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Nesta semana, a Lei da Paridade debate a PSU, a Prestação Social Única, que pretende englobar num só apoio 13 outros que são hoje atribuídos de forma unitária.
Desde os seus primórdios como proposta embrionária do Governo de maioria absoluta de António Costa, para estar agora a ser retomada com uma obrigatoriedade de realização de trabalho “social e comunitário” acoplado, a PSU marca o debate nacional desta semana.
Ainda, a Lei da Paridade analisa a investigação de Heidi Blake, na “The New Yorker”, sobre as acusações de tráfico de seres humanos, coação e violência sexual que envolvem Andrew Tate, as falhas que permitiram a sua ascensão a uma figura de influência mundial e os motivos pelos quais o movimento que lidera continua a ganhar adeptos todos os dias.
Nas sugestões deixamos o livro “Os Dias”, de Patrick Ryan; e uma conversa de Leonor Rosas com o escritor Édouard Louis, no Teatro São Luiz, no dia 18 de junho, pelas 19h.
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Nestas semanas, voltámos aos palcos com um novo espetáculo ao vivo e uma nova pergunta simples, ainda que estranhamente polémica: quem tem medo da igualdade? Foi assim que, a 25 de maio e 2 de junho, esgotámos o teatro Tivoli em Lisboa e o teatro Sá da Bandeira no Porto. Agora, deixamo-vos, como episódio especial, um registo desta bela noite no Porto.
Entre discordâncias de estimação, teorias discutíveis e convicções muito firmes, sentámo-nos agora fora da redação do Expresso para conversar, discutir e mandar piadas duvidosas sobre o estado das coisas. O feminismo aparece, a cultura também, o quotidiano entra sem pedir licença e a igualdade anda pela sala a ver quem se enerva primeiro.
Com o apoio do Expresso, do IKEA e da KILT, depois de mais de três anos de podcast, a Lei da Paridade trocou os estúdios pelo palco e convidou quem ouve a vir ver de perto um debate ao vivo, com convidadas especiais, perguntas inconvenientes, recomendações culturais e a já habitual combinação improvável: uma centrista da big pharma, uma esquerdista irremediável e uma liberal do tarot. Prometemos e cumprimos: desacordos saudáveis, humor pouco responsável e, como de costume, nenhum homem.
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Saknas det avsnitt?
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Neste episódio especial do Dia Mundial da Criança a Lei da Paridade recebe, à semelhança de vários podcasts do Expresso, a geração que irá moldar o nosso futuro.
Com o que se preocupa esta nova geração? Quais as suas primeiras memórias políticas? O machismo está mesmo a crescer? E os rapazes, estão cada vez mais politicamente distantes das raparigas?
Para este episódio da Lei da Paridade recebemos a Maria, a Maria Inês e a Helena para nos ajudarem a responder a estas questões.
Como sempre, temos sugestões especiais. Vejam se as descobrem!
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Adriana Cardoso cresceu em Adões, uma pequena aldeia nos arredores de Coimbra, onde a política, os livros e a família sempre fizeram parte da paisagem. Aprendeu a ler aos 4 anos, saltou um ano escolar ainda no ensino básico e construiu um percurso académico que a levou até ao mestrado em Ciências Farmacêuticas na Universidade de Coimbra, com uma passagem por Londres e uma tese dedicada à eutanásia. Hoje é uma das vozes mais reconhecidas da nova geração de comentadores políticos em Portugal. Comentadora na SIC Notícias, coautora do podcast Lei da Paridade e presença assídua no debate público, Adriana cruza análise política com referências que vão da literatura russa às bancadas de Alvalade. Nesta conversa com Manel Rosa, recorda a infância numa família ligada ao PCP, fala sobre o gosto precoce pela leitura, o percurso académico, a entrada no comentário político e a forma como a sua geração vive o debate público.
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Na segunda-feira fizemos o nosso espetáculo “Quem tem medo da igualdade?” no Tivoli, em Lisboa, com sala cheia. Neste episódio falamos sobre essa noite: o que esperávamos, o que sentimos no palco, a reação do público e o que ficou connosco quando a sala se esvaziou.
Falamos também da manchete do Expresso desta semana, que dá conta do aumento dos números da violência doméstica em Portugal. Há noites para celebrar e há manchetes para ler. O episódio é sobre as duas coisas, e para a semana há mais no Porto. Agarrem os últimos bilhetes!See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Neste episódio, a propósito da celebração, no dia 17 de maio, do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, trazemos um episódio especial sobre a luta (e os retrocessos) nos direitos LGBT. Falámos da história e brutalidade das terapias de conversão, do pânico da extrema-direita com a participação de mulheres trans em desportos de competição e da invisibilização das mulheres lésbicas. Discutimos ainda as representações falaciosas de personagens ou figuras históricas LGBT no cinema e na literatura, apontando para uma substituição de relações amorosas por “amizades”. Finalmente, assinalámos igualmente um ano do atual governo de Luís Montenegro, refletindo sobre a forma como a agenda da extrema-direita prevalece nas políticas deste governo (quer nos direitos LGBT, quer na política migratória). Nas recomendações: o espetáculo da Lei da Paridade no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, dia 2 de junho; e os livros “Maurice”, de E.M. Forster; e “A palavra que resta”, de Stênio Gardel;
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Neste episódio, começamos por discutir os casos de alegada tortura, violação e abuso de poder por parte de membros da PSP na Esquadra do Rato. Debatemos a violência e os requintes de malvadez destes atos e o que podem representar a nível mais estrutural sobre a polícia e o seu sentimento de impunidade. De seguida, dedicamo-nos a debater as mudanças no panorama político inglês depois das última eleições locais. Olhamos para a vitória do partido de extrema-direita Reform UK, a queda do Labour e os problemas de Keir Starmer e para a nova força do Green Party.
Nas sugestões: Cenas Improvisadas, Fismuler; “O Imperador das Mentiras” de Steve Sem-Sandberg
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Neste episódio da Lei da Paridade, analisamos o papel histórico dos sindicatos, a propósito da última e aguardada reunião desta semana finalmente à vista. Dissecamos as tricas, as nicas e o que está verdadeiramente em jogo, e chegamos a uma conclusão: se a reforma não passar, a ministra do Trabalho devia demitir-se. Ainda, o Presidente da República promulgou este domingo a nova lei da nacionalidade. Promulgou, mas com reservas. Discutimos o que isso significa e o que nos merece. Nas sugestões, deixamos “A História”, de Elsa Morante; “Women in Dark Times”, de Jacqueline Rose.
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Neste episódio da Lei da Paridade, começamos por debater a tentativa de assassinato falhada que visava Donald Trump e outros membros da sua Administração. Discutimos a (i)legitimidade da violência, a culpabilização atribuída a Jimmy Kimmel e aos democratas e os detalhes do próprio ato. De seguida, avançamos para uma ronda temática que, a partir do mote do 1º de Maio, procura discutir os contornos e disputas em torno do pacote laboral do governo, e as posições dos sindicatos. Indo mais a fundo, procurámos igualmente fazer uma breve genealogia das políticas neoliberais das últimas décadas.
Nas recomendações: o livro “HHhH”, de Laurent Binet; a peça de teatro “AnnA – ¿Onde fica Guernica?”, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço; e a reportagem “She Wanted a ‘Free Birth.’ It Put Her and Her Baby in Grave Danger”, do “The New York Times”.
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Neste episódio da Lei da Paridade, debruçamo-nos sobre a investigação internacional que desmantelou o grupo de Telegram “zzz”, onde eram partilhadas instruções sobre como violar mulheres inconscientes, e sobre o que o episódio nos diz sobre a organização da violência sexual online.
Ainda, a dias do 25 de abril, tentámos prever com rigor científico duvidoso o que Paulo Núncio vai dizer nas comemorações. Vai haver bingo.
Nas sugestões, deixamos o livro “The Blood of Others”, de Simone de Beauvoir; a canção “Cigarettes and Coffee”, de Otis Redding”; e “Et la joie de vivre”, de Gisèle Pelicot
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Neste episódio da Lei da Paridade, debate-se a frase vergonhosa proferida por Cristina Ferreira relativa à violação de uma adolescente de 16 anos, referido que “mesmo que ela tenha dito para parar, quando são quatro que estão naquela adrenalina de estar a fazer sexo, alguém entende aquele 'não quero mais'?” Ainda, depois de uma vitória retumbante de Péter Magyar sobre Orbán, que destino terá a Hungria? E como ficam as relações húngaras com a UE?
Nas sugestões deixamos o um episódio de “Pod Save America”, com Hasan Piker.
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Neste episódio da Lei da Paridade, debate-se o cessar-fogo de duas semanas no Irão anunciado por Donald Trump. Ao mesmo tempo que este anúncio é feito, os Emirados e o Kuwait sofrem ataques aéreos iranianos, e Israel persiste na sua ofensiva no Líbano. Podemos chamar a esta paz podre um cessar-fogo?
Ainda, PSD, PS e Chega chegam a acordo para os órgãos externos da AR. Cada um destes partidos terá uma vaga no Tribunal Constitucional, e o PSD soma ainda a presidência do mesmo, dado que o atual Presidente já anunciou a sua vontade de sair. O que significa ter a extrema-direita presente nas instituições portuguesas?
Nas sugestões deixamos o episódio de The Ezra Klein Show denominado “Will Iran break Trumpism?”, o artigo de opinião de John Bolton no “The New York Times” intitulado “Finish the Job: How Trump Can Still Win in Iran”, o livro “You Are the Führer's Unrequited Love”, de Jean-Noël Orengo, e o livro “Lose Your Mother”, de Saidiya Hartman
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Neste episódio, que estarão a ouvir no famoso Dia das Mentiras, debruçamo-nos exatamente sobre a mentira na política e nas relações de género. Parece estranho celebrar o dia das mentiras num tempo tão mentiroso. As mentiras estão por todo o lado: mentiras virais que moldam opiniões através de partilhas repetidas, mentiras sobre imigrantes, mentiras sobre subsídios que recebem as comunidades mais vulneráveis, mentiras sobre mulheres trans no desporto, mentiras sobre conteúdos de educação sexual ensinados nas escolas, mentiras descaradas sobre os adversários políticos. Num episódio mais descontraído e em tom de conversa, discutimos as mentiras de Trump, as mentiras mais conhecidas da história da política contemporânea, as mentiras nas relações entre homens e mulheres e o perigo de até as imagens se tornarem mentirosas, com a AI dos dias que vivemos.
Recomendações: o livro “Austerlitz”, de W.G. Sebald; a entrevista de Miguel Viterbo Dias a Jorge Miranda.
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Neste episódio da Lei da Paridade debate-se os três projetos de lei que desceram à especialidade na semana passada, relativos à Identidade de Género.
Numa época em que os portugueses se deparam com preços galopantes, e que vários problemas afetam a saúde, educação e habitação em Portugal, a direita uniu-se para reverter a Lei da Autodeterminação de Género de 2018. O que é que isto significa? O que podem esperar as pessoas trans em Portugal?
Ainda, após um incidente na Marcha pela Vida, em que foi arremessado um cocktail molotov — felizmente inutilizado — à manifestação, debate-se o fulcral: a tentativa de reversão do direito ao aborto.
Como sempre, nas sugestões, deixamos a entrevista de Joana Gorjão Henriques a Miguel Salazar, no Público, o livro “Sexe et mensonges”, de Leila Slimani.
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Em jeito de celebração do dia 8 de março, dia de todas as mulheres, o podcast Lei da Paridade foi convidado para fazer um episódio ao vivo no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. Decidimos, assim, dedicar este episódio à violência epistemológica contra as mulheres: quem tem direito a entrar para a história e para o cânone? Que conhecimentos e vozes são valorizadas? Quem são as esquecidas das nossas narrativas? Com esta sessão quisemos dizer: sempre cá estivemos, cá estamos e cá continuaremos. Para nos acompanhar neste episódio tão especial tivemos connosco a Clara Não, a Damara Inglês e a Rita Ferro Rodrigues.
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Neste episódio, a partir do documentário “Inside the Manosphere” de Louis Theroux, mergulhamos no que é a Manosfera. Masculinidade tóxica, machismo violento, burlas, individualismo e sede de fama e dinheiro. Deste modo, analisamos também quem são os seus públicos e quais são as consequências para os jovens rapazes e raparigas que estão expostos a esta cultura.
Nas recomendações: o documentário “The Day Iceland Stood Still”, de Pamela Hogan.
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Neste episódio especial de Lei da Paridade ao vivo no IPCA, em Barcelos, refletiu-se sobre o Dia Internacional da Mulher. O que ainda falta fazer? Que disparidades ainda encontramos para mulheres com intervenção pública? Porque está a crescer o reacionarismo e o movimento incel?
Num Politécnico com uma direção feminina, abordamos todos estes temas e ouvimos (e respondemos) a perguntas do público.
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Neste episódio, dedicamo-nos aos dois temas de política semanal que mais marcaram a semana. Numa primeira ronda, analisamos brevemente os 10 anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa e lançamos previsões e desejos para a presidência de Seguro. De seguida, debruçamo-nos sobre o pacote laboral proposto pelo governo, o papel do Presidente neste processo e as disputas entre sindicatos, governo e entidades patronais. Nas recomendações, os livros “Charlotte”, de David Forekentinos, e “Futebol ao Sol e à Sombra”, de Eduardo Galeano.
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Neste episódio da Lei da Paridade debate-se o ataque americano ao Irão deste fim de semana, que vitimou quatro membros dos militares americanos, eliminou Ali Khamenei e a cúpula do regime iraniano e feriu o programa nuclear iraniano.
Ainda, depois de três intervenções públicas apenas na última semana, Pedro Passos Coelho regressa ao panorama político português. O que quererá, e deixará o Luís trabalhar?
Nas recomendações deixamos o filme “Sinners”, a livraria Salted Books e o livro “Second Place”, de Rachel Cusk.
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Neste episódio especial de Lei da Paridade, Tânia Graça junta-se a Adriana Cardoso, Leonor Rosas e Maria Castello Branco para debater o RelationChip — campanha de sensibilização da APAV —, e os números galopantes de violência no namoro.
Que influência tem o machismo nestes números? Porque é que os homens estão a votar mais à direita? E o movimento Tradwife, liberdade ou patriarcado?
Tudo isto num episódio especial com recomendações surpresa.
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