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O Livre reúne-se neste fim-de-semana em congresso, em Sintra, para eleger os novos órgãos do partido e definir a estratégia para o próximo ciclo. A reunião marca a saída de Rui Tavares do cargo de co-porta-voz, que deverá continuar na direcção do partido. Que futuro terá o partido sem o Rui Tavares como principal rosto?
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Depois de vários dias com cortes de longas horas no abastecimento, a falta de água em Almada tornou-se um caso nacional. Esta quinta-feira, a presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, e a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, justificaram os problemas com o aumento “inesperado” do consumo, e anunciaram que um novo furo vai estar a funcionar até ao fim-de-semana e que um outro está em processo.
O PSD e o Livre entregaram na Assembleia da República requerimentos para a realização de audições urgentes sobre as sucessivas falhas no abastecimento.
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Saknas det avsnitt?
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O Presidente da República afirmou nesta quarta-feira esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais sejam rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta. António José Seguro espera que, findo o processo de classificação, a “relação de confiança que existe com o sistema de avaliação continue intacta”. O tema vai ser abordado com o primeiro-ministro na reunião semanal desta quinta-feira.
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A ida do primeiro-ministro aos Estados Unidos para assistir ao jogo da selecção de futebol contra Espanha (o terceiro em cinco jogos da selecção no Mundial 2026) não caiu bem junto da oposição. Hugo Soares, líder da bancada parlamentar do PSD, saiu em defesa do primeiro-ministro, declarando que os sociais-democratas são "do povo" e "gostam de futebol".
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O adiamento da divulgação das classificações dos exames nacionais do ensino secundário para 17 de Julho, devido a problemas informáticos na plataforma de classificação electrónica, levou PS, Livre e Bloco de Esquerda a acusarem o Governo de ter ignorado os sucessivos alertas sobre o novo sistema. O ministro Fernando Alexandre devia tirar consequências políticas deste caos nos exames?
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Com o país a atravessar uma onda de calor e com incêndios activos, o primeiro-ministro partiu nesta quinta-feira para Toronto rumo ao jogo da selecção nacional contra a Croácia no Mundial de 2026. Uma viagem expresso justificou-se nesta fase?
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O PSD e o CDS-PP voltam à carga com a perda da nacionalidade como sanção acessória, no entanto, reduzindo o leque de crimes face ao decreto que foi chumbado por unanimidade pelo Tribunal Constitucional (TC). Além dos crimes contra o Estado e terrorismo, os partidos colocam na proposta os crimes de homicídio qualificado, violação e associação criminosa, quando aqueles tenham uma "expressão aterrorizante" na sociedade e na opinião pública.
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Embora tenha começado por admitir que o processo de classificação digital dos exames nacionais "não começou bem", o ministro da Educação, Fernando Alexandre, recusou nesta quarta-feira a ideia de que este processo está imerso num "caos" e garantiu, repetidamente, que nenhum aluno será prejudicado com os vários problemas que os professores têm relatado na última semana. Garantiu, aliás, que irá apurar "responsabilidades" em todo este processo. E Fernando Alexandre não tem responsabilidades a tirar?
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O antigo ministro das Finanças de António Costa e ex-governador do Banco de Portugal Mário Centeno aconselhou nesta terça-feira o PS a ter “paciência” e a ter cuidado para não transformar as utopias em distopias. Mário Centeno também se mostrou contra a medida do IVA zero para um cabaz de bens essenciais porque beneficia todos os consumidores, independentemente dos seus rendimentos ou do tipo de cabaz que escolham. O que quer Centeno?
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Ao lado do busto de Francisco Sá Carneiro, na entrada da sede nacional do PSD, Sebastião Bugalho começou nesta segunda-feira a sua nova tarefa de porta-voz do partido. Com as bandeiras de Portugal, da União Europeia e do PSD atrás de si, o vice-presidente social-democrata anunciou que o grupo parlamentar vai chamar antigos governantes do PS ao Parlamento para explicar o aumento “sem precedente” da população estrangeira em Portugal revelado pela actualização das estatísticas oficiais do país. Sem detalhar a lista de personalidades que os deputados vão querer ouvir, “é natural” que José Luís Carneiro seja um dos nomes a ser chamado.
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Rui Tavares vai deixar de ser co-porta-voz do Livre no próximo mês, mas quer manter-se na direcção do partido. O fundador do Livre recandidata-se ao Grupo de Contacto — designação dada à direcção —, embora desça do segundo para o terceiro lugar da lista A, que integra a maioria dos actuais dirigentes. A sua posição de co-porta-voz deverá ser ocupada pelo deputado e ex-candidato presidencial Jorge Pinto, promovido a número dois da candidatura.
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Na terça-feira à tarde, soaram campainhas no PSD. Mais do que uma eventual derrota a somar à da reforma laboral, estavam em causa 600 milhões de euros que o país estaria na iminência de perder, por não haver acordo sobre a Prestação Social Única (PSU), inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pelo Governo de António Costa. Duas reuniões e uma guerra de narrativas depois, respira-se de alívio no Governo e no PSD, mas também no PS: a PSU segue em frente e ninguém fica com o ónus de o país perder uma fortuna.
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Há fumo branco. A Prestação Social Única (PSU) vai ser aprovada nesta quinta-feira, com os votos a favor da bancada do PS. O acordo foi negociado ao longo desta quarta-feira, entre Governo e PSD e a bancada socialista. A decisão foi anunciada esta tarde pelo líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias. Porque preferiu o PSD começar a negociar com o Chega antes de falar com o PS?
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A aprovação da proposta de criação da Prestação Social Única (PSU), que deverá ir a votação final global nesta quinta-feira, continua em aberto. PSD e CDS alinham-se com o Chega no endurecimento das condições de acesso para cidadãos de países terceiros, ao proporem alargar de um para dois anos o período mínimo de residência legal — uma aproximação que ainda fica aquém dos cinco anos exigidos por André Ventura, mas que acentua a convergência em torno de restrições mais apertadas. O Chega ainda pode vir a fazer o que fez na votação da reforma laboral?
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O eurodeputado Sebastião Bugalho, que anunciou ter-se tornado militante do PSD em Outubro de 2024, é a aposta de Luís Montenegro para porta-voz do partido. O social-democrata será ainda vice-presidente da direcção, juntamente com os presidentes da Câmara de Lisboa e do Porto, Carlos Moedas e Pedro Duarte, que se estreiam no cargo. Neste Soundbite a análise a mais um congresso do PSD.
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André Ventura e Luís Montenegro negociaram até à hora da votação. Foi uma negociação longa que levou a um adiamento da votação por meia hora, mas está rejeitada a reforma laboral do Governo na generalidade porque o Chega se juntou à esquerda e votou contra a proposta de lei. O diploma foi rejeitado com os votos contra do Chega, do PS, Livre, PCP, Bloco, PAN e JPP, apesar dos votos a favor do PSD, da IL e do CDS-PP. E agora?
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Depois de, na quarta-feira, ter ficado claro que a redução da idade da reforma é uma causa perdida, o líder do Chega, André Ventura, deu gás a algumas das suas propostas para o pacote laboral e prometeu aos trabalhadores “a maior vitória das últimas décadas” com a criação do subsídio de turno para um milhão de pessoas, a reposição dos três dias de férias em função da assiduidade ou a correcção do “erro” do Governo na amamentação. Depois de dada como morta, a reforma laboral vai mesmo seguir em frente graças à "coligação" PSD-Chega.
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Não há acordo, para já. Ainda sem fechar a porta, o líder do Chega anunciou esta terça-feira que, "até ao momento, não foi possível chegar a um entendimento" com o Governo para que o Chega viabilize a reforma laboral. André Ventura diz que ficaram claros os "pontos" em que há ou não convergência, remetendo uma decisão final para depois do trabalho que decorrerá "nas próximas horas". Neste Soundbite voltamos à reforma laboral.
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Estamos a dias do Congresso do PSD, uma reunião magna que o partido parece querer ignorar, perdido no meio do Mundial de futebol. Neste episódio há espaço para a análise do ex-ministro social-democrata Miguel Relvas, numa conversa que passa por Passos Coelho, pelo papel do Chega e pelo espírito (pouco) reformista de Luís Montenegro.
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É mais uma tentativa de acordo entre Governo e Chega na reforma laboral. Dois dias antes da discussão da reforma laboral em plenário, André Ventura e Luís Montenegro voltam a sentar-se nesta terça-feira para discutir alterações à lei do trabalho. O anúncio foi feito pelo líder do Chega que, em conferência de imprensa, na tarde desta segunda-feira, vincou que "esta reforma laboral é má" e insistiu na necessidade de um “compromisso escrito” sobre a descida na idade da reforma — ainda que não se comprometa com o voto contra, caso esse compromisso não se verifique. O PS, apurou o PÚBLICO junto de fonte oficial, não foi contactado pelo Governo para qualquer encontro relativo à lei laboral.
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