula na ONU e crise do multilateralismo
    02:00 — Apresentação do convidado: André Kaysel (Unicamp)
    05:00 — Assembleia Geral de 2025: China, EUA e a extrema-direita global
    09:30 — Conflitos sem solução: Ucrânia, Gaza e limites da ONU
    12:00 — O encontro de 30 segundos entre Lula e Trump
    16:00 — Big Techs, minerais críticos e os BRICS em disputa
    19:00 — O clã Bolsonaro na “segunda prateleira” da extrema-direita internacional
    24:00 — Diplomacia empresarial, lobby em Washington e redes ideológicas
    30:00 — Discurso de Lula: soberania, democracia e voz do Sul Global
    35:00 — Clima, COP30 em Belém e justiça energética
    37:00 — América Latina na tribuna: Petro e Lula diante dos EUA
    41:00 — Genocídio em Gaza e reconhecimento do Estado Palestino
    46:00 — Autocrítica de Lula: a esquerda, a base social e a democracia
    50:00 — Fechamento e agradecimentos

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  • Nas últimas semanas, a relação Brasil–EUA entrou em modo crise. Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses por tramar um golpe de Estado, e o governo Trump reagiu politicamente: além do tarifaço de 50% contra produtos brasileiros, passou a usar o sistema de vistos como instrumento de pressão, inclusive às vésperas da Assembleia-Geral da ONU. Em entrevista à Fox News, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que os EUA anunciarão novas “respostas” à condenação de Bolsonaro nos próximos dias, elevando o clima de confronto diplomático.

    É nesse contexto que recebemos Henrique Zeferino de Menezes (UFPB/INEU), coordenador do projeto “Dinâmica Competitiva e Interações Estratégicas: os impactos da competição tecnológica EUA–China sobre o Brasil” (CNPq) e autor de “Brasil sob sanções”. Na conversa, ele argumenta que o tarifaço não é apenas política comercial: é sanção econômica e coerção geopolítica voltadas a enquadrar o Brasil em três níveis — bilateral, regional e global — com efeitos sobre BRICS, OMC e a própria estabilidade política brasileira. (PPGCP/RI),

     

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça e Henrique Menezes
    Capa do episódio: Goias246
    Inserções: Metrópoles e CNN Brasil.
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    Capítulos

    00:00 — Abertura: áudio de Marco Rubio e o “anúncio de resposta” dos EUA
    01:00 — Condenação de Bolsonaro e a escalada: tarifas, vistos e Magnitsky
    03:00 — BRICS, OMC e o choque do tarifaço (queda de 18% das exportações)
    CNN Brasil
    05:00 — Apresentação do convidado
    08:00 — Tarifas como sanção econômica (Seção 301) e o alvo político interno
    16:00 — Três níveis de enquadramento: bilateral, regional e global
    23:00 — Estratégia de fragmentação do BRICS e o papel de Índia e Brasil
    31:00 — Índia, sanções secundárias e alinhamentos instáveis
    39:00 — Big Techs, PIX e a disputa regulatória no Brasil
    45:00 — Congresso, anistia e 2026: riscos à democracia
    48:00 — Fechamento

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  • Neste episódio, Tatiana Teixeira e Yasmim Reis, do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), conversam com o jornalista Jamil Chade sobre seu novo livro Tomara que você seja deportado – uma viagem pela distopia americana. Com mais de duas décadas de experiência em cobertura internacional, Jamil Chade compartilha relatos marcantes de sua estadia nos Estados Unidos durante a ascensão de Donald Trump e analisa os impactos da extrema-direita sobre a democracia, a imigração e o “sonho americano”. A conversa aborda também os paralelos com o bolsonarismo, a relação entre ressentimento social e populismo autoritário, a manipulação da memória histórica e os riscos para a sobrevivência das democracias.

    No bloco final, Yasmim Reis traz uma análise sobre os últimos acontecimentos do governo Trump, incluindo a militarização da política antidrogas e o envio de tropas à Venezuela.

    Aperte o play, prepare um café e venha refletir com a gente sobre os desafios que unem Brasil, Estados Unidos e o futuro da democracia.

    Clique aqui e conheça o OPEU.

    Citados no episódio:

    “Pelos meus filhos”, entrevista de Jamil Chade com o professor Jason Stanley sobre fascismo e autoritarismo, Carta Capital, 10/7/2025Erasing History: How Fascists Rewrite the Past to Control the Future, de Jason Stanley (Editora Simon & Schuster, 2024)Como Funciona o Fascismo: a Política do “nós” e “eles”, de Jason Stanley (Editora L&PM, 2018)

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    Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira, Yasmim Reis e Jamil Chade
    Capa do episódio: Folha de São Paulo
    Inserções: PBS News
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    Capítulos do episódio:

    00:00 – Abertura: a história que dá nome ao livro (“tomara que você seja deportado”)
    04:00 – Extremas-direitas em continuidade: de Bolsonaro a Trump
    11:00 – Por que o livro? Diário de viagens pelos EUA em crise
    31:00 – Estratégia trumpista: manter a base fiel acima de tudo
    33:30 – O “sonho americano” hoje: renda, raça e gerações
    01:11:00 – Indicação de leitura
    01:13:30 – Boletim OPEU, com Yasmim Reis: diretiva militar contra cartéis e tropas à Venezuela

    Muito obrigado a Irani Braga Ramos, André Vilela Mueller Roger, Graciela De Conti Pagliari e Patrick Cadier Santos e a todas as pessoas que mantêm este projeto no ar!

    The post Tomara que você seja deportado, com Jamil Chade appeared first on Chutando a Escada.

  • Neste episódio de estreia da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita (OED), Isabela Kalil (FESPSP), David Magalhães (PUC-SP e FAAP) e Odilon Caldeira Neto (UFJF), coordenadores do OED, conversam com Carlos Reiss, diretor do Museu do Holocausto de Curitiba, sobre a presença de símbolos nazistas em um desfile cívico-militar em 2023 e os desdobramentos do projeto Símbolos do Extremismo, desenvolvido em parceria com o Ministério Público Federal. Na conversa, eles discutem o papel da memória histórica e da pesquisa acadêmica no enfrentamento ao extremismo, os riscos da normalização de discursos de ódio e a importância de capacitar instituições do Estado para reconhecer sinais de radicalização.

    No bloco seguinte, David Magalhães traz o primeiro boletim internacional do OED, com destaques sobre a extrema direita no mundo, como o governo Viktor Orbán na Hungria, a ascensão de grupos neonazistas nos EUA e o avanço da direita radical na Europa. Para encerrar, Odilon Caldeira Neto compartilha uma dica cultural: o filme Limonov, o Camaleão Russo (2025), adaptação da biografia escrita por Emmanuel Carrère.

    Aperte o play, prepare um café e venha entender como símbolos, narrativas e estratégias da extrema direita circulam entre o Brasil e o mundo — e por que reconhecê-los é uma tarefa fundamental para a democracia.

    Clique aqui e conheça o OED.

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Isabela Kalil, David Magalhães, Odilon Caldeira Neto e Carlos Reiss.
    Capa do episódio: Brasil de Fato
    Inserções: Tv Evangelizar, Trailler do filme Limonov, o Camaleão Russo
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    Capítulos do episódio:

    00:00 Introdução e Apresentação da Parceria com o OED
    04:20 Conversa com Carlos Reiss– O desfile de 7 de setembro e a Balkenkreuz
    17:45 O projeto “Símbolos do Extremismo” e a cooperação com o MPF
    27:10 Como se pesquisa e cataloga símbolos da extrema direita
    33:40 Educação, forças de segurança e os riscos da normalização
    40:00 Boletim Internacional da Extrema Direita, com Davi Magalhães
    51:00 Dica cultural de Odilon Caldeira Neto: Limonov, o Camaleão Russo

    Muito obrigado a Erani Braga Ramos, Gabriel Januário de Maré, Cláudio Itomi, Graciela de Conte e a todas as pessoas que mantêm este projeto no ar!

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  • Neste episódio Filipe Mendonça conversa com Embaixador da Palestina no Brasil, Sr. Ibrahim Alzeben, sobre a catástrofe humanitária na Faixa de Gaza e Cisjordânia, os limites do direito internacional e a atuação — ou omissão — do sistema multilateral diante de um genocídio transmitido em tempo real. O diplomata detalha a destruição física de Gaza, o uso da fome como arma de guerra, o crescimento dos assentamentos na Cisjordânia, além de analisar a postura do Brasil e a possibilidade de novos reconhecimentos ao Estado palestino na próxima Assembleia Geral da ONU.

    No bloco final, Yasmin Reis, do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), traz uma análise sobre o impacto global das medidas de política externa do governo Trump, incluindo novos tarifários contra o Brasil e a militarização norte‑americana.

    Aperte o play, prepare um café e venha entender por que o povo palestino resiste — e por que o silêncio diante desse massacre também é uma escolha política.

    Clique aqui e conheça o OPEU.

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Ibrahim Alzeben e Yasmim Reis
    Capa do episódio: Anistia Internacional
    Música do episódio: Poema de Refaat Alareer interpretado por Omar Kamal
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    Capítulos do episódio:

    00:00 Introdução e Apresentação do Episódio
    02:55 Análise da Situação Humanitária na Palestina
    09:36 Discussão sobre Direito Internacional e a ONU
    14:12 Reconhecimento Internacional do Estado da Palestina
    18:40 Avaliação da Política Externa Brasileira
    24:45 Conclusão da Entrevista com o Embaixador
    28:49 Análise da Política Externa dos EUA por Yasmim Reis
    29:50 Resumo das Ações de Trump e Impactos Globais

    Muito obrigado a Elisnei Menezes de Oliveira, Vitor Ribeiro da Silva Maia, Carolina Rodrigues, André São Pedro, Marcos Vinícius Costa da Conceição e a todas as pessoas que mantêm este projeto no ar!

    The post Genocídio a céu aberto, com o Embaixador da Palestina Ibrahim Alzeben appeared first on Chutando a Escada.

  • No episódio desta semana, recebemos o professor Bernardo Salgado Rodrigues (IRID/UFRJ) para conversar sobre o recém-lançado livro Sementes de Futuro da Geopolítica Brasileira, escrito em coautoria com Guilherme Sandoval Góes e publicado pela editora Alferats.

    A conversa gira em torno dos desafios estruturais e das possibilidades do Brasil no cenário internacional. Falamos sobre estudos prospectivos, planejamento de longo prazo, neoindustrialização, papel do Estado, inovação tecnológica, além das relações com China, Estados Unidos e América do Sul. É um episódio essencial para quem se interessa por geopolítica, política industrial e os rumos do Brasil nas próximas décadas.

    E no final do episódio, Victor Cabral (OPEU) volta com a sua coluna trazendo um panorama crítico sobre o uso de tornozeleiras eletrônicas em migrantes nos EUA e os desdobramentos da aproximação entre Washington e Caracas.

     

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Bernardo Salgado Rodrigues
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    Capítulos do episódio:

    00:00 Introdução e Apresentação do Episódio
    04:04 Discussão sobre o Livro ‘Sementes do Futuro da Geopolítica Brasileira’
    07:41 Conceitos de Geopolítica e Sementes do Futuro
    12:58 Paradigmas Geopolíticos Contemporâneos
    26:45 Núcleos Estratégicos e a Relação Brasil-China-EUA
    37:25 Propostas de Neoindustrialização e Política Industrial
    59:37 Atualizações sobre os Estados Unidos com Vitor Cabral
    01:10:17 Encerramento do Episódio

    Agradecimento especial aos apoiadores Lucas Leite, José Carlos Cunha Muniz Filho, Bruno Colonezi e Irani Braga Ramos – vocês ajudam a plantar sementes de futuro todos os dias. Muito obrigado!

    The post Sementes de Futuro da Geopolítica Brasileira appeared first on Chutando a Escada.

  • Neste episódio, Filipe Mendonça recebe Ana Elisa Saggioro Garcia, professora da UFRRJ e pesquisadora do BRICS Policy Center, para discutir os bastidores da cúpula do BRICS no Rio de Janeiro. A conversa passa pela criação inédita do Conselho Civil Popular — articulado por movimentos sociais como o MST —, pela ausência de Xi Jinping, pelas contradições do modelo chinês de desenvolvimento e pela forma como o governo brasileiro comprimiu a agenda do BRICS diante do G20 e da COP30. Aperte o play e vem com a gente!

    Citado no episódio: BRICS Policy Center

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Ana Garcia
    Capa do episódio: G1
    Música de encerramento: Os cria da BRICS
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    Capítulos do episódio:

    00:00 Introdução e Apresentação da Convidada
    01:21 A Cúpula do BRICS no Rio de Janeiro
    03:30 A Participação da China e a Estratégia Brasileira
    06:59 Desafios e Contradições no Desenvolvimento Sustentável
    13:48 A Importância do Comércio e das Moedas Locais
    21:29 O Novo Banco de Desenvolvimento e o Arranjo Contingente de Reservas
    25:00 A Expansão do BRICS e os Novos Membros
    32:12 A Reação Internacional e a Diplomacia Brasileira
    40:55 Conclusão e Reflexões Finais

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  • Neste episódio mergulhamos em um tema urgente e complexo: a cooperação policial entre Estados Unidos e Brasil. Quem conduz a conversa é a pesquisadora Yasmin Reis (PPGRI San Tiago Dantas), em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), e o convidado é João Gaspar (IELA-UFSC).

    A partir de uma análise crítica das relações bilaterais em segurança pública, discutimos como a chamada “cooperação técnica” pode servir como instrumento de dominação imperial. O episódio aborda conceitos como pacto securitário burguês, teoria das janelas quebradas, tolerância zero, consenso neoliberal, racismo estrutural, transferência ideacional, militarismo, e a construção do inimigo interno.

    Além da entrevista, o episódio traz uma coluna de Débora Binatti (IRID/UFRJ) com as últimas notícias dos Estados Unidos, incluindo a decisão da Suprema Corte sobre cidadania por nascimento e o avanço da agenda conservadora no país.

    Este episódio é a primeira parte da entrevista com João Gaspar. A segunda parte será publicada na próxima semana.

    Citado no episódio: A construção do consenso securitário neoliberal no Brasil

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Yasmim Reis, João Gaspar e Débora Binatti
    Capa do episódio: News Observer
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    Capítulos do episódio:

    00:00 Introdução
    07:55 Programas de Cooperação Policial
    12:18 Pacto Securitário Burguês
    22:37 Interesses das Elites Dirigentes
    37:00 Dimensão Privada da Cooperação
    55:26 Notícias dos EUA com Débora Binatti

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  • Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com Bruno Huberman, professor da PUC-SP e pesquisador do INEU, sobre a escalada do conflito entre Israel e Irã. Huberman analisa as motivações políticas por trás do ataque israelense a Teerã em junho de 2025, os riscos de uma guerra regional ou até nuclear, e o papel das grandes potências — como EUA, Rússia e China — nesse tabuleiro de tensões.

    A conversa parte da análise publicada por Bruno no blog Palestina em Transe, em que ele classifica o ataque como uma agressão ilegal e contextualiza a ofensiva como uma manobra desesperada de Netanyahu diante do isolamento internacional crescente. O episódio traz ainda reflexões sobre o papel do Irã no chamado “eixo da resistência”, o avanço das alianças regionais como os Acordos de Abraão e o retorno de uma linha de fratura global no Oriente Médio.

    Ao final do episódio, a coluna do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU) com Débora Binatti analisa a resposta do governo Trump ao conflito, o impacto na política externa e os desdobramentos internos da repressão aos migrantes nos EUA.

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Bruno Huberman e Débora Binatti
    Áudios na abertura: CNN vê cratera causada por ataque iraniano – TV estatal iraniana afirma ter sido atacada por Israel
    Capa do episódio: CFR
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    Capítulos do episódio:

    00:00 Ataque ao IRIM: O Início do Conflito00:37 Relato Direto de Tel Aviv01:21 Introdução02:50 Análise Geopolítica com Bruno Ubermann06:01 Discussão sobre o Ataque Israelense ao Irã20:46 Escalada do Conflito21:39 Possibilidade de Guerra Regional e Nuclear34:46 Impacto do Conflito na Política Interna dos EUA02:46 Conclusão e Agradecimentos52:57 Coluna do Observatório Político dos EUA

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  • No episódio 373 do Chutando a Escada, Filipe Mendonça recebe a pesquisadora Neusa Bojikian (INCT-INEU, Unicamp) e o doutorando Lucas Amorim (IRI-USP) para uma análise aprofundada do “Dia da Libertação” — a nova onda de tarifas generalizadas impostas por Donald Trump no segundo mandato. A conversa aborda os fundamentos ideológicos e estratégicos do protecionismo trumpista, o método “TACO” (Trump Always Chickens Out), os impactos dessa política sobre a economia dos EUA, a relação com a China e o status do dólar. Também discutimos as diferenças com o governo Biden, a possível erosão da ordem econômica liberal e o futuro da hegemonia americana. No final [54:10], o pesquisador Victor Cabral (OPEU/PUC-Rio) traz uma análise sobre as inéditas eleições diretas para o Judiciário no México e os recentes ataques de Trump aos estudantes internacionais e aos sistemas de vistos.

     

    Leituras recomendadas no episódio:

    Project 2025: protecionismo comercial e ultraliberalismo no Tesouro e no FedO fim da globalização como a conhecemos

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Neusa Bojikian, Lucas Amorim e Victor Cabral
    Música da abertura: I rased the tariffs
    Capa do episódio: CNBC
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    Capítulos do Episódio:

    00:00 Introdução e Apresentação dos Convidados
    01:37 Discussão sobre o Tarifaço de Trump
    06:20 Impactos Econômicos e Políticos do Tarifaço
    18:09 Comparações Históricas e Análises Adicionais
    43:33 Conclusão da Entrevista e Reflexões Finais
    59:58 Resumo de Notícias com Victor Cabral
    01:17:01 Homenagem ao Professor Leonardo Valente

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  • Donald Trump está de volta à Casa Branca e, amparado pela extrema-direita, transformou a própria história dos Estados Unidos num front político: corta verbas de universidades, apaga páginas oficiais, ameaça o complexo de museus Smithsonian e invoca os “pais fundadores” sempre que deseja legitimar políticas excludentes. Para dissecar essa ofensiva contra a memória nacional, Tatiana Teixeira (OPEU) e Andressa Mendes (Programa Santiago Dantas / OPEU) recebem a historiadora Mary Anne Junqueira (USP). Ao longo da conversa, ela explica como a chamada “narrativa da nação” seduziu gerações dentro e fora dos EUA, por que símbolos da Guerra Civil, monumentos confederados e o mito do excepcionalismo americano se converteram em munição ideológica, e de que forma o anti-intelectualismo e o ressentimento contra universidades, ciência e diversidade ganharam novo fôlego. O episódio mostra ainda por que lembrar – e, sobretudo, escolher o que lembrar – tornou-se um ato político de alto risco na democracia que ostenta o calendário eleitoral ininterrupto mais antigo do mundo.

    No bloco de encerramento, Giovana Bracali (PUC-Rio) recapitula a semana fervilhante em Washington: a suspensão judicial do “tarifaço”, a saída explosiva de Elon Musk do governo e a cruzada de Trump contra vistos de estudantes estrangeiros.

    Leituras recomendadas no episódio:

    Mary Anne Junqueira, Estados Unidos: Estado Nacional e Narrativa da Nação (1776-1900)James McPherson, Battle Cry of FreedomEric Foner, ReconstructionMae Ngai, Impossible SubjectsGary Gerstle, The Rise and Fall of the Neoliberal Order

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Tatiana Teixeira, Andressa Mendes, Giovana Bracali e Mary Junqueira
    Capa do episódio d Scott Threlkeld / Associated Press
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  • Neste episódio, Filipe Mendonça volta a conversar com o pesquisador Rodrigo Duque Estrada Campos, pós-doutorando em Ciência Política na Universidade de York (Reino Unido), agora focando na simbiose entre evangélicos e forças policiais e nas suas implicações para o avanço da extrema-direita no Brasil. A partir de relatos de campo — como o exorcismo ocorrido durante uma operação da PM em Ribeirão Pires — Rodrigo revela como capelanias voluntárias, associações como os PMs de Cristo e uma política federal de “assistência espiritual” criada na SENASP vêm consolidando um trabalho de base que antecede o bolsonarismo e fortalece uma teologia de “guerra espiritual” dentro dos batalhões.

    A conversa aprofunda os bastidores da reportagem Piauí “Pastores no Coração da Tropa”, discute dissertações produzidas por oficiais que medem a “eficácia” dessa evangelização e reflete sobre o desafio de compreender — pela etnografia — um fenômeno que escapa aos holofotes eleitorais, mas molda disciplina interna, policiamento comunitário e legitimidade do uso da força.

    O episódio termina com a participação de Débora Binatti, pesquisadora do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), que analisa os desdobramentos mais recentes da política norte-americana: a ameaça de tarifas de 50 % de Trump 2.0 contra a União Europeia, o “caso Harvard” envolvendo a tentativa de barrar estudantes estrangeiros e o endurecimento geral da agenda comercial da Casa Branca.

    Referências mencionadas no episódio:

    ️ Escola sem Censura (documentário)

    ️ Um Fio de Esperança: Independência ou Guerra no Saara Ocidental (documentário)

    Pastores no coração da tropa (Revista Piauí)

    The International Turn in Far-Right Studies: A Critical Assessment (Millennium)

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Rodrigo Campos e Débora Binnati
    Capa do episódio de UFP
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  • Neste episódio, Filipe Mendonça conversa com o pesquisador Rodrigo Duque Estrada Campos, pós-doutorando em Ciência Política na Universidade de York (Reino Unido), sobre sua trajetória de pesquisa, a produção de documentários e os estudos etnográficos que abordam temas como militarismo, religião e extrema direita no Brasil e no mundo. A conversa parte de suas experiências no Saara Ocidental, na Faixa de Gaza e no Brasil bolsonarista, chegando ao debate sobre o caráter transnacional da nova extrema direita global e o papel da etnografia para compreendê-la. Rodrigo comenta ainda seu artigo na revista Piauí sobre a presença de pastores nas polícias brasileiras e o artigo acadêmico The International Turn in Far-Right Studies: A Critical Assessment, publicado na revista Millennium. O episódio termina com a participação de Victor Cabral, pesquisador do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), que analisa os últimos desdobramentos políticos na América Latina, destacando o recrudescimento da disputa entre Venezuela e Guiana pelo território de Essequibo, a retomada das sanções e negociações em torno do petróleo venezuelano, o avanço da China sobre a América Latina com a entrada da Colômbia na Iniciativa Belt and Road e a intensificação da militarização e das violações de direitos humanos no México.

    Referências mencionadas no episódio:

    ️ Escola sem Censura (documentário)

    ️ Um Fio de Esperança: Independência ou Guerra no Saara Ocidental (documentário)

    Pastores no coração da tropa (Revista Piauí)

    The International Turn in Far-Right Studies: A Critical Assessment (Millennium)

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Rodrigo Campos e Victor Cabral
    Capa do episódio de Rodrigo Campos
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  • Neste episódio, Filipe Mendonça e Tatiana Teixeira conversam com Fábio de Sá e Silva, professor e pesquisador do IPEA e da Universidade de Oklahoma, indicado pelo governo brasileiro à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH/OEA). A conversa aborda a importância da CIDH, o papel do Brasil na defesa dos direitos humanos e os desafios da governança internacional em tempos de crescente autoritarismo e retrocessos democráticos. O episódio conta ainda com o comentário de Yasmin Reis sobre as últimas medidas do governo Trump, incluindo guerra comercial, política migratória e a surpreendente eleição de um papa norte-americano.

    Saiba tudo sobre o OPEU aqui.

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Tatiana Teixeira, Fábio de Sá e Silva e Yasmin Reis.
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  • Em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), o Chutando a Escada analisa os 100 primeiros dias do segundo governo Trump. Tatiana Teixeira recebe os pesquisadores Lucas Amorim e Victor Cabral para discutir os impactos das novas tarifas comerciais, a radicalização da política migratória, o autoritarismo presidencial, a perseguição ao judiciário e o desmonte das políticas ambientais. No final temos ainda a participação especial de Yasmin Reis, com um panorama das principais medidas do período.

    Saiba tudo sobre o OPEU aqui.

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    Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Tatiana Teixeira, Lucas Amorim, Victor Cabral e Yasmin Reis.
    Foto da capa: Reuters / Yves Herman
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