Avsnitt
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O álbum Metalized da banda canadense Sword é um clássico do heavy metal dos anos 80, lançado em 1986 pela Aquarius Records. Com riffs poderosos e letras intensas, tornou-se um marco da cena metálica e é a estreia que colocou o grupo no mapa internacional.
O álbum traz dez faixas cheias de energia e peso, consolidando o grupo como uma das revelações do heavy metal da época. Com vocais marcantes de Rick Hughes e guitarras afiadas de Mike Plant, Metalized é uma viagem sonora que mistura agressividade e melodia, permanecendo relevante até hoje para fãs do metal clássico.
F.T.W. (Follow the Wheel) – 3:38
Children of Heaven – 2:38
Stoned Again – 3:27
Dare to Spit – 3:45
Outta Control – 3:00
The End of the Night – 3:00
Runaway – 3:38
Where to Hide – 3:43
Stuck in Rock – 3:37
Evil Spell – 4:14
Rick Hughes – Vocais e teclados
Mike Plant – Guitarra e teclados
Mike Larock – Baixo
Dan Hughes – Bateria
No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho. Participação do Jorge Andrade do PodDiscos!
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Em 1973, os The Doobie Brothers lançaram The Captain and Me, um álbum que se tornou referência absoluta no rock clássico. Produzido por Ted Templeman, o disco mistura funk, folk californiano, country-rock e blues, criando uma sonoridade versátil e marcante. Com sucessos como Long Train Runnin’ e China Grove, o álbum conquistou o público e consolidou a identidade da banda nos anos 70.
Cada faixa revela uma atmosfera única: o groove contagiante de Natural Thing, o blues sombrio de Dark Eyed Cajun Woman, o folk vibrante de Clear As the Driven Snow e a balada romântica South City Midnight Lady. A diversidade sonora é reforçada pelas guitarras de Tom Johnston, pelas composições de Patrick Simmons e pela força rítmica da dupla de bateristas John Hartman e Michael Hossack.
A capa do álbum também é histórica: fotografada sobre as ruínas da Interestadual 5, destruída pelo terremoto de San Fernando em 1971, mostra a banda vestida como pioneiros do século XIX em uma diligência puxada por cavalos. Uma imagem que simboliza ousadia e resiliência, reforçando o caráter icônico do disco.
The Captain and Me é um clássico obrigatório para quem se diz roqueiro de verdade. Um álbum que mistura estilos, cria identidade e permanece como referência essencial do rock dos anos 70.
No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho
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Saknas det avsnitt?
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Existe uma linha invisível ligando brutalidade, melancolia e genialidade musical — e o novo episódio do podcast Antigas Novidades atravessa exatamente esse território ao apresentar Opeth. Mais do que revisitar músicas, o episódio mergulha em uma verdadeira experiência sonora, acompanhando Metamorfose Progressiva, uma jornada sinsitra.
Esta é uma banda que saiu das profundezas do death metal para construir paisagens musicais extremamente sofisticadas, sombrias e imprevisíveis.
Ao longo do programa, o ouvinte percorre da tempestade até a calmaria, entendendo como cada fase da banda redefiniu o peso, a técnica e a emoção dentro do metal progressivo. Entre riffs esmagadores, violões espectrais e mudanças de andamento que parecem desafiar qualquer lógica, surge um mosaico sombrio do Opeth. Um retrato de uma das bandas mais elaboradas e inquietantes da música pesada contemporânea.
O episódio é um convite para entrar em um som infernal, atmosférico e quase cinematográfico. Uma viagem para quem gosta de músicas longas, complexas e emocionalmente devastadoras. E quando tudo parece ter chegado ao ápice, ainda existe uma faixa surpresa no final esperando para virar completamente a experiência de cabeça para baixo.
No Antigas Novidades, Opeth não aparece apenas como uma banda, mas como uma entidade artística que transformou o metal em algo transcendental.
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Em 1980, o Def Leppard lançou seu primeiro álbum, On Through the Night, e entrou para a história como uma das bandas líderes da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM). Produzido por Tom Allom, o disco trouxe energia juvenil, riffs marcantes e melodias acessíveis que já apontavam para o sucesso mundial que viria nos anos seguintes.
A formação da banda na época era composta por Joe Elliott (vocais), Steve Clark (guitarra), Pete Willis (guitarra), Rick Savage (baixo) e Rick Allen (bateria, com apenas 16 anos!). Essa química foi essencial para criar um som cru e poderoso, que se destacou em meio ao cenário britânico dominado por bandas mais pesadas e sombrias.
O álbum trouxe singles como "Wasted", "Hello America" e "Rock Brigade", além de versões regravadas de faixas do primeiro EP, como "Rocks Off" e "Overture". Uma curiosidade marcante é a introdução falada de "When the Walls Came Tumbling Down", feita por Dave Cousins, líder da banda Strawbs, que imitou o estilo dramático do ator britânico Laurence Olivier.
Apesar de muitas músicas terem saído dos setlists após 1983, faixas como "Rock Brigade" e "Wasted" voltaram em shows especiais nos anos 2000. No Brasil, “Rock Brigade” ganhou ainda mais relevância por inspirar o nome da revista Rock Brigade, criada em 1981 e que se tornou referência na cena metal nacional.
O disco foi certificado ouro em 1983 e platina em 1989, mostrando que seu impacto cresceu com o tempo. Hoje, On Through the Night é lembrado como um marco inicial da jornada do Def Leppard rumo ao estrelato, misturando peso e melodia com sabedoria além da idade dos músicos.
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Em 1972, a banda Totem atingia um de seus momentos mais intensos e criativos com “Descarga”, segundo álbum da histórica banda uruguaia liderada por Rubén Rada. Gravado nos estúdios ION, em Buenos Aires, o disco amplia a fusão entre rock, jazz e candombe afro-uruguaio, transformando ritmo em identidade cultural, política e espiritual.
Mais solto, coletivo e percussivo que o álbum de estreia, “Descarga” mergulha na ideia da descarga musical como explosão de energia. Cada faixa funciona como um organismo vivo, conduzido pela voz poderosa de Rubén Rada, pelas guitarras atmosféricas de Eduardo Useta e Enrique Rey, pela cozinha hipnótica de Daniel “Lobito” Lagarde, Roberto Galletti e Mario “Chichito” Cabral.
O disco abre com “Heloísa”, trazendo um clima contemplativo e jazzístico, antes de mergulhar nos grooves corporais de “Orejas” e “Manos”, onde o candombe elétrico pulsa de maneira quase ritualística. “Pacífico” oferece um respiro atmosférico, enquanto “Todo Mal” mergulha em tensão e psicodelia, refletindo o clima político turbulento do Uruguai do início dos anos 70.
No lado B, “Negro” surge como uma afirmação direta da identidade afro-uruguaia, uma das declarações mais fortes da carreira de Rubén Rada. “Mi Alcoba” traz delicadeza e introspecção, enquanto “Un Sueño Para Gonzalo” leva a banda para territórios do jazz-rock progressivo com liberdade instrumental e construção cinematográfica. O encerramento com “Descarga” sintetiza tudo: improvisação, celebração coletiva e explosão rítmica em estado puro.
Mesmo considerado por alguns críticos menos experimental que o primeiro disco, “Descarga” se consolidou com o tempo como uma obra essencial do rock latino-americano. Um álbum físico, quente e profundamente humano, que antecipou caminhos fundamentais para a música uruguaia nas décadas seguintes.
Formação:
Rubén Rada — voz e percussão
Eduardo Useta — guitarra
Enrique Rey — guitarra
Mario “Chichito” Cabral — percussão
Daniel “Lobito” Lagarde — baixo
Roberto Galletti — bateriaLado A:
Heloísa
Orejas
Manos
Pacífico
Todo MalLado B:
Negro
Mi Alcoba
Un Sueño Para Gonzalo
DescargaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho
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O álbum Água do Céu - Pássaro marca a estreia solo de Ney Matogrosso em 1975, logo após sua saída dos Secos & Molhados, motivada por conflitos internos. Também conhecido pelo nome de uma de suas faixas mais emblemáticas, “Homem de Neanderthal”, o disco apresenta um artista em plena transformação, assumindo uma identidade estética e performática radical.
Neste trabalho, Ney constrói uma persona animalesca e híbrida, entre homem e pássaro, que se manifesta tanto na capa quanto nas interpretações vocais e corporais. Essa proposta estética, primitiva e ao mesmo tempo sofisticada, atravessa o repertório e se reflete diretamente em faixas como “Homem de Neanderthal”, estabelecendo um novo padrão de expressão artística na música brasileira.
Lançado em pleno período da Ditadura Militar no Brasil, o disco teve forte impacto cultural. Em um cenário marcado pelo conservadorismo e pela repressão, Ney desafiou normas ao aparecer seminu no encarte do álbum e ao explorar sensualidade e provocação em músicas como “Açúcar Candy”. O trabalho se tornou um símbolo de enfrentamento artístico e liberdade de expressão em um dos momentos mais rígidos da história do país.
A produção ficou a cargo de Billy Bond, reunindo músicos como Claudio Gabis (guitarra), Jorge Omar (violão), Bruce Henry (contrabaixo), Marcio Montarroyos (trompete e piano), Sergio Rosadas (flauta e sax tenor), Chacao (percussão) e Elber Bedaque (bateria). O resultado é uma sonoridade rica, que combina elementos da música popular brasileira com influências experimentais.
O repertório mistura referências da infância de Ney, como músicas da rádio e trilhas de cinema, com composições inéditas de nomes importantes como Milton Nascimento, João Bosco e Aldir Blanc, além de colaborações com Astor Piazzolla e textos de Jorge Luis Borges.
Entre as faixas do disco estão: “Homem de Neanderthal” (Luiz Carlos Sá), “O Corsário” (Aldir Blanc / João Bosco), “Açúcar Candy” (Sueli Costa / Tite de Lemos), “Pedra de Rio” (Lucinda / Luli / Paulo César), “Idade de Ouro” (Jorge Omar / Paulo Mendonça), “Bôdas” (Milton Nascimento / Ruy Guerra), “Mãe Preta (Barco Negro)” (Caco Velho / Piratini), “Cubanakan” (Sauval / Moises Simons / Champfleury), “América do Sul” (Paulo Machado), “As Ilhas” (Geraldo Carneiro / Astor Piazzolla) e “1964 (II)” (Jorge Luis Borges / Astor Piazzolla).
“América do Sul” se destacou como o primeiro grande sucesso da carreira solo de Ney, com lançamento no programa Fantástico, ampliando o alcance de sua obra para o grande público.
Este disco de estreia não apenas consolidou Ney Matogrosso como um dos artistas mais singulares da música brasileira, mas também redefiniu os limites entre música, performance e identidade artística.
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Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 27 de novembro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem!
Novidades do Rock chega para quem gosta de estar um passo à frente na música e não abre mão de descobrir artistas que estão redefinindo a cena atual. Uma vez por mês, o programa apresenta cinco nomes que trazem novas ideias, energia criativa e aquela sensação boa de estar ouvindo algo realmente vivo.
Apesar do nome, o podcast vai muito além do rock tradicional. Aqui o espaço é aberto para misturas, colaborações improváveis e estilos que dialogam com o presente e apontam caminhos para o futuro. A proposta é direta: ouvir, comentar e discutir lançamentos que chamam atenção pela ousadia, pela qualidade ou simplesmente por soarem diferentes de tudo ao redor.
O respeito pelos clássicos segue firme, mas a música nunca ficou parada no tempo. O Novidades do Rock nasce justamente dessa tensão saudável entre herança e reinvenção.
No episódio desta edição, você vai conhecer artistas e faixas que merecem entrar no seu radar agora:
🔥 Rosalía – Berghain (feat. Björk & Yves Tumor)
🎸 John Wayne – Reconectar
🖤 Psychedelic Witchcraft – Lords of the War
⚔️ Throw Me to the Wolves – Days of Retribution
⚡ Electric Mob – Devil You Know
Se você curte descobrir artistas novos, transitar entre gêneros, sentir o pulso da música contemporânea e acompanhar lançamentos que fogem do óbvio, este podcast é o seu ponto de encontro.
🎧 No comando: jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.
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Em 2026, um dos álbuns mais explosivos da história completa meio século de existência. O lendário disco de estreia dos Ramones finalmente será tema no Antigas Novidades, que vai mergulhar fundo em uma pergunta que atravessa gerações: o primeiro álbum dos Ramones é tudo isso mesmo?
Lançado em 1976, o álbum Ramones mudou para sempre o rumo do rock mundial. Em uma época marcada por excessos, solos intermináveis e produções grandiosas, os Ramones chegaram com músicas rápidas, diretas e cheias de atitude. Era o nascimento oficial de uma nova linguagem sonora que abriria caminho para o punk rock moderno.
Com faixas históricas como Blitzkrieg Bop, Beat on the Brat e Judy Is a Punk, o disco continua soando urgente, jovem e perigoso mesmo 50 anos depois. Poucos trabalhos envelheceram tão bem e mantiveram tanta influência sobre bandas de rock, punk e música alternativa no mundo inteiro.
No novo episódio de Antigas Novidades, a missão será revisitar cada detalhe dessa estreia histórica: produção crua, visual revolucionário, impacto cultural e a energia que transformou quatro caras de New York City em símbolos eternos da música.
Será que o primeiro disco dos Ramones merece mesmo toda essa fama? Ou virou mito maior que a obra? Prepare o volume no máximo, porque finalmente chegou a hora de descobrir.
Participação do Aldo Portes de França, do canal Aldo Portes de França, e de Jorge Andrade, do PodDiscosNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho
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No episódio de hoje, mergulhamos no álbum Tavito (1979), uma verdadeira joia rara da MPB lançada pela gravadora CBS. Sim, é o momento que Tavito saiu dos bastidores da música brasileira para lançar um disco solo elegante, nostálgico e repleto de grandes canções que atravessaram gerações.
Nascido em Belo Horizonte, Tavito cresceu no mesmo ambiente musical que revelou nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta e Tavinho Moura. Ainda jovem, chamou a atenção de Vinicius de Moraes, que enxergou no compositor mineiro talento melódico, sofisticação harmônica e a sensibilidade de um grande autor. Essa conexão ajudou a consolidar Tavito como um nome respeitado antes mesmo do sucesso nacional.
Ao longo dos anos 70, Tavito brilhou em parcerias históricas como Casa no Campo, com Zé Rodrix, e Rua Ramalhete, ao lado de Ney Azambuja. No disco de 1979, essas qualidades aparecem em alto nível, misturando MPB, folk, pop e a atmosfera mineira que marcou o Clube da Esquina.
Entre as faixas mais emblemáticas estão Rua Ramalhete, canção que virou clássico e foi impulsionada pela novela As Três Marias; Começo, Meio e Fim, que anos depois explodiria com Roupa Nova; Naquele Tempo, marcada por influências dos Beatles; além de releituras como Cravo e Canela e Casa no Campo.
O álbum reuniu músicos extraordinários: Sérgio Dias (Os Mutantes), Gilson Peranzzetta, Paulinho Braga, Márcio Montarroyos, Alexandre Malheiros, Mamão, Jamil Joanes, Eduardo Souto Neto e backing vocals de Jane Duboc. Um verdadeiro time de estrelas da música brasileira.
Falamos também sobre curiosidades do LP original, hoje disputado por colecionadores, e sobre como esse disco representa a transição da música mineira para uma sonoridade pop sofisticada no final dos anos 70.
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Se tem um episódio que respira atitude, energia, diversão e rebeldia, é esse. Hoje o mergulho é direto no icônico álbum You Can't Stop Rock 'n' Roll, lançado em 1983 pelo Twisted Sister — um verdadeiro grito de guerra do heavy metal que ajudou a moldar o som e a estética da década.
Logo de cara, o disco mostra a que veio: riffs pesados, refrãos grudentos e uma postura que mistura teatralidade com pura provocação. Liderados pelo carismático Dee Snider, o Twisted Sister entrega um trabalho que não só consolidou a identidade da banda, mas também abriu caminho para o sucesso estrondoso que viria depois.
O peso e a personalidade desse disco vêm diretamente do talento e da presença de seus integrantes:
Dee Snider – vocal marcante e atitude inconfundívelJay Jay French – guitarra base e produçãoEddie Ojeda – solos cheios de energiaMark Mendoza – baixo pulsante e presença de palcoA. J. Pero – bateria potente e precisaNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho
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Além das Lendas Brasileiras, o segundo LP do Terreno Baldio, é um dos grandes álbuns do rock progressivo brasileiro.
Apesar da boa repercussão no underground brasileiro dos anos 70, o primeiro elepê do Terreno Baldio — assim como os LPs de quase todas as bandas progressivas do país — não representavam fielmente a proposta musical daqueles grupos, ou aquilo que apresentavam ao vivo, num palco. Falta de dinheiro, de apoio das gravadoras e de um nível técnico decente dos estúdios de gravação colaboravam para que os discos fossem apenas um simbólico e pouco representativo cartão de visita das bandas, ou um souvenir para os fãs.
Depois que os paulistanos do Terreno Baldio lançaram sua estreia, em 1976, essa sensação de desejo não cumprido ficou no ar, deixando um gosto amargo na boca da crítica e de alguns apreciadores do grupo.
Mas o ano de 1977 teve início de forma muito promissora para o conjunto paulistano. A gravadora Continental se interessou em lançar o próximo trabalho deles, que seria baseado no folclore brasileiro, com os textos de Orlando Beghelli servindo de base e inspiração para a parte musical.
Quando Além das Lendas Brasileiras chegou às lojas, em setembro daquele ano, a louvável e audaciosa proposta do grupo de universalizar a música progressiva brasileira acabou soando pretensiosa dentro de um cenário instável, começando a ser dominado pela disco music e pelo punk rock. Mesmo assim, uma parcela da imprensa musical saudou o LP com euforia, como aconteceu na revista Pop: “O Terreno Baldio deixa de copiar o Gentle Giant para se tornar algo novo e cheio de vida, com muita personalidade”.
O desgaste emocional dentro da banda acabou impulsionando a debandada de integrantes-chave para a sonoridade que praticavam e, em 1979, o Terreno Baldio encerrou suas atividades.
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Formação principal:
João Carlos "Fusa" Kurk – vocal, flauta e percussãoMozart Mello – guitarra (elétrica e violão) e vocaisRoberto Lazzarini – teclados (piano, órgão, sintetizadores, clavinet)Rodolfo Ayres Braga – baixo (substituindo o baixista original)Joaquim Correia – bateria e percussãoMúsicos convidados:
Nelson Gerab – violinoFábio Gasparini – violonceloCláudio Bernardes – baixo acústicoAroldo "Peninha" Sobrinho – efeitosMúsicas
Caipora
Saci-Pererê
Passaredo
Primavera
Lobisomem
Curupira
As Amazonas
Iara
Negrinho do Pastoreio
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Still Loving You, do Scorpions, deixou uma marca surpreendente na França. Em 1985, meses após alcançar o topo das paradas, a canção foi associada a um verdadeiro baby boom, com milhares de novos nascimentos registrados. Rudolf Schenker, guitarrista e fundador da banda, relembra com humor o momento em que um apresentador francês os acusou de serem "responsáveis" por esse fenômeno. Entre risadas e incredulidade, a realidade é que o LP conquistou platina rapidamente, vendeu mais de 1,7 milhão de cópias apenas na França e permaneceu por 42 semanas consecutivas nas paradas. Um episódio que mostra como a música pode transcender o som e impactar a vida das pessoas de forma inesperada.
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Imagina colocar 35 músicas do Iron Maiden em uma disputa direta, onde só uma pode sair vencedora. Esse é o desafio deste episódio do podcast: um verdadeiro Resta Um entre clássicos e faixas icônicas de uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos.
A cada rodada, um participante elimina uma música — seja por gosto pessoal, estratégia ou simplesmente por não resistir à força das concorrentes. No fim, apenas uma faixa sobrevive… e ela será tocada na íntegra.
Do peso de The Trooper à atmosfera épica de Hallowed Be ThE Name, passando por hinos como Fear of the Dark e Run to the Hills, a disputa promete momentos intensos e decisões difíceis.
A pergunta é inevitável: qual dessas músicas vai sobreviver? Um clássico absoluto ou uma surpresa inesperada?
Se você curte heavy meta e debates apaixonados sobre música, esse episódio é pra você. Faça suas apostas — e prepare-se para discordar!
Lista das músicas participantes:
The Trooper – Piece of MindRun to the Hills – The Number of the BeastThe Number of the Beast – The Number of the BeastHallowed Be The Name – The Number of the BeastFear of the Dark – Fear of the DarkAces High – Powerslave2 Minutes to Midnight – PowerslaveWasted Years – Somewhere in TimeCan I Play with Madness – Seventh Son of a Seventh SonThe Evil That Men Do – Seventh Son of a Seventh SonIron Maiden – Iron MaidenPhantom of the Opera – Iron MaidenFlight of Icarus – Piece of MindRevelations – Piece of MindPowerslave – PowerslaveMurders in the Rue Morgue – KillersChildren of the Damned – The Number of the BeastTo Tame a Land – Piece of MindSeventh Son of a Seventh Son – Seventh Son of a Seventh SonAlexander the Great – Somewhere in TimeInfinite Dreams – Seventh Son of a Seventh SonMother Russia – No Prayer for the DyingJudas Be My Guide – Fear of the DarkSign of the Cross – The X FactorFutureal – Virtual XIThe Wicker Man – Brave New WorldBlood Brothers – Brave New WorldDance of Death – Dance of DeathThese Colours Don’t Run – A Matter of Life and DeathEl Dorado – The Final FrontierIf Eternity Should Fail – The Book of SoulsEmpire of the Clouds – The Book of SoulsThe Red and the Black – The Book of SoulsStratego – SenjutsuHell on Earth – SenjutsuNo comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Willian Farias, do ROCK NA MESA, como convidado .
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Novidades do Rock era um podcast separado que foi incorporado ao Antigas Novidades. Este é o primeiro programa que foi originalmente publicado dia 27 de outubro de 2025 mas que agora está aqui. Aproveitem!
Novidades do Rock chega para quem ama música e está sempre em busca de sons novos. Nosso espaço vai ao ar uma vez por mês, trazendo cinco artistas que surgiram nos últimos dez anos e que estão movimentando a cena com criatividade, intensidade e muito frescor.
Apesar do nome, não falamos apenas de rock. Aqui, o microfone está aberto para bandas, músicos e estilos diversos, explorando sonoridades que se conectam com o presente e apontam para o futuro. A proposta é simples: ouvir, comentar e discutir lançamentos que podem virar tendência — ou simplesmente se destacam pela qualidade.
Se por um lado somos apaixonados pelos clássicos, por outro acreditamos que a música nunca para de se reinventar. É justamente nesse diálogo entre tradição e inovação que o Novidades do Rock nasceu.
No episódio de estreia, você vai ouvir e conhecer artistas que merecem sua atenção: 🎸 Fontaines D.C – Starbuster 🎶 This Winter Machine – The Man Who Never Was 🔥 Thundermother – Whatever 💀 Baest – Stormbringer 🎤 Christone "Kingfish" Ingram – 662
Se você gosta de descobrir bandas novas, mergulhar em sons diferentes e acompanhar o que há de mais recente no cenário musical, este podcast é feito para você.
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Se existe um álbum que redefiniu o peso e a grandiosidade do rock, esse álbum é Presence, do lendário Led Zeppelin. Lançado em 1976, o disco chega agora aos seus 50 anos carregando uma energia crua, intensa e quase visceral. Diferente de trabalhos anteriores mais experimentais, aqui a banda apostou em uma sonoridade mais direta, com riffs marcantes de Jimmy Page, a força vocal de Robert Plant, o groove preciso de John Paul Jones e a bateria inconfundível de John Bonham.
Gravado em circunstâncias adversas, após um grave acidente de Plant, Presence carrega um senso de urgência que transborda em cada faixa. Músicas como Achilles Last Stand, Nobody's Fault but Mine e Tea for One mostram diferentes facetas da banda — do épico ao introspectivo. Cinquenta anos depois, o álbum continua sendo um testemunho da força criativa do Led Zeppelin, uma obra que segue pulsando forte no coração do rock.
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Lançado em 16 de outubro de 2000, High Visibility marca um ponto de virada na carreira dos suecos The Hellacopters. Gravado nos lendários Polar Studios, em Estocolmo, o disco traz uma sonoridade crua e energética, misturando rock clássico com garage rock, e consolidando a banda como uma das mais importantes da cena escandinava.
Este é o quarto álbum de estúdio do grupo e o primeiro a contar com o guitarrista Robert Dahlqvist, cuja entrada trouxe frescor e potência às composições. Produzido por Chips Kiesbye, o trabalho tem pouco mais de 40 minutos de duração, mas é intenso do início ao fim, com riffs marcantes, refrões explosivos e uma produção que equilibra peso e melodia.
High Visibility foi lançado por diferentes selos, incluindo Universal Music Group e Gearhead Records, e recebeu ótimas críticas da imprensa especializada. Para muitos fãs, é considerado um dos discos mais acessíveis e ao mesmo tempo mais fiéis à essência da banda.
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" Out of My Mind " / " Holy Water " é um CD single de duas faixas, lançado para arrecadar fundos, do supergrupo WhoCares , uma colaboração entre Tony Iommi e Ian Gillan , dando continuidade direta ao projeto Rock Aid Armenia . O CD contém o single "Out of My Mind" e a canção "Holy Water", esta última utilizando o instrumento tradicional armênio, o duduk, tocado pelos músicos armênios Arshak Sahakyan e Ara Gevorgyan. Ambas as faixas do CD foram gravadas no SARM Studios em Notting Hill , Londres.
A venda do CD teve como objetivo arrecadar fundos para a reconstrução de uma escola de música em Gyumri , Armênia, após a destruição da cidade pelo terremoto de 1988, e para a compra de instrumentos musicais para a escola. O CD foi lançado em 6 de maio de 2011 pela Ear Music/Edel.
As gravações também aparecem no álbum duplo "WhoCares" de Ian Gillan & Tony Iommi , lançado em julho de 2012.
"Fora de Mim"
"Out of My Mind" foi composta em parceria por Ian Gillan e Tony Iommi.
Créditos
Voz – Ian Gillan
Guitarra – Tony Iommi
Guitarra – Mikko "Linde" Lindström
Baixo – Jason Newsted
Bateria – Nicko McBrain
Teclados – Jon Lord
Água benta
"Holy Water", a segunda música, foi composta em parceria por Ian Gillan e Steve Morris.
Créditos
Voz – Ian Gillan
Guitarra – Tony Iommi, Steve Morris e Michael Lee Jackson
Baixo – Rodney Appleby
Bateria – Randy Clarke
Teclados – Jesse O'Brien
Duduk – Arshak Sahakyan
Duduk e teclados – Ara Gevorgyan
No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura e Bredi Vian Marinho
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#WhoCares #DeepPurple #BlackSabbath #TonyIommi #Ian Gillan
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Se você acha que já ouviu todas as músicas sobre revoluções, prepare-se para ser surpreendido. "Boston Tea Party", da banda The Sensational Alex Harvey Band, não é apenas uma canção sobre um evento histórico americano — é uma explosão de surrealismo escocês que mistura política, ironia e experimentação sonora.
Harvey, sempre ousado e imprevisível, transforma o episódio da rebelião contra os impostos britânicos em algo muito maior: um manifesto artístico. A letra fala de fogo nas montanhas, presidentes cuspindo notícias e dentes de madeira sendo mordidos — imagens que desafiam qualquer interpretação literal e convidam o ouvinte a mergulhar em um universo de metáforas.
História com irreverência: Harvey pega um marco da independência americana e o reimagina com humor e estranheza.Estilo único: A mistura de rock teatral e experimental faz da faixa uma experiência intensa.Provocação cultural: Um escocês cantando sobre a revolta americana mostra como a arte ultrapassa fronteiras.
Se você busca entender como música e história se entrelaçam, "Boston Tea Party" é um prato cheio. Palavras-chave como rock experimental, Alex Harvey, Boston Tea Party música, rebelião cultural e The Sensational Alex Harvey Band são essenciais para posicionar esse conteúdo nos buscadores.
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Unquestionable Presence é o segundo álbum de estúdio da banda DE death metal Atheist . Foi lançado em 1991 e introduziu um novo som ao utilizar harmonias com influências de jazz , ritmos latinos sutise compassos incomuns .
#Atheist #metal #extremo #deathmetal O baixista Roger Patterson compôs as linhas de baixo de Unquestionable Presence , mas faleceu em um acidente com a van da turnê antes das gravações. Seu trabalho, no entanto, pode ser ouvido nas demos de pré-produção incluídas no relançamento de 2005.
A banda inicialmente convidou o baixista do Watchtower , Doug Kayser (a quem Patterson idolatrava), para substituí-lo no baixo para o álbum, mas ele recusou a oferta. Tony Choy foi então contratado para tocar baixo no álbum. De acordo com o vocalista do Atheist, Kelly Shaefer: "Tony Choy era realmente a única outra pessoa capaz que conhecíamos [que] conseguia tocar essas músicas fisicamente. Tony usava todos os quatro dedos e o polegar, o que era incrível nas partes rápidas. A maioria dos caras toca semínimas , mas Roger estava por toda parte e poucos conseguiam fazer isso." A banda alugou um apartamento e ensaiou o material do álbum com Choy por oito semanas antes da gravação.
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Se você está procurando curiosidades sobre a icônica música “Dude (Looks Like a Lady)”, da lendária banda Aerosmith, prepare-se para mergulhar em um dos maiores sucessos do rock dos anos 80. Lançada em 1987 no álbum Permanent Vacation, a canção rapidamente conquistou o público com seu riff marcante e letra provocativa. Composta por Steven Tyler, Joe Perry e Desmond Child, a faixa se destaca por abordar, de forma irreverente, situações de confusão de identidade, inspiradas em uma história curiosa vivida pela banda.
Além de seu sucesso comercial, “Dude (Looks Like a Lady)” se tornou um verdadeiro marco cultural, sendo amplamente tocada em rádios, filmes e playlists de rock clássico até hoje. A música ajudou a consolidar o retorno triunfal do Aerosmith ao topo das paradas, reforçando sua relevância na indústria musical. Para quem busca entender o impacto do rock na cultura pop, essa faixa é um exemplo perfeito de como atitude, humor e um som envolvente podem atravessar gerações e continuar conquistando novos fãs.
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