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  • Ivan Lima costuma dizer, à sua maneira, que o desconhecido não deve ser temido, mas explorado. Afinal, é nele que vivem as perguntas que ampliam a nossa consciência e nos convidam a enxergar além das aparências. E talvez ninguém represente melhor essa travessia do que alguém que construiu sua vida através da própria voz. Uma voz que milhões de pessoas já ouviram. Uma voz que atravessa telas, desperta curiosidade e conduz jornadas pelo universo dos mistérios. Mas também uma voz que revela algo mais profundo: a busca humana por sentido. Porque, no fundo, toda pergunta sobre o mundo é também uma pergunta sobre nós mesmos. Talvez por isso sua trajetória tenha sido tão singular. Ator, comunicador, buscador espiritual e viajante dos mundos visíveis e invisíveis. Alguém que, em determinado momento da vida, deixou para trás antigas certezas e atravessou o oceano em direção à Índia para mergulhar em uma jornada de transformação interior. Uma experiência que ampliou sua visão da realidade e aprofundou ainda mais seu interesse pelos mistérios que cercam a existência humana. Hoje, sua voz continua conduzindo milhões de pessoas. Mas talvez o que ela esteja dizendo, desde sempre, seja algo muito simples: que a vida é infinitamente mais vasta do que imaginamos. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o ator, apresentador, comunicador e uma das vozes mais marcantes da internet brasileira contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “O mestre aparece quando o discípulo está pronto”.
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  • Maryana Moro está certa de que o maior desafio do nosso tempo é lembrar quem realmente somos. Para ela, o ser humano carrega um potencial extraordinário, mas atravessou séculos de histórias e crenças que o afastaram da própria essência. Despertar, então, é fazer o caminho de volta. Talvez por isso essa relação com o invisível tenha começado tão cedo em sua vida. Ainda criança, viveu uma experiência que mudaria para sempre sua percepção da realidade. Desde então, passou a caminhar lado a lado com aquilo que chama de plano espiritual. Filha de uma psicanalista, cresceu em um ambiente onde espiritualidade e mente nunca estiveram separadas. Sua trajetória também passou pela Umbanda, onde permaneceu por cerca de dez anos, além de estudos e vivências que lhe deram uma compreensão muito particular sobre energia, consciência, proteção espiritual e cura. Mas talvez o que mais chame atenção em sua história seja a recusa em vestir o personagem da espiritualidade perfeita. Ela costuma dizer que nunca quis ser exemplo de luz, mas exemplo de uma pessoa real. Alguém que medita, ri, acolhe, extravasa, atravessa as próprias sombras e entende que a evolução acontece justamente quando temos coragem de olhar para elas. São mais de duas décadas de estudos e experiências em caminhos como Reiki, Cristaloterapia, Registros Akáshicos, Terapia Quântica e Metafísica da Saúde, sempre com a convicção de que espiritualidade e autoconhecimento só fazem sentido quando nos ajudam a viver de forma mais consciente e verdadeira. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Maryana Moro contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Ninguém desperta para fugir da vida. Desperta para vivê-la".
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  • Artur Carvalho costuma dizer que certas coisas importantes da vida não são planejadas — simplesmente acontecem quando chega o momento certo. Talvez por isso sua própria história seja marcada por encontros profundos. Um deles aconteceu aos 21 anos, quando conheceu José Trigueirinho durante uma palestra em Belo Horizonte. Naquele instante, teve a sensação de ter encontrado um porto seguro para sua busca interior. O que se seguiu foram mais de três décadas de convivência, aprendizado e trabalho ao lado de um dos mais importantes pensadores espiritualistas brasileiros. Mas, mais do que estudar temas ligados à espiritualidade, Artur se dedica a uma questão que atravessa toda a sua trajetória: como ampliar a consciência para além das referências limitadas do mundo material. Ao longo desse caminho, visitou locais sagrados e grupos de estudo em diferentes partes do mundo — da Mongólia aos Estados Unidos, da Índia à Espanha, do Egito ao Brasil Central. Participou da criação de comunidades espirituais e chegou a viver sete anos em reclusão como eremita, numa busca profunda por autoconhecimento e transformação interior. Em seus estudos, explora temas como os centros planetários, os planos sutis da existência e a possibilidade de que a humanidade esteja vivendo um momento de profunda transição evolutiva. Hoje, vivendo na região da Serra do Roncador, no Brasil Central, ele segue compartilhando reflexões que nos convidam a olhar para a vida não apenas a partir do que é visível, mas também daquilo que só pode ser percebido pela experiência interior. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o cofundador da Flor de Ibez – Instituto de Vida Integral, um espaço nascido no coração do Brasil Central e dedicado ao autoconhecimento, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo como humanidade e foi categórico: “Existe algo em nós que permanece”.
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  • Gabbi Ries está certa de que existem momentos da vida em que a gente simplesmente não consegue mais ignorar aquilo que sente por dentro. Como se alguma coisa começasse, aos poucos, a desmontar antigas certezas, antigos papéis e até antigas versões de nós mesmos. Talvez por isso a trajetória dessa minha convidada tenha sido marcada por tantas travessias. Antes de mergulhar profundamente no universo do Tarot Egípcio, da astrologia e das terapias integrativas, ela viveu experiências bastante diferentes entre si: trabalhou durante anos com comunicação, rádio, televisão, turismo e treinamentos corporativos. Depois veio a maternidade — uma experiência que acabou mudando profundamente seu olhar sobre a vida e sobre si mesma. Mas havia também uma inquietação mais antiga. A sensação de perceber o mundo de uma forma diferente, de carregar perguntas que nem sempre encontravam espaço em uma vida mais convencional. E foi justamente dessa busca — feita entre mudanças, crises pessoais, espiritualidade, autoconhecimento e reconstruções internas — que nasceu o caminho que ela segue hoje. Ao longo dos últimos anos, ela mergulhou nos estudos do Tarot Egípcio, astrologia terapêutica, alquimia, ThetaHealing, Reiki e simbologias ancestrais ligadas ao feminino e às tradições espirituais do Egito. Mais recentemente, uma nova fase da vida trouxe também reflexões profundas sobre maturidade, menopausa, identidade e a coragem de assumir, cada vez mais, a própria essência. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Gabbi Ries contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “O amor é um lugar”.
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  • Eloneide Ferreira Marques não tem dúvida em afirmar que o corpo humano possui uma inteligência muito mais antiga — e talvez muito mais sofisticada — do que qualquer inteligência artificial criada pelo homem. Talvez por isso ela tenha dedicado boa parte da sua trajetória a investigar aquilo que existe entre símbolo, energia, natureza e consciência. Estudiosa da medicina chinesa, ela desenvolveu um trabalho que busca escutar essa “inteligência do corpo” através de uma técnica que une acupuntura, trigramas do I Ching, manifestações da natureza e símbolos ancestrais encontrados em uma múmia de mais de 5 mil anos, descoberta há 35 anos entre a Áustria e a Itália. Segundo ela, muito antes de falarmos sobre algoritmos, prompts ou inteligência artificial, o corpo já sabia responder. Já armazenava informações. Já se comunicava através de sinais, frequências, emoções e padrões invisíveis. Foi dessa inquietação — e também de seus estudos sobre metaverso, linguagem simbólica e medicina chinesa — que nasceu a chamada Acupuntura Digital, uma abordagem terapêutica que substitui as agulhas por desenhos inspirados nos trigramas do I Ching, aplicados sobre pontos energéticos do corpo. Mas afinal… o que seriam esses códigos? Como símbolos da natureza poderiam dialogar com os meridianos da acupuntura? E até que ponto existe, dentro de nós, uma espécie de inteligência silenciosa esperando para ser ouvida? Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora de medicina chinesa formada pelo Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, docente da Escola Espanhola de Acupuntura, jornalista, pesquisadora e criadora da técnica da Acupuntura Digital contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o campo mais sutil que nos habita e foi categórica: “O invisível também organiza a vida”.
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  • Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade".
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  • Ilana Milharcic costuma dizer que existe um universo inteiro acontecendo dentro da gente — silencioso, profundo… e quase sempre ignorado. Talvez por isso a história dessa minha convidada não seja sobre estética — mas sobre escuta. Uma escuta que começou quando a vida saiu do eixo. Quando vieram o caos, a desconexão, a sensação de vazio e, principalmente, a falta de afeto — e de afeto por si mesma. Foi ali, nesse lugar incômodo que ninguém quer visitar, que um outro caminho começou a se desenhar. Formada em publicidade, ela construiu carreira, criou projetos, viveu o ritmo acelerado do mercado… Mas, em algum momento, percebeu que estava sustentando narrativas para fora enquanto algo essencial dentro de si pedia atenção. E foi no simples — quase silencioso — que tudo começou a mudar. O que era interesse virou prática. O que era prática virou investigação. E o que era investigação virou propósito. Entre estudos de bioquímica, da pele, das medicinas tradicionais, da ayurveda e da medicina chinesa, ela começou a enxergar o corpo não como um problema a ser corrigido, mas como um sistema inteligente buscando equilíbrio o tempo todo. E, mais do que isso, percebeu que muitas das respostas que procuramos fora já estavam disponíveis — na natureza, nos saberes ancestrais, na relação mais simples e direta com a vida. Mas ela foi além. Ao invés de escolher entre o ancestral e o tecnológico, fez algo mais raro: decidiu integrar. Olhar para a floresta e para o laboratório. Para o conhecimento dos povos originários… e para o rigor da ciência. Entendendo que, quando esses dois mundos se encontram, algo novo pode nascer. A pele, nesse processo, deixa de ser vaidade. Vira linguagem. Limite. Relação. Um espelho do que acontece dentro e fora. E foi dessa travessia — do caos ao cuidado, da desconexão ao propósito — que nasceu a Lillá. Um trabalho que vai além dos cosméticos: um convite para uma nova relação com o corpo, com a beleza e com a própria vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a cosmetóloga, tricologista e empresária contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho".
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  • Christiano Rocha não tem dúvida em afirmar que existem dimensões da vida que a gente só compreende quando se permite sentir — e não apenas explicar. Desde muito cedo, ainda na infância, ele já percebia o mundo de uma forma diferente. Uma sensibilidade mais fina, quase silenciosa, que o colocava em contato com camadas sutis da existência que nem sempre cabem em palavras. Ao longo da vida, essa percepção não apenas permaneceu… como se aprofundou. Em suas jornadas por países como China e Alemanha, viveu experiências difíceis de enquadrar dentro de uma lógica convencional — encontros, percepções e episódios que ampliaram radicalmente sua forma de enxergar o corpo, a mente e a própria realidade. Mas talvez tão marcante quanto essas experiências sejam as sincronicidades que foram se revelando ao longo do seu caminho. Como se, de alguma forma, a vida fosse abrindo portas no momento exato… conduzindo, alinhando, mostrando direções. Nada parece ter sido por acaso. Com quase duas décadas de experiência, formação em Educação Física e especializações em áreas como Medicina Tradicional Chinesa, Acupuntura Japonesa e Saúde Mental, ele construiu uma abordagem que integra ciência, tradição e consciência. À frente do Instituto Invida, desenvolve um trabalho que vai além do sintoma — um olhar que busca compreender o ser humano em sua totalidade, respeitando o corpo, a energia e aquilo que ainda não sabemos nomear. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Christiano contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórico: “Há um caminho invisível conduzindo tudo".
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  • Adriane Garcia tem certeza de uma coisa: não é só o que acontece com a gente que define a nossa vida, mas a forma como a nossa mente registra, interpreta e revive essas experiências. Talvez por isso, acessar estados mais profundos de consciência não seja algo místico ou distante, mas uma possibilidade real de reorganizar dores, ressignificar experiências e encontrar novos caminhos internos. A história da minha convidada passa por esse mergulho. Por muito tempo, viveu versões de si mesma que não refletiam quem realmente era. Entre inseguranças, padrões e silêncios, atravessou dores emocionais profundas - até viver um ponto de ruptura. Um momento de virada que a levou a olhar para dentro, encarar suas sombras e reconstruir a própria narrativa. Foi nesse processo que encontrou na hipnose não só uma ferramenta, mas um caminho. Um caminho que hoje utiliza para ajudar pessoas a lidarem com dores emocionais e físicas, ampliando a consciência, reduzindo a ansiedade, ressignificando traumas e, principalmente, reconectando o indivíduo consigo mesmo. Hoje, seu trabalho também dialoga com a ciência, integrando a hipnoterapia a abordagens baseadas na neurociência, inclusive como suporte complementar em contextos mais delicados, como o de pacientes oncológicos, contribuindo para o alívio de sintomas e melhora da qualidade de vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Adriane Garcia contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos passando como humanidade e foi categórica: “A mente pode aprisionar… mas também pode libertar.”
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  • Leandro Barreto costuma dizer que o corpo sempre cobra a conta da alma. Talvez por isso sua trajetória tenha sido marcada pela recusa em aceitar que adoecer seja apenas uma fatalidade biológica ou um efeito inevitável do tempo. Para ele, o corpo não é uma máquina que simplesmente quebra — é também um espelho. Um reflexo da forma como vivemos, pensamos, sentimos e nos relacionamos com o mundo. Foi dessa inquietação que nasceu sua busca por uma medicina mais ampla. Uma medicina que não se contenta em apenas controlar sintomas, mas que procura compreender os hábitos, os excessos, os silêncios, os conflitos e os desalinhamentos que muitas vezes adoecem alguém antes mesmo de qualquer exame mostrar alteração. Ao longo da sua caminhada, passou a defender uma ideia que confronta muitas crenças modernas: a de que envelhecer não precisa significar definhar; que boa parte das doenças que hoje consideramos “normais da idade” talvez sejam, na verdade, consequência de uma forma desordenada de viver. Mas sua reflexão vai além da saúde física. Porque, para ele, cuidar do corpo não é culto à estética — é disciplina, presença e responsabilidade com o veículo que sustenta nossa existência. É entender que corpo, mente e espírito não caminham separados. E que uma vida em desequilíbrio, mais cedo ou mais tarde, encontra uma forma de se manifestar. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o sócio-diretor do Bio Instituto e uma das vozes mais inquietas na defesa de uma medicina que integra ciência, escuta e consciência contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórico: “Muita gente chama de idade o que é consequência.”
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  • Yuri Mocellin não tem dúvida em afirmar que a consciência transforma não apenas a forma como enxergamos a vida, mas a própria realidade que experimentamos. Certo de que a vida não se resume somente ao que os olhos veem, esse meu convidado vem dedicando sua trajetória a investigar as conexões entre consciência, criação, arte e transformação interior. Para ele, o mundo não é apenas algo que nos acontece — é também algo que, em alguma medida, cocriamos a partir da forma como pensamos, sentimos, percebemos e nos posicionamos diante da existência. Mas essa compreensão não nasceu de uma hora para outra. Como acontece com quase tudo o que realmente nos transforma, ela foi sendo construída ao longo da caminhada — entre experiências, inquietações, estudos, buscas e atravessamentos que o conduziram a um olhar cada vez mais amplo sobre a vida e sobre o ser humano. Polímata, produtor e psicoterapeuta, ele vem construindo uma trajetória singular, em que pensamento, sensibilidade e expansão de consciência caminham lado a lado. Seu trabalho transita entre diferentes linguagens e saberes, sempre com um fio condutor muito claro: o convite para que cada pessoa se reconecte consigo mesma e assuma um papel mais consciente na criação da própria realidade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Yuri Mocellin contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A realidade que você vive também está sendo criada por você".
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  • Micha-El e Gran estão certos de que a verdadeira jornada espiritual não tem a ver com acumular conceitos, colecionar experiências extraordinárias ou se perder em promessas de iluminação instantânea. Tem a ver, antes de tudo, com silêncio, discernimento, presença… e com essa disposição rara de olhar para dentro sem autoengano. Certos de que a transformação real não nasce do excesso de informação, mas da maturação da consciência, Micha-El e Gran vêm dedicando uma parte importante de suas vidas a estudar, traduzir, organizar e compartilhar a obra de um dos pensadores espirituais mais profundos e discretos do século XX: o filósofo-místico inglês Paul Brunton. Mais do que simples leitores e admiradores, eles se tornaram guardiões e pontes de um ensinamento que busca unir investigação filosófica, vida interior, prática contemplativa e um tipo de sabedoria que não se exibe — mas se revela, pouco a pouco, a quem está verdadeiramente disposto a buscar. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Alan David Berkowitz, também conhecido como Micha-El, e Magda Beatriz Berkowitz, a Gran — estudiosos, compiladores, tradutores e divulgadores da obra de Paul Brunton — contaram suas histórias de vida, trouxeram um olhar sobre este momento que estamos vivendo e foram categóricos: “Não basta buscar, é preciso amadurecer”.
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  • Ricardo Leme tem certeza de uma coisa: a saúde não começa no corpo — ela começa na consciência. Talvez seja justamente aí que mora uma das grandes inversões do nosso tempo. A gente foi aprendendo a olhar para a doença antes de olhar para o ser. A tratar o sintoma antes de escutar o sentido. A tentar consertar a parte sem, muitas vezes, compreender o todo. Certo de que o ser humano não pode ser reduzido a uma máquina biológica, Ricardo foi construindo uma trajetória rara, dessas que não cabem em gavetas fáceis. Um caminho que une a objetividade da medicina, a precisão da física e a linguagem simbólica da astrologia. Um percurso que parte da neurocirurgia, passa pela medicina antroposófica e desemboca numa visão mais ampla da saúde — não apenas como ausência de doença, mas como presença de integridade, consciência e conexão interior. Ao longo da vida, ele foi se aproximando de uma pergunta que parece atravessar tudo o que faz: o que, afinal, adoece primeiro no ser humano? O corpo? A alma? O sentido? Ou a ruptura silenciosa com aquilo que somos mais profundamente? Talvez por isso ele goste tanto de lembrar que a doença, muitas vezes, começa quando a gente deixa o SER pelo TER. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o médico, neurocirurgião, físico, estudioso da astrologia e da relação entre saúde, consciência e destino humano, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir.”
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  • Hugo Madureira costuma dizer que talvez o maior engano da vida seja acreditar que a desilusão é algo ruim — quando, na verdade, é exatamente ali que começamos a deixar de nos iludir. Talvez por isso, sua caminhada seja menos sobre encontrar respostas e mais sobre sustentar perguntas. Perguntas que não cabem em fórmulas prontas, que dançam, que provocam, que convidam a olhar de novo — para a vida, para os filhos, para si mesmo. Um movimento de desapego dos personagens que vestimos ao longo do tempo, para tocar algo mais essencial, mais vivo, mais verdadeiro. Nascido entre a dança e a música, criado nos bastidores da arte, ele aprendeu desde cedo que sentir vem antes de explicar. E foi justamente nesse território — entre a sensibilidade e a expressão — que construiu sua trajetória. Empresário, palestrante, autor e criador do conceito de “Designer de Imaginação”, vem se dedicando a esculpir sentidos, provocando reflexões sobre presença, paternidade, criação e as narrativas que moldam quem somos. Em sua jornada, especialmente atravessada pela experiência de ser pai, foi encontrando novas camadas de si — mais despidas, mais humanas, mais conectadas com aquilo que realmente importa. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Hugo Madureira — que agora, em março, lança mais um livro, "O Eterno Instante", uma obra sensível e poética que mergulha na paternidade como um caminho de presença, memória e descoberta — contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A vida acontece no eterno instante”.
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  • Oscar Quiroga costuma dizer que “o maior engano das pessoas em relação à astrologia é achar que estamos sob a influência do céu. Não. Estamos em comunhão com uma ordem cósmica.” Talvez seja justamente por enxergar a astrologia dessa maneira — não como superstição ou como um exercício simplista de prever o futuro — que ele tenha se tornado uma das vozes mais singulares quando o assunto são os movimentos do céu e seus reflexos na vida aqui na Terra. Certo de que a astrologia não existe para transformar ninguém em dependente de previsões, mas sim para provocar reflexão, ele construiu, ao longo de décadas, uma forma muito própria de falar dos astros: menos interessada em adivinhar o amanhã e muito mais dedicada a lembrar que fazemos parte de uma coreografia cósmica muito maior do que a nossa pequena história pessoal. Argentino de nascimento, ele chegou ao Brasil ainda jovem, no fim dos anos 1970, em meio às turbulências políticas que sacudiam a América do Sul. Foi nesse período de mudança profunda de vida que a astrologia acabou surgindo em seu caminho — quase como um encontro inesperado que transformaria para sempre a maneira como ele enxergava o ser humano e o universo. Desde então, seus textos e reflexões passaram a traduzir essa linguagem simbólica do céu para milhares de pessoas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Oscar Quiroga contou sobre sua chegada ao Brasil, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando e foi categórico: “Não precisamos aprender. Precisamos ser.”
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  • Sol Ayala costuma dizer que muitas das crises que chamamos de doença são, na verdade, convites da vida para uma mudança que estamos adiando. Talvez por isso ela tenha escolhido trilhar um caminho na medicina que vai além das respostas prontas. Um caminho marcado pela curiosidade — curiosidade sobre a vida, sobre o ser humano e sobre as muitas dimensões que atravessam aquilo que chamamos de saúde. Certa de que cuidar das pessoas exige também um olhar vivo e atento para o próprio viver, ela construiu uma trajetória que mistura conhecimento médico, busca constante e uma relação muito própria com a vida — leve, inquieta, em movimento. Movimento que não fica apenas no campo das ideias. Fora do consultório, ela gosta de experimentar a vida também de forma literal: seja deslizando em um skate, dançando ou se abrindo para atividades que convidam a mente e o corpo a aprender novos gestos, novos ritmos, novas formas de presença. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a médica integrativa, mestre em terapia neural, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “Nada é por acaso quando estamos atentos".
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  • Daniel Mendes costuma dizer que aprender sobre inteligência artificial é, antes de tudo, aprender sobre inteligência humana. Certo de que conhecimento só ganha valor quando se transforma em prática viva, ele construiu uma trajetória que une tecnologia e desenvolvimento humano. Ao longo do caminho, percebeu que eficiência sem humanidade gera resultados vazios — e que inovação de verdade nasce quando inteligência técnica e consciência emocional caminham juntas. Houve uma virada importante em sua carreira. O foco deixou de ser apenas sistemas e métricas e passou a incluir propósito, comportamento e felicidade no trabalho. A pergunta deixou de ser somente “como produzir mais?” e passou a ser também “como trabalhar melhor — e com mais sentido?”. Desde então, ele se dedica a estudar e aplicar esses conceitos de forma concreta nas organizações. E há um detalhe que diz muito sobre quem ele é. Nas horas vagas, coloca o nariz vermelho, pega o violão e percorre corredores hospitalares como palhaço voluntário, levando música e leveza a quem precisa. Um lembrete simples de que, por trás de qualquer tecnologia, existe sempre um ser humano. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o professor e palestrante especializado em Inteligência Artificial, Tecnologia e Liderança, mestre em Psicologia Organizacional e do Trabalho e sócio da Líder.Academy contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o futuro do trabalho e foi categórico: “Toda ferramenta amplia quem a utiliza.”
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  • Kelly Jabour está certa de que “somos arquitetos das histórias que contamos a nós mesmos — e essas narrativas moldam quem nos tornamos”. Talvez por isso ela não trabalhe com a psicologia como quem escolhe uma profissão, mas como quem busca “respostas aos mistérios da vida”, unindo ciência e espiritualidade para enxergar o humano em sua totalidade. Ela parte da ideia de que não somos apenas um conjunto de pensamentos ou emoções, mas também “significados, símbolos e histórias internas” que interferem em como nos vemos e no mundo que construímos ao redor. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a psicóloga, terapeuta holística e reprogramadora mental — entre outras frentes que revelam a amplitude do seu olhar sobre o ser humano — contou sua história de vida, trouxe sua visão sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Integrar é a nova forma de evoluir”.




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  • Américo Sommerman não tem dúvida em afirmar que toda busca verdadeira começa quando a gente aprende a sustentar perguntas, em vez de correr atrás de respostas prontas. Certo de que o conhecimento não serve para nos dar segurança, mas para nos tirar do lugar comum, ele construiu uma trajetória marcada por silêncio, estudo profundo e coragem interior. Uma caminhada em que pensar nunca foi apenas acumular ideias, mas um exercício constante de honestidade consigo mesmo. Em determinado momento da vida, Américo percebeu que precisava rever não só o que pensava, mas de onde pensava. Foi aí que começaram mudanças importantes: menos esforço para se moldar às expectativas externas, mais disposição para escutar aquilo que vinha de dentro. Um deslocamento sutil, mas decisivo, que alterou a forma de se relacionar com o mundo, com o conhecimento e com a própria ideia de pertencimento. A partir desse lugar, ele passou a olhar para o nosso tempo com outros olhos. Um tempo em que muita coisa vem à tona. Em que narrativas antes descartadas como “teorias da conspiração” pedem, no mínimo, uma escuta mais cuidadosa. Não para serem aceitas automaticamente, mas para revelar algo maior: o esgotamento das versões simplificadas da realidade e a dificuldade coletiva de lidar com a complexidade da verdade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o filósofo, editor e tradutor, fundador da Polar Editorial, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando e foi categórico: “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”.
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  • Marta Siqueira não tem dúvida em afirmar que, por trás das histórias que contamos sobre nós mesmos, existem forças mais antigas operando em silêncio. Arquétipos que atravessam o tempo, moldam escolhas e repetem padrões — até que sejam reconhecidos. Certa de que a vida não repete experiências por acaso, mas sinaliza aquilo que ainda não foi visto, ela foi, pouco a pouco, deslocando o olhar do que acontece fora para o que se organiza por dentro. Esse movimento não nasceu de um conceito, mas da própria vivência — da observação dos padrões, das dores que se repetem, das perguntas que insistem. Terapeuta de formação e por escolha, Marta construiu seu trabalho a partir da escuta atenta do ser humano — uma escuta que vai além do sintoma e se aproxima da história, das crenças e dos padrões que atravessam a vida. Ao longo do tempo, ela passou a integrar diferentes abordagens terapêuticas, sempre com o mesmo fio condutor: ajudar as pessoas a reconhecerem os padrões que as atravessam e retomarem a consciência sobre a própria trajetória. Mais do que oferecer respostas prontas, ela propõe um processo de investigação interior — um convite para sair da repetição inconsciente e viver com mais clareza, presença e responsabilidade. Neste papo com o podcast 45 do Primeiro Tempo, a psicoterapeuta, doutoranda em Hipnose Clínica e pós-graduanda em Neurociências, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos vivendo e foi categórica: “O corpo fala — mas só se houver quem escute”.
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