Avsnitt
-
Alô, alô! Os nossos corpos não são habitados apenas por nós mesmos. Nós os compartilhamos com trilhões (!) de microrganismos que vivem praticamente em todas as partes do corpo humano. Cientistas estimam que mais da metade das nossas células não são, de fato, humanas: são células de micróbios, seres vivos microscópicos, como bactérias e fungos.
Quando ouvimos falar em micróbios, a nossa primeira reação geralmente é de medo. Afinal, não faz muito tempo que saímos de uma pandemia, né? Porém, apenas uma pequena fração dos microrganismos conhecidos, menos de 1%, causa doenças. A grande maioria desses micróbios desempenha funções essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Eles ajudam, por exemplo, na digestão, protegem contra outros microrganismos nocivos e podem até auxiliar na melhora de sintomas de ansiedade e depressão. Devido a todas essas funções, o estudo dessa comunidade de micróbios associada ao corpo humano (microbioma humano) vem crescendo muito nos últimos anos. Pesquisadores estão tentando entender quem são os microrganismos que vivem nas diferentes partes do nosso corpo, quais moléculas eles produzem e quais funções essas substâncias desempenham.
Esse conhecimento é importante não apenas para desenvolver novos medicamentos e melhorar a saúde e o bem-estar da sociedade. Ele também nos ajuda a responder uma pergunta fundamental: já que temos mais células microbianas do que células humanas no nosso corpo, entender essas comunidades é também uma forma de entender quem somos nós.
Nesse episódio, Camila Beraldo e Caramelo convidam Rosana Ferreira e Caetano Antunes para desvendarem esses segredos microscópicos.
Da o play! 🙂
Assuntos abordados:
00:00 – Intro: Microbiota dentro de nós
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
04:44 – O que é microbiota humana?
09:06 – De onde vem nossa microbiota?
11:46 – Existe microbiota boa?
18:08 – Alimentação afeta a microbiota?
22:45 – Antibióticos afetam o microbioma intestinal?
24:48 – Proteção contra infecções.
33:25 – Em quanto tempo a microbiota volta ao normal?
36:06 – Doenças e indústria farmacêutica.
37:48 – Medicamentos a partir de microbiota.
43:35 – Como se estuda microbioma?
53:24 – Motivações na pesquisa.
55:17 – Disco de Ouro: Dicas Culturais➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky📚 Links e Referências:
https://www.theguardian.com/news/2018/mar/26/the-human-microbiome-why-our-microbes-could-be-key-to-our-healthhttps://www.nature.com/immersive/human-microbiome/index.html📀 Disco de Ouro (recomendações culturais):
Camila – LIVRO: “Eu contenho multidões: os micróbios dentro de nós” (Ed Yong)
Rosana – PODCAST: Microbiando
Caetano – LIVRO: “Let them eat dirt” (Marie-Claire Arrieta e Brett Finlay)
Caramelo – VÍDEO: In a nutshell | LIVRO: A Cabeça do Santo – Socorro Acioli🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 4. Um problema microscópico
Alô, Ciência? | #123 Como deixar o Solo Vivo (part. Agrofloresteira)Pesquisa e Roteiro: Camila Beraldo
Captação: Marcelo “Caramelo” Sato
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade) -
Alô, alô! Chega de desculpinhas! Nesse episódio vamos continuar conversando sobre o livro “O Animal Social”, falamos sobre como a gente justifica os erros que cometemos. Falamos sobre a Teoria da Dissonância Cognitiva, que é um “estado de tensão que acontece quando um indivíduo reúne simultaneamente duas cognições (ideias, atitudes, crenças, opiniões) psicologicamente inconsistentes”. Por exemplo quando você tem uma atitude que vai contra imagem que você tem de você mesmo. Quando você chega nesse ponto, você tenta contar uma história para si mesmo para justificar porque você fez isso.
Nesse episódio traremos mais exemplos de autojustificações, como erros justificados pelo próprios esforços e atrocidades feitas pelo ser humano como guerras e assédios. No final vamos dar dicas de como reduzir a dissonância cognitiva, ou seja, como aprender com seus erros e, assim, errar um pouco menos.
Nesse episódio, Lucas Andrade convida Os Mentalistas Beto Parro e Rafa Moritz, que leram o livro “O Animal Social” para entender que o comportamento humano é um resultado da Evolução e que uma das consequências disso é que nossas atitudes não foram moldadas para serem as mais sensatas. Entendê-las sob a luz da Psicologia Social é uma chave para entender a humanidade e a nós mesmos.
CUPOM DE DESCONTO para o show dOs Mentalistas: MENTE30 (para 30% de desconto)
Assuntos abordados:
00:00 – Recapitulando o ep. anterior
02:50 – Autojustificação pelo esforço
07:30 – Crianças e legumes: Psicologia da Inevitabilidade
10:40 – Papel das instituições
12:38 – Novidade do Alô: Sorteio!
13:58 – Violência: guerras e assédio
19:51 – A balança da dissonância cognitiva
23:11 – Dicas: como reduzir a dissonância cognitiva?
30:00 – Dica: desenvolver força no ego!Apoie o Alô!
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #157 Autojustificação: enganando a si mesmo
Alô, Ciência? | #133 Como a Dopamina controla sua mentePesquisa e Roteiro: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade) -
Saknas det avsnitt?
-
Alô, alô! Errar é humano, se justificar também! Um dos motivos da existência dos métodos científicos é driblar nossos erros, mas quando erramos, tendemos a nos justificar (ou seria inventar desculpas?). Se quisermos entender e desvendar o mundo real (que é o que a ciência tenta fazer), precisamos entender algumas tendências do comportamento humano. Mas quais são essas tendências? Que tipos de erros estamos cometendo sem mesmo perceber?
Quando erramos, na maioria das vezes, nosso cérebro faz alguns malabarismos para acharmos que estamos fazendo a coisa certa. Pra, no fim do dia, a gente deitar a cabeça no travesseiro e pensar “ufa! Estou tendo atitudes coerentes com o que eu penso!”. Isso nos ajuda a entender, por exemplo, porque a temos hábitos que vão contra a nossa vida (Ex: fumar). Ou por que é tão difícil pedir desculpas quando cometemos um grande erro? Ou por que existem pessoas que não acreditam em vacinas ou que apoiam políticos tiranos?
Nesse episódio, Lucas Andrade convida Os Mentalistas Beto Parro e Rafa Moritz, que leram o livro “O Animal Social” (de Elliot Aronson) para entender a autojustificativa, ou seja, como a gente justifica as idiotices que a gente faz.
Teoria da Dissonância Cognitiva: “Estado de tensão que acontece quando um indivíduo reúne simultaneamente duas cognições (ideias, atitudes, crenças, opiniões) psicologicamente inconsistentes”.
CUPOM DE DESCONTO para o show dOs Mentalistas: MENTE30 (para 30% de desconto)
Assuntos abordados:
00:00 – Intro e apresentando convidados
05:40 – Opiniões sobre o livro “O Animal Social“
09:40 – Dissonância cognitiva: tensão entre duas cognições contrárias
11:50 – Experimento dos eletrodomésticos de Jack Brehm
18:28 – Seita apocalíptica, o estudo de Leon Festinger
23:03 – Intensificando uma escolha: SUVs ou carro esporte?
30:11 – Método “pé na porta”: mudança aos poucos
34:47 – Persuasão
39:19 – Novidade do Alô: sorteio!
40:45 – Compromissos crescentes
44:00 – Punição: justificativa externa e interna
48:55 – Autojustificativa na escolaReferências e links
Estudo de Jack Brehm (eletrodomésticos)
The Push: um reality show da Netflix sobre persuadir alguém a empurrar uma pessoa do último andarApoie o Alô!
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #106 BBB e Psicologia: somos influenciados pelo grupo?
Alô, Ciência? | #142 Quem roubou seu foco?Pesquisa e Roteiro: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade) -
Alô, alô! O desenvolvimento e popularização das canetas emagrecedoras como Ozempic e Mounjaro balançaram as redes sociais, mídias e tantos outros espaços públicos. Facilmente a gente encontra pessoas perguntando: Quanto custa? Precisa de receita? Faz mal? Qual é o preço popular? Tem genérico? E tantos outros termos.
Aqui no Brasil, a importação das canetas emagrecedoras aumentou 88% em 2025, superando até mesmo o mercado de celulares! Isso sem contar o crescimento de um mercado ilegal, com casos de contrabando e falsificação desse tipo de medicamento. Mas será que tem tantas pessoas que precisam de canetas emagrecedoras assim?
E para além de pensar se “tal uso faz bem” ou se “tal uso faz mal”, será que não é preciso pensar no que leva as pessoas a essa busca excessiva pelos padrões de magreza? Quais são as consequências desse uso? O quanto as pessoas estão dispostas a sofrer para entrarem nesse padrão?
Para essa conversa, Caramelo, Marx e Jefferson chamaram a Prof.ª Fernanda Scagliusi e o Prof. Bruno Gualano que, juntos, respondem: Afinal, pra que ficar magro? E mais importante: quem tem o direito de ficar e permanecer magro?
Assuntos abordados:
00:00 – Apresentação dos convidados
03:30 – O que são as canetas emagrecedoras?
11:24 – Quem usa canetas emagrecedoras?
22:15 – Economia Moral: estigma de pessoas gordas.
28:43 – Sem tempo pra emagrecer.
39:22 – Medo de engordar.
48:34 – Mundo Fitness: industria trilionária.Referências e links:
Centro de Medicina e Estilo de VidaARTIGOS JORNALÍSTICOS:
https://jornal.usp.br/ciencias/estetica-cultura-e-classe-o-que-esta-por-tras-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-indicacao/
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/ozempics-acabarao-com-a-fome-do-mundo.shtml
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/vem-a-caneta-vai-se-o-peso-vai-se-a-caneta-vem-o-peso.shtml
https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/21/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-do-paraguai-de-tirzepatida-e-retatrutida-vendidas-sem-registro.ghtml
ARTIGOS CIENTÍFICOS:
Scagliusi, F. B., Gualano, B., Andreassen, P., SturtzSreetharan, C., Jensen, S. D., & Brewis, A. (2025). The Uncharted Territory of the New Obesity Drugs in Users Without Obesity: A Sociomedical Perspective. Obesity. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/oby.70069
Scagliusi, F. B., Ulian, M. D., de Oliveira, L. C., Torres, T. H., Unsain, R. A. F., SturtzSreetharan, C., … & Brewis, A. (2025). What is the felt experience of weight stigma in Latin America and the Caribbean? A systematic narrative review. The Lancet Regional Health–Americas. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X25003643
Jensen, S. D., Gualano, B., Andreassen, P., Scagliusi, F. B., SturtzSreetharan, C., & Brewis, A. (2025). Beyond the prescription: Global observations on the social implications of GLP-1 receptor agonists for weight loss. PLOS Global Public Health, 5(12), e0005516. https://journals.plos.org/globalpublichealth/article?id=10.1371/journal.pgph.0005516
VÍDEOS, LIVROS E ETC:
PPG-ANS: Ciência, Café e Prosa – Aula “Estigma relacionado ao peso corporal e o cuidado em saúde” – Professora Fernanda Scagliusi https://www.youtube.com/watch?v=1HkzyrwXPDk
Bruno Gualano: “O mundo fitness é individualizante e egoísta”, Podcast da Semana – Revista Gama https://gamarevista.uol.com.br/podcast/podcast-da-semana/bruno-gualano/
Giro Saúde Especial | Indústria do Bem Estar https://www.canalsaude.fiocruz.br/audios/479
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #002 Ciência e esporte
Alô, Ciência? | #056 Você é sedentário?Pesquisa e Roteiro: Marcelo “Caramelo”(@marceloksato)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade) -
Alô, alô! De onde vem a violência humana? Como indivíduos e como espécies, estamos muito longe de ser anjinhos. Guerras, homicídios, estupros e atrocidades várias não são perversões recentes de uma natureza humana essencialmente gentil: pelo contrário, os tentáculos de trevas de tais fenômenos se estendem pela história e pela Pré-História, nos lugares mais distantes no espaço e no tempo que conseguimos observar. O único jeito honesto de enxergar o que somos e o que podemos ser é não desviar o olhar e lidar com esse legado de uma vez por todas. O primeiro passo para tentar modificar um cenário ruim, afinal de contas, é entendê-lo.
O que é violência? Quando surgiram as guerras? Será que outros seres vivos fazem guerras? Como isso se diferencia entre os gêneros? Existe um fator genético para explicar a violência humana? Como evitar a violência?
Nesse episódio Marx, Caramelo e Jefferson convidam o jornalista Reinaldo José Lopes para respondermos essas e outra perguntas sobre as origens da violência humana (por uma investigação evolutiva) e como evitá-la.
Ouça e se surpreenda!
Assuntos abordados:
00:00 – Apresentação do Reinaldo José Lopes
04:24 – Como definir violência?
10:49 – Perspectiva evolutiva da violência, não determinismo genético!
15:26 – O “gene guerreiro” existe?
19:53 – Como pesquisar essa história evolutiva?
24:33 – Violência em primatas (chimpanzés e bonobos).
31:42 – Violência entre povos.
35:31 – Domesticação levou ao aumento da violência?
43:13 – Gênero, masculinidade e testosterona. Tem a ver com a violência?
50:42 – Infanticídio: machos matando filhotes de outros machos.
53:25 – Guerras atuais, in-group e out-group.
58:22 – Tecnologia, IA e desumanização.
01:10:15 – Como evitar a violência?
01:16:42 – Disco de Ouro: dicas culturais.Referências e links
Livro: “Homo Ferox: As origens da violência humana e o que fazer para derrotá-la” (Reinaldo José Lopes)
Apoie o novo livro do Reinaldo com a Mila Massuda “A Teia da Vida”💽 Disco de Ouro
Reinaldo: Livro: “A mão esquerda da escuridão” e “Os despossuídos” (Ursula K. Le Guin)
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Marx: Série: live-action “One Piece“
Jefferson: Podcast: Lateral with Tom Scott | Série “Jury Duty“
Caramelo: Aplicativo Árvore➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #132 Biologia de gente: Bioantropologia
Alô, Ciência? | #053 Evolução HumanaPesquisa e Roteiro: Marco Marx (@_marcomarx)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade) -
Alô, alô! Escrever para a ciência dói! No Brasil, centenas de estudantes e docentes apresentam algum mal-estar psicológico, como ansiedade, bloqueio ou até dor (física mesmo) durante o momento da escrita de seus textos acadêmicos.
Mas por que isso acontece? Por que escrever, algo que é tão central nas ciências, pode se tornar um processo tão difïcil para muitos? O que está envolvido nesse mal-estar da escrita científica? E será que tem como resolver esse problema? E mais: será que uso IA generativa seria uma saída?
Talvez devamos nos inspirar em grandes escritores, romancistas e filósofos como Foucault, Skinner, Freud, Lévi-strauss e vários outros que em algum momento de suas obras dizem algo como: “Eu não escrevo pra falar o que eu sei, eu escrevo pra descobrir o que eu tenho a dizer“.
Nesse episódio, Camila Beraldo convida Robson Cruz, psicólogo e doutor em psicologia social e professor do Departamento de Psicologia da PUC Minas. Robson pesquisa as dificuldades e dilemas da vida acadêmica, em especial, a escrita. Ele nos mostra como a escrita é muito mais que um produto, mas um processo. Dê o play e descubra!
Assuntos abordados:
00:00 – A importância da escrita para a ciência.
05:00 – Escrita como um processo ou produto?
10:18 – Pré-escrita é importante!
14:20 – Por que “escrever é sofrer”?
20:30 – Traumas e dificuldades na escrita.
27:00 – A nossa escrita pode piorar (e melhorar muito)!
35:24 – Escrita é um bem distribuído desigualmente: o transfuga de classe.
39:10 – Dicas de como melhorar a escrita! Truques e técnicas.
48:16 – Escrever no papel melhora a escrita?
51:58 – Os perigos das ferramentas de IA na escrita.Referências e links
Livro: “Mal Estar na Escrita Científica” (Robson Cruz)
Curso: Bloqueio na escrita científica (Robson Cruz)💽 Disco de Ouro
Livro: O Artífice (Richard Sennett)
Livro: Bloqueio da Escrita (Robson Cruz)
Livro: Zen e Arte da Escrita Acadêmica (Robson Cruz)Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #093 Leitura e escrita na Prisão
Alô, Ciência? | #022 Big data e as bolhas da informaçãoPesquisa e Roteiro: Camila Beraldo (@ca.raldo)
Edição: Antônio Said
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade) -
Alô, alô! Como as mudanças climáticas vão alterar (e estão alterando) a Evolução das espécies? A Evolução é um processo em curso, mas demorado. Será que a taxa de mudanças de uma geração para a outra é tão rápida quanto as mudanças do clima que estamos causando?
Algumas espécies de animais e plantas já estão respondendo a essas alterações. Nesse episódio mostraremos como libélulas, leões, crustáceos, plantas, bactérias e fungos estão reagindo ao aumento de temperatura média da atmosfera. Algum estão aguentando, porém até quando? Outros, estão se beneficiando. Porém, estes podem afetar a saúde da humanidade. Por isso, também vamos abordar as consequências sociais da crise climática.
Nesse último episódio da temporada “Nós na Evolução”, o time se juntou! Amanda Guedes, Camila Beraldo, Mariana Inglez e Lucas Andrade se unem em um estilo entre o narrativo e o conversado. Ao longo da série estudamos muitos assuntos que, quando juntos em uma mesa de conversa, viram complexos e trazer respostas mais consistentes. Ouça agora esse episódio para entender como será nosso futuro e como podemos reagir às mudanças climáticas globais.
Assuntos abordados:
00:00 – Série Fallout seria possível?
04:01 – Conversa: vai dar tempo de evoluir?
06:29 – Pensando no futuro da Evolução
10:40 – Libélulas e leões
15:33 – Planctons pressionados pelo calor
21:50 – Microorganismos nesse cenário
25:26 – Escaladores da extinção: migração de plantas
31:41 – Consequências sociais
34:09 – Ansiedade Climática e parte da solução
36:09 – É tempo de Retomada!
40:45 – Medidas práticas
45:25 – Mensagem final da temporadaReferências e links
As mudanças climáticas já estão forçando os lagartos, insetos e outras espécies a evoluir – e a maioria não consegue acompanhar (The Conversation)Mudança Climática: do aquecimento da Terra ao colápso ecológico (Jornal Nexo)Evolução Assistida: pesquisadores aceleram evolução de espécies de corais para preservá-las (Revista Exame) (Artigo científico aqui)Site com dados sobre desmatamento e uso do solo no Brasil (Map Biomas)Libélulas escuras estão se tornando mais pálidas absorver menos calor da radiação solar (PNAS)Pés de mostarda estão florescendo mais cedo, aproveitando a água do derretimento do gelo (The Royal Society Publishing)Lagartos estão tornando-se mais tolerantes ao frio, lidar com as temperaturas extremas (The Royal Society Publishing)Uma pesquisa que estudou 19 espécies e aves e mamíferos, como corujas e veados, avaliando se eles evoluem em velocidade suficiente (Nature Communications)Um estudo feito com copepodes (parte do zooplancton) avaliou a capacidade deles gerarem mutações que aumentam sua tolerância à temperatura. (The Royal Society Publishing)Dentro dos animais que têm mais chances, ainda assim, a adaptação tem um custo (Springer Nature)Insetos: Meta-análise revela plasticidade fraca, mas generalizada, nos limites térmicos dos insetos (Nature Communications)Escaladores da Extinção: como aves tropicais estão migrando para as montanhas (mas isso tem um limite) (PNAS)Plantas também escalam (Science Magazine)Quando uma mudança climática ultrapassará a evolução adaptativa? (Wiley reviews)Estudos sobre as origens dos animais árticos podem nos dar novas ideias de como agir com as atuais mudanças climáticas e proteger essas espécies. (Universidade de Bournemouth)Reações futuras da planta Arabidopsis thaliana ao clima (Nature)Seleção sexual, temperatura e juba de leões (Science Magazine)💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 1. A Era dos Humanos
Alô, Ciência? | #036 Deriva: Evolução além da seleção natural
Alô, Ciência? | #118 O clima vai mudar para os ArtrópodesPesquisa e Roteiro: Amanda Guedes (@mandi.guedes), Camila Beraldo (@ca.raldo) Lucas Andrade (@lukeraandrade), Mariana Inglez (@mariana_inglez)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Revisão: Lucas “Taio” Nascimento
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB) -
Alô, alô! Como a agricultura evoluiu nas Américas? Produção de alimentos em massa, mecanização do campo e possibilidade de vida na cidade: quando falamos sobre a criação da agricultura, são esses os termos citados. Já reparou? Essa visão faz sentido para certas comunidades humanas, como aquelas que surgiram próximas ao Oriente Médio, mas nas Américas, a história é diferente. Muito diferente!
Nesse episódio, Mari Inglez nos convida a pensar na Evolução como um fenômeno que tem vários caminhos. A evolução das plantas alimentares nas Américas é um processo que a Arqueobotânica investiga e que têm trazido novidades recentes e quentíssimas sobre a tecnologia envolvida nas roças da Amazônia. Esse sistema é tão sofisticado que usa muito mais que maquinários, mas também envolve cultura de troca de mudas e sementes, rotatividade em roças, testes de cruzamento entre plantas, orgulho, estética… Até insetos e aves têm uma função nesse sistema. E o produto disso tudo é uma maior biodiversidade, uma cultura rica e maior soberania alimentar.
Ouça este episódio da série Nós na Evolução, onde estamos investigando como nós, seres humanos, interferimos na Evolução, mesmo sem querer.
Entrevistadas:
Laura Pereira Furquim (@laura.furquim)
Manuela Carneiro da CunhaAgradecimento especial à família Serrin, e principalmente aos irmãos Takaiama Serrin e Paulo Serrin que me receberam em Ilha de Terra e me ensinaram sobre suas roças, contribuindo com minha pesquisa de doutorado e com áudios utilizados nesse episódio!
Assuntos abordados:
00:00 – Mani: a origem da mandioca indígena
03:29 – Arqueobotânica e Revolução Neolítica
06:09 – Revolução Verde: Mecanização no campo
11:00 – Terra Preta de Índio: Uma grande evidência
21:26 – Povos indígenas que modificam paisagens
24:27 – Uma roça na Amazônia
29:25 – Orgulho da roça diversa: um fator evolutivo?
33:47 – Cruzamento, flores, pássaros e insetos têm papel na roça
36:00 – Aldeamento da ciência
40:05 – Síndrome da Domesticação nas plantas
41:49 – Evolução da agricultura nas AméricasReferências e links:
Vídeo: Entrevista com a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha (Canal Revista FAPESP)Vídeo: Milho e festa junina são indígenas (Canal Imbau)Tese de doutorado da Mari Inglez, sobre transição alimentar de populações ribeirinhas (Teses USP)Tese de mestrado da Laura Furquim, sobre Arqueobotânica na Amazônia (Teses USP)Origens da Terra Preta (artigo científico de Eduardo Neves)Evidências da domesticação de arroz nas Américas (Nature Ecology & Evolution)Evidências arqueológicas diretas da Amazônia Sudoeste como um centro de domesticação de plantas e produção de alimentos (Jennifer Watling e Myrtle Shock et al., na Revista PLoS One)Evidências confirmam origem antrópica das Terras Pretas da Amazônia (Revista Nature Communications)💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 2. Uma história canina
Alô, Ciência? | #026 O que é uma Agrofloresta?Pesquisa e Roteiro: Mariana Inglez (@mariana_inglez)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB) -
Alô, alô! Quais perigos de se tomar um antibiótico? O que são as superbactérias? Quais os perigos desses microrganismos nos hospitais? Nesse episódio narrativo, Camila Beraldo, conta quando sentiu uma dor abdominal que, a princípio parecia inofensiva, mas a levou a ser internada urgentemente. Ao longo do episódio, Camila entrevista especialistas que mostram que podemos estar próximos de viver em uma época tomada por bactérias super resistentes. Isso é uma preocupação não só a nível de saúde pública, mas de saneamento básico, agricultura, pecuária e desigualdade social.
Entrevistados: Renata Picão e Nilton Linconpan.
Assuntos abordados:
00:00 – Uma pequena dor
06:40 – Tratamento com antibióticos
09:50 – O que são superbactérias?
16:20 – Dentro de casa: precisamos exterminar todas bactérias?
18:50 – Por que a industria farmacêutica não produz mais antibióticos?
21:24 – A descoberta de Nilton
28:15 – A situação piorou
37:41 – O problema é sistêmico
38:50 – Como seria um futuro com superbactérias?
43:30 – Armas que a ciência pode ter contra superbactérias
47:27 – O que nos faz continuar?Referências e links:
75% dos antibióticos vendidos no mundo são usados em animais; excesso traz riscos à saúde humana (O Globo Saúde)O “alarmante” uso de antibióticos humanos na agricultura (UniSinos)A próxima pandemia já começou: covid-19 acelera a aparição de superbactérias (El Pais)💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 1. A Era dos Humanos
Alô, Ciência? | #088 Superbactérias na produção de carnePesquisa e Roteiro: Camila Beraldo (@ca.raldo)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB) -
Alô, alô! Os problemas das cidades têm a ver com evolução? A Ecologia Urbana, um ciência nova, surge para investigar as redes ecológicas que acontecem dentro da cidade. Um rato, uma pomba, um trevo de quatro folhas, por mais banais (e nojentos) que pareçam, fazem parte de redes que ainda estamos tentando entender. E muito além disso, suas dinâmicas e resistência às pressões da cidade formam processos evolutivos.
Nesse episódio, Lucas Andrade conta a história de Lucas Nascimento, vulgo Taio Science, um ecólogo que sempre se perguntou como as pautas raciais se unem às ambientais. A vida de Taio, como uma pessoa negra vindo de periferia, aliada a reflexões acadêmicas permitiu que ele compreendesse a Ecologia Urbana com a complexidade social. Entendendo que na cidade, o que dita a distribuição das espécies passam por decisões sociais, políticas e raciais. Ouça essa história para entender as diferentes camadas e dramas que se passam pela mente de Taio e também entender como essa área de estudo tem a capacidade de mudar o mundo.
Assuntos abordados:
00:00 – Defesa do Dr. Taio
15:50 – Ecologia da cidade (os ratos da cidade)
16:38 – Plantas da cidade.
20:11 – Seleção Natural na cidade
28:56 – Exemplos de evolução na cidade
33:05 – Questões sociais da cidade torna a evolução mais complexa. A dupla fratura de Malcom Ferdinand.
38:37 – Influência do racismo estrutural .
40:24 – Efeito do Luxo (Christopher Schell)
43:00 – O Projeto do Sabiá-Laranjeira
52:29 – Taio finalizando a defesaReferências e links:
Link para o artigo do Lucas “Taio” Nascimento – Quentinho! Saiu dia 11 de junho (2025)! “Urbanization Filters Megacolorful, Small-Bodied, and Diet-Specialist Species in Tropical Bird Assemblages“Tese de doutorado do Lucas “Taio” Nascimento – “A Beleza na natureza: como a evolução, as interações ecológicas e a urbanização moldam o colorido das aves” (2024)Livro: “Uma Ecologia Decolonial” (Malcom Ferdinand, link para compra | link para PDF)Artigo: ironicamente, cidades oferecem condições positivas para algumas espécies (Bisikirskiene, 2024)Artigo: Consequências ecológicas e evolutivas do racismo sistêmico em ambientes urbanos “The ecological and evolutionary consequences of systemic racism in urban environments” (Christopher Schell, 2020)A mariposa cinza e o melanismo industrial (Cook & Saccheri, 2013)Pesquisa: Compararam como duas espécies de aves generalistas lidam com o ambiente urbano em cidade pequena (na Lituânia). (Birsikirskiene, 2024)Vídeo: Palestra de Anne Charmantier com vários exemplos de evolução na cidade. “From wild to streets, evolution never sleeps”Artigo: Dinâmica eco-social-evolutiva das cidades (Simone Des Roches, 2020)Música “Quem Nasceu pra Malandragem Pode Ser Doutor” (Taio Science)Extra: Pesquisa: Primeiro a encontrar evidência de processo evolutivo em aves de Chernobyl causado pela radiação ionizante em animais selvagens. (Galvan, 2014)Esquema: Racismo estrutural e clacismo sustentam a heterogeneidade da paisagem em cidades (retirado do artigo de Christopher Schell, 2020):
💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]Foto do Taio no dia da defesa:
➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 1. A Era dos Humanos
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 2. Uma história caninaPesquisa e Roteiro: Lucas Andrade (@LukeraAndrade)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB) -
Alô, alô! Por que nossa espécie domesticou os cães? Nesse episódio narrativo, Lucas Andrade se pergunta por que adotou a Moana, uma vira-lata que destruia sua casa a cada vez que ele dava uma saidinha para comprar pão. Essa parceria entre cachorro e humano surgiu há pelo menos 14 mil anos, quando os proto-cães (ancestrais dos cães) resolveram rondar nossos acampamentos humanos em busca de restos de comida. Assim, aos poucos se formou uma parceria que cruzou diferentes fases da história humana e que modificou os processos evolutivos dessas duas espécies.
Necessários para a caça, segurança, pastoreio, transporte e até alimentação (sim, já comíamos carne de cachorro!), os doguinhos se diversificaram em mais de 400 raças espalhadas pelo mundo. Tendo novas funções como corrida, adestramento, cães de guarda, cães para concurso de beleza e até cães para girar carne em restaurantes chiques. Mas será que ainda hoje, com toda tecnologia e complexidade social que alcançamos, ainda precisamos desses animais problemáticos?
Nesse episódio, Lucas conta sua comovente história para entender a função desses companheiros de quatro patas. E essa narrativa nos faz refletir não só sobre a evolução humana, mas também sobre nosso sistema econômico e nossa psicologia social.
Convidado especial: Dr. Rui Sérgio Murrieta
Assuntos abordados:
00:00 – Adoção da Moana (Por que fiz isso?!)
03:30 – Pra que serviam os cães para o humano ancestral? Coevolução.
05:40 – Aliança entre humanos e protocães: a extinção dos Neandertais.
09:39 – Turnspit dogs: os cachorros de cozinha.
18:26 – Experimento de domesticação de raposas (Dmitry Belyayev).
23:45 – Impacto ecológico dos pets.
25:59 – Impacto emocional.
31:55 – Laços sociais: a utilidade do cão hoje.
38:45 – “Neurose coletiva”, solidão e indústria de produtos para pets.
40:50 – O cão precisa ser útil?
43:45 – Epílogo: os vasos.Referências, links e recomendações:
Um estudo com camundongos que corrobora a Síndrome da Domesticação. (The Royal Society Publishing)Livro: “Canis lupus familiaris: uma abordagem evolutiva e veterinária” (Ricardo Augusto Dias, link para PDF).Podcast: Turnspit Dogs: The Rise And Fall Of The Vernepator Cur (NPR)Mais sobre o Turnspit dog, o cachorro de cozinha (NCPR)Vídeo: Primeira raposa domesticada (Verge Science)Darwin e a Síndrome da Domesticação (Darwinianas)“Estudo mostra como cães se tornaram pets” (Revista Veja)Livro: “The invaders” Como seres humanos e seus cães levaram os Neanderthais à exintinção (em inglês) (Shipman P, 2015.) Livro: “Variação dos Animais e plantas sob domesticação” (Charles Darwin)Editorial: How Animals Affect Us: Examining the Influence of Human-Animal Interactions on Human Health (Revista Frontiers in Veterinary Science)Dados sobre o crescimento do mercado de pets (Seabre)Dados sobre abandono de cães no Brasil (IMVC)Solidão traz riscos à vida (CNN)Estudo sobre solidão e problemas fisiológicos (Revista Nature)Extra: Sobre impacto ambiental dos pets: Como uma única gata causou a extinção de uma espécie, David Lyal e sua gata Tibbles (Oddity Central)💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):
Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]🐶Fotos da Moaninha (inclusive o meu dedo, que ela quebrou):
➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 1. A Era dos Humanos
Alô, Ciência? | #011 Darwin vs. LamarckPesquisa e Roteiro: Lucas Andrade (@LukeraAndrade)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB) -
Alô, Alô! Você já parou pra pensar em como nós, seres humanos, interferimos na evolução de outras espécies? É com essa pergunta em mente que estamos de volta com a temporada “Nós na Evolução“, série narrativa de seis episódios com uma pitada de causos, relatos pessoais e entrevistas, na qual vamos passear por temas como defaunação, domesticação de cachorros e de plantas, evolução urbana, superbactérias e mudanças climáticas.
Nesse episódio, Amanda Guedes conversa com Felipe Elias e Mauro Galetti sobre a influência dos seres humanos nas extinções do passado e o que olhar para trás nos ensina sobre a conservação da vida selvagem nos dias de hoje.
Assuntos abordados:
00:00 – Intro: Visita ao Museu
01:39 – Extinção das preguiças-gigantes
08:02 – Humanos: predadores implacáveis
14:12 – O Antropoceno
20:58 – O balanço de vida na Terra
25:03 – Floresta vazia, defaunação e refaunação
33:47 – Adiando o fim do mundo: o que eu tenho a ver?Referências e links:
O livro “Um naturalista no Antropoceno: um biólogo em busca do selvagem”, de Mauro Galetti, foi a principal inspiração para esse episódio. Vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico em 2024, o livro traz uma narrativa leve e descontraída, que reúne os relatos do Mauro, um dos cientistas mais citados do mundo, sobre sua trajetória acadêmica, suas viagens e pesquisas pelo mundo e também sobre as reflexões a respeito do papel dos seres humanos no planeta Terra. O livro é um convite a pensar em como nós impactamos a natureza e discute maneiras de como podemos sobreviver ao Antropoceno.
A versão digital do livro é gratuita e a versão física está disponível para venda no site da Editora Unesp (@unespeditora).
Extra! Apoiadores do Alô vão concorrer ao sorteio de dois exemplares do livro. Fique atento ao Alô no Instagram!
Livro: Os Mastodontes de Barriga Cheia e Outras Histórias. Crônicas de Biologia e Conservação da Natureza (Fernando Fernandez)
Vanishing Fauna (Science)
Wild Mammals make up only a few percent of the world’s mammals (Our World in Data)
The Empty Forest – Kent Redford
This Is Martha, the World’s Last-Known Passenger Pigeon (Smithsonian)
Defaunation in the Antropocene (Science)
Vídeo: O que as extinções do final do Quaternário podem nos ensinar sobre o presente? (Fernando Fernandez)
https://www.youtube.com/watch?v=GKZJD16DPgw&ab_channel=FernandoFernandez📀 Disco de Ouro (Recomendações):
Para acompanhar o trabalho do Felipe Elias, biólogo e paleoartista, conheça o site PaleoZOO Brazil (paleozoobr.com), grande catálogo da fauna pré-histórica brasileira, e siga os perfis @paleozoobr e @museu_zoologia no Instagram.
Para acompanhar o trabalho do professor Mauro Galetti siga o perfil @dr.mauro_galetti e saiba mais sobre o Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudança do Clima (@cbioclima), do qual ele é diretor.
Música: Defaunação (não citada no episódio, mas vale conhecer!)
➡️ Siga o Alô nas Redes:
Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):
Assine pelo Apoia.seAssine pelo PatreonPix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #053 Evolução Humana
Alô, Ciência? | #036 Deriva: Evolução além da seleção naturalPesquisa e Roteiro: Amanda Guedes
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB)
-
Alô, alô! Você sabe como a leitura pode transformar? Nesse episódio analisamos o livro “Faça-os Ler” de Michel Desmurget. Nesse livro, lançado no Brasil em 2023, o pesquisador francês resgata a importância da leitura, principalmente para crianças e adolescentes. Discutimos como ler é muito mais que uma habilidade, é uma atividade que tem o potencial único de aumentar a inteligência (QI), enriquecer a linguagem, acumular conhecimento, estimular a criatividade e a capacidade de entender o outro.
Em seu primeiro livro chamado “Fábrica de Cretinos Digitais”, o autor levantou os males que as telas e o mundo conectado estão causando para as crianças dessa geração. Nesse livro, percebemos que a leitura é uma poderosíssima ferramenta contra essa “cretinice digital” que afeta todas as gerações. Dê o play e (re)descubra a importância e o prazer da leitura.
Participantes do episódio: Caramelo, Marx e Lucas Andrade. Convidada especial: Elba Arruda.
Referências (além do livro):
https://www.mobiletime.com.br/pesquisas/criancas-e-adolecentes-com-smartphones-no-brasil-outubro-de-2023/
https://www.nexojornal.com.br/externo/2023/12/13/devo-dar-um-celular-de-presente-de-natal-para-uma-crianca
https://www.prolivro.org.br/wp-content/uploads/2020/12/5a_edicao_Retratos_da_Leitura-_IPL_dez2020-compactado.pdfAssuntos abordados:
➡️ Siga o Alô nas redes:
00:00 – Introdução: “A fábrica de cretinos digitais” e o mito dos “nativos digitais”
14:06 – A leitura na escola e na família no contexto brasileiro
26:58 – Desafios cognitivos da leitura
34:27 – Línguas transparentes, língua opacas e diferenças culturais
43:19 – Benefícios da leitura
50:57 – Tempo de leitura vs. o tempo de tela
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube 💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):Assine pelo Apoia.seAssine pelo PatreonPix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #143 Como recuperar o foco?
Alô, Ciência? | #133 Como a Dopamina controla sua menteEdição: Marcelo Caramelo | Arte da Vitrine: Lucas Andrade
-
Alô, Alô! Se você pudesse escolher ter nascido diferente, você escolheria? Por exemplo, se soubesse que você poderia nascer com uma doença grave, você escolheria mudar isso? Ou mudar o seu tamanho, a sua cor de pele, sua memória… Você arriscaria fazer isso? E se você pudesse usar esse poder em outros seres vivos? Ou seja, escolher as características de animais, micróbios e plantas antes mesmo de eles nascerem? Por exemplo, escolher que uma vaca nasça sem chifre; ou que uma bactéria seja capaz de produzir um medicamento; ou que uma planta tenha mais nutrientes e frutos maiores? Estou falando de exemplos do poder que a edição genética pode ter. Muitas das coisas já são possíveis de serem feitas. Existem algumas maneiras de se fazer essa edição genética. Uma das mais famosas é a transgenia (que produz os alimentos transgênicos), mas uma nova maneira de fazer edição genética é o método CRISPR.
Esse episódio está muito especial! Em um forma de ensaio jornalístico e com uma narrativa envolvente, conversamos com seis especialistas para entender o que é edição genética, quais as vantagens e perigos de usá-los e como eles são vistos pela legislação brasileira. Aperta o play e entenda essa história.
Assuntos abordados:
00:00 – O que é edição genética? DNA, genoma e fenótipo.
04:05 – O que é CRISPR?
07:30 – Vantagens de se usar o CRISPR.
10:30 – Transgênicos são seguros?
17:26 – Problemas do CRISPR: O Efeito Fora do Alvo (off-target).
27:39 – Problemas sociais e econômicos que o CRISPR pode causar.
37:22 – Efeitos do CRISPR em cadeias alimentares.
38:29 – Leis que controlam o CRISPR no Brasil.Especialistas entrevistados:
Santuza Teixeira – Professora do Depto. Bioquímica e Imunologia da UFMG.Sarah Agapito – Geneticista do Genok, centro de Biossegurança da Universidade Ártica da Noruega.Gabriel Fernandes – Engenheiro agrônomo e assessor técnico do Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata.Renato Cardoso – Professor do programa de pós-graduação em Direito e em Neurociência da UFMG.Leonardo Melgarejo – engenheiro agrônomo que já foi representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário na CTNBio.Francisco Aragão – engenheiro agrônomo da Embrapa e doutor em Ciências Biológicas (UnB). Criador do feijão transgênico.📖 Referências e links:
ARTIGOS JORNALÍSTICOS:Bayer terá que depositar R$ 1,3 bilhão em juízo para produtores de soja (AproSoja)O que é o CRISPR (G1)Os cientistas conseguiram criar porcos resistentes com CRISPR (G1)cientistas criaram órgãos humanos em porcos para a realização de transplantes (G1)Cientistas que querem ressuscitar uma espécie extinta. Eles pretendem reviver parte do mamute-lanoso (G1)CRISPR usado (ilegalmente) em edição genética de bebêsCientistas clonam cachorros usando edição genética pela primeira vez (Revista Galileu)ARTIGOS CIENTÍFICOS:Sedeek, K. E. M.; Mahas, A.; Mahfouz, M. Plant Genome Engineering for Targeted Improvement of Crop Traits. Frontiers in Plant Science, 2019. (via CropLifeBrasil)Zhang, Y. et al. The emerging and uncultivated potential of CRISPR technology in plant science. Nature Plants, 2019. (via CropLifeBrasil)PERIGOS DE MUTAÇÕES – Primeira avaliação sistemática de eventos inesperados resultantes da edição CRISPR-Cas9: https://www.nature.com/articles/nbt.4192 LEIS/RESOLUÇÕES:Resolução Normativa nº16/2018 (CTNBio)Protocolo de CartagenaLei de Biossegurança (Lei nº11.105)Esse podcast fez parte da Assembleia Brasileira Sobre Edição Genética , que faz parte de uma iniciativa global da Universidade de Camberra (Austrália).
➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #123 Como deixar o Solo Vivo (part. Erika Canton)
Alô, Ciência? | #092 Facilitação: plantas ajudando plantasEdição: Lucas Andrade | Arte da Vitrine: Lucas Andrade | Entrevistas: Filipe Motta | Suporte Técnico: Matheus Ferrari
-
Alô, alô! Nesse episódio vamos discutir o livro Nação Tarja Preta, da escritora Anna Lembke, que conta como a atuação da indústria farmacêutica (as chamadas “Big Pharmas”) em conjunto com má conduta dos órgãos de saúde dos Estados Unidos levaram a uma epidemia de uso de medicamentos opioides prescritos que já levou a morte de mais de 640 mil pessoas até o ano de 2021.
Hoje vamos trocar uma ideia sobre essa epidemia de opioides nos EUA, sobre a crise de overdoses que esse país tem sofrido, qual a relação do Brasil com estes medicamentos e que lições podemos aprender para evitar que o mesmo ocorra aqui.
Nesse episódio, Bia, Lucas e Marx recebem o jornalista Leonardo Aquino, que está produzindo uma série de podcast narrativo só sobre essa crise, o Torpor (financiado pelo Instituto Serrapilheira). Além disso, também fizemos uma entrevista exclusiva com a autora Anna Lembke!! 😍 Ouça agora 🙂
➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #133 Como a Dopamina controla sua mente
Alô, Ciência? | #106 BBB e Psicologia: somos influenciados pelo grupo?Edição: Lucas Andrade | Arte da Vitrine: Lucas Andrade
-
Alô, alô! Qual é o som de uma floresta tropical pra você? Se você fechar os olhos agora e se imaginar no meio de uma floresta, quais sons você acha que iria escutar? É provável que sua resposta seja diferente da minha, porque as florestas variam de lugar pra lugar. Além disso, as condições das florestas também variam. Por exemplo, uma floresta saudável ou preservada pode conter seres vivos diferentes de uma floresta sob constante ação humana… e se os seres vivos de um ambiente mudam, os sons do local também mudam!
Nesse episódio Camila Beraldo e Jeferson Silva convidam a bióloga Tatiana Maeda para conversar sobre como monitorar a biodiversidade e o estado de conservação de ecossistemas, como as florestas tropicais, a partir de uma paisagem sonora, ou seja, usando os sons que existem nesse ambiente. Muito doido, né? Quer saber mais? Então fica com a gente pra conhecer mais sobre esse tipo de pesquisa!
📖 Referências e links:
Livro interativo do Lab da Tati: What does rainforest sound like – A Sound Forest Lab StorySite do laboratório da Tati: Sound Forest Lab💽 Disco de Ouro (recomendações):
Tati: Livro virtual do lab para criancas | Livro: “The Great Animal Orchestra” (Bernie Krause)Jeferson: Filme: “Kipchoge: The Last Milestone (2021)“Camila: Parque: Caminhos do Mar (Parque Estadual da Serra do Mar)➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo Patreon
Pix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #092 Facilitação: plantas ajudando plantas
Alô, Ciência? | #107 A onça faz falta?: Liberação do mesopredadorEdição: Lucas Andrade | Arte da Vitrine: Lucas Andrade
-
Alô, alô! Como recuperar o foco? Nas últimas décadas vivemos uma crise onde o nossa capacidade de se concentrar parece que sumiu. A gente tem várias dicas de como se concentrar individualmente, mas como podemos agir para que essas mudanças aconteçam em nível social? Como mudar essa realidade que aflige à todos nós? Antes, precisamos entender que existe um competição sobre a nossa atenção. Dessa forma, existem algumas soluções que envolvem mudanças no design das plataformas e no modelo de negócios das redes sociais. Além disso, é necessária a criação de regulamentações para o uso dessas redes. Ouça nosso podcast e saiba mais!
Esse episódio é a continuação do episódio 142, onde Lucas Andrade e Marx conversam com o psicólogo e mentalista Rafa Moritz sobre o Livro “Foco Roubado: ladrões de atenção da vida moderna” de Johann Hari.
Johann é escritor e jornalista do The New York Times e nesse livro ele mostra que hoje vivemos uma Crise da Atenção e resolver isso como sociedade vai ser decisivo para resolvermos todos os nossos outros problemas como um todo.
Assuntos abordados:
00:00 – Recapitulando
02:45 – Economia da Atenção: alguém está projetando essa falta de foco
07:37 – Soluções no design
11:41 – Novos modelos de negócio
18:56 – Leis que protegem o usuário
24:50 – Leis protegem famílias
27:51 – Outras forças da desatenção (que ficaram de fora)➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube 💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo PatreonPix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #133 Como a Dopamina controla sua mente
Alô, Ciência? | #043 Como funciona nossa memória?Edição: Lucas Andrade | Arte da Vitrine: Lucas Andrade
-
Alô, alô! Você sente que nos últimos anos você perdeu seu cérebro? Sua memória, capacidade de refletir, criatividade foram afetadas nos últimos tempos? E sua atenção? Você já se pegou fazendo várias tarefas ao mesmo tempo e não sabia porque estava fazendo tudo aquilo?
Existem várias forças da vida moderna que deixaram a gente assim, com o foco perdido. Mas não é simplesmente por que a gente deu bobeira, talvez nosso foco não tenha sido perdido ao acaso, talvez ele tenha sido roubado. Vivemos em uma cultura onde a nossa atenção é um produto, onde existem mídias sociais projetadas para capturar a nossa atenção e vendê-la para quem paga mais.
Nesse episódio Lucas Andrade e Marx conversam com o psicólogo e mentalista Rafa Moritz sobre o Livro “Foco Roubado: ladrões de atenção da vida moderna” de Johann Hari.
Johann é escritor e jornalista do The New York Times e nesse livro ele mostra que hoje vivemos uma Crise da Atenção e resolver isso como sociedade vai ser decisivo para resolvermos todos os nossos outros problemas como um todo.
Assuntos abordados:
00:00 – Quem roubou seu foco?
06:10 – A culpa é coletiva!
08:38 – Dados do problema
10:38 – Você não é multitarefa!
18:29 – Extremismo político
20:15 – Excesso de informação
24:27 – A viagem do autor
32:55 – Falta de foco na escola
36:50 – Otimismo cruel: A culpa é sua?
45:15 – A nossa luz perdida 🙁➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube 💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo PatreonPix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #133 Como a Dopamina controla sua mente
Alô, Ciência? | #043 Como funciona nossa memória?Edição: Lucas Andrade | Arte da Vitrine: Lucas Andrade
-
Temos um importante recado para vocês, ouvintes. O “Alô, Ciência?” está com novos sonhos e para isso precisa dar uma pausa nos podcasts quinzenais. Mas não se engane: o projeto continua a todo vapor nos bastidores! Ouça e entenda.
➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube 💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo PatreonPix: [email protected]
🎧 Aproveite esse momento para rever todos os nossos incríveis episódios nessa lista completa aqui!
Até a próxima temporada!
-
Alô, alô! O que montanhas tem a ver com o surgimento da vida na Terra? Existem evidências da existência de formas de vida simples, como por exemplo bactérias, desde quase o início da formação do nosso planeta a aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Contudo, registros de formas de vida mais complexas datam de 600 milhões de anos atrás. (Aqui vale lembrar: estamos falando de escala do tempo geológico, onde o tempo para os processos são em escalas muito maiores!). Porque levou cerca de 4 bilhões de anos para que organismos mais complexos se desenvolvessem no nosso planeta? Os dados atuais apontam que essa explosão da vida provavelmente pode ter tido uma relação com a formação de montanhas tão altas como os Himalaias.
Nesse episódio Bia Benetti e Camila Beraldo conversam com o geólogo Fabricio Caxito que estuda a relação entre a formação de montanhas e o desenvolvimento da vida no planeta Terra para tentar responder essa pergunta! Bora ouvir?
Assuntos abordados:
00:00 – Introdução ao assunto
03:15 – Condições básicas para o surgimento da vida.
11:25 – Por que demorou tanto para surgir a vida complexa na Terra?
18:26 – Como montanhas geram vida?
22:33 – O que é intemperismo?
26:19 – Oxigênio: a vida o gerou ou ela surgiu por causa dele?
32:55 – Montanhas também sufocam a vida (por eutropização).
44:45 – Tudo bem voltar atrás na ciência!
46:58 – Disco de Ouro: recomendações culturais📖 Referências e links:
ARTIGOS JORNALÍSTICOS:As montanhas que destruiram a vida (Blog Folha)As montanhas que criaram a vida (Blog Folha)ARTIGOS CIENTÍFICOSGoldilocks at the dawn of complex life: mountains might have damaged Ediacaran–Cambrianecosystems and prompted an early Cambrian greenhouse world – Scientific Reports💽 Disco de Ouro (recomendações):
Fabricio: Redes sociais e You Tube @geolifemobile e @projectmobile | Canal do Fabricio no YT | Livro: Frankstein – de Mary Shelley | Filme: “Mary Shelley” (Netflix) | Coluna do Fabricio na Folha de São PauloBia: Série da Apple TV: “Ruptura”Camila: Série: One Strange Rock (Disney +) | visitar a Serra do Cipó➡️ Siga o Alô nas redes:
Facebook | Twitter | Instagram | Youtube 💰 Apoie o Alô:Assine pelo Apoia.seAssine pelo PatreonPix: [email protected]
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #090 De onde vem a Areia?
Alô, Ciência? | #033 Decifrando a TerraEdição: Lucas Andrade | Arte da Vitrine: Lucas Andrade
- Visa fler